Pensafusos conmentos (as usual), .iv
Gostaria de ser mais inconsciente e não ter a percepção certa das coisas. De conseguir dissociar as repercussões de actos tomados das suas consequências. Fazer apenas e pensar depois. Gostaria e por vezes isso acontece. No entanto a periodicidade disso não é quase periodicidade. Acontece que mesmo que não queira dou por mim a pensar no que aconteceria se. E se na maioria das vezes penso nisso de forma a aferir as consequências, que tal acto ou tais actos, teriam em mim outras dou por mim a pensar nas consequências que esse mesmo acto ou esses mesmo actos teriam na outra pessoa ou pessoas.
É-me muito dificil contrariar esta minha característica, defeito ou feitio ou qualiadade, tento conscientemente não o fazer, mas o facto é que não sou capaz. Ou então bebo muito e mesmo assim continuo quase sempre em controlo do que faço. Costumo dizer a muita gente que gostaria de por vezes perder o controlo, fazer coisas descontroladas sem pensar, no entanto não o consigo. Consigo aproximar-me do descontrolo que gostaria mas não o consigo alcançar.
Quando falo em descontrolo não é apenas no sentido físico de dançar no chão ou desenfradamente no meio duma pista ou outras coisas físicas mais. Quando falo em descontrolo a minha ideia é mais direccionada para actos que deveria fazer para com outras pessoas. Deixar-me ir, principalmente dizer o que me apetece e fazer o que me apetece no momento e em algumas vezes o que apetece à outra pessoa ou pessoas.
Como referi, por vezes ponho-me a pensar sobre se esta característica é boa ou má ou mais ou menos e chego sempre à conclusão que, no que às consequências para mim diz respeito, é má e boa no que às consequências para as outras diz respeito. Normalmente fico fodido com esta conclusão porque não sou nem quero ser nenhuma Madre Teresa de Calcutá ou um outro qualquer lutador pelo direito dos oprimidos. Facto é que acabo por pensar mais nas outras pessoas do que elas próprias.
No entanto, o facto de pensar nas outras pessoas, não invalida que principalmente penso nas conequências que tais actos terão sobre mim. Fico chateado é que quando consigo ultrapassar esta barreira e ser "doido" e perder o controlo e parar de aferir as consequências para mim, logo logo entra o pensamento na outra pessoa ou pessoas. Ora isto é um exercício cansativo, como já devem ter reparado.
Tal quantidade de pensamentos deixa-me louco já que quem sou eu para "controlar" ou pensar nas consequências para as outras pessoas se estas não o fazem? E muitas das vezes conscientemente. Mas porque razão me calhou esta característica de pensador, será que é a minha vocação? A vocação da vida que todos procuramos e que também eu ainda não encontrei? Será que a minha vocação é fazer voluntariado, criar uma ONG ou algo assim do género e entregar a minha vida aos outros. Não me parece rigorosamente nada que seja isso.
Ora assim sendo, vou tentar deixar de pensar tanto. Se bem que como digo isso seja difícil pois perder o controlo, significa mais ou menos deixar de pensar e o exercício de pensar em perder o controlo e perder o controlo é incompatível pois a 1ª significa pensar.
Penso que passe por fazer o que me apetece no momento e ponto final. Deixar as cocnclusões do que acontecerá para depois, logo se verá. Se isso significar perder pessoas, que signifique. Se isso significar andar às cabeçadas depois, que signifique. Se isso significar uma série de outras coisas que signifique. Pois se é a outra pessoa ou pessoas a não quererem pensar nisso eu não o farei mais.
Pensamento este advém de ter acordado de há uns tempos para cá com a ideia de que perco oportunidades de fazer coisas que me apetecem por causa do anteriormente descrito. Coisas que muito gosto me dariam, que muito gosto me proporcionariam e, até quem sabe, se repetiriam. Não sei se se passaria assim.
É precisamente esse "não saber" que me deixa louco. A sensação de "não saber se" porque não se fez porque se pensou demasiado deixa-me maluco. Mas pior fico ainda quando, fico com a perfeita noção do "saber que". Saber que por não ter perdido o controlo no momento provavelmente a coisa não vai acontecer nunca mais.
É-me muito dificil contrariar esta minha característica, defeito ou feitio ou qualiadade, tento conscientemente não o fazer, mas o facto é que não sou capaz. Ou então bebo muito e mesmo assim continuo quase sempre em controlo do que faço. Costumo dizer a muita gente que gostaria de por vezes perder o controlo, fazer coisas descontroladas sem pensar, no entanto não o consigo. Consigo aproximar-me do descontrolo que gostaria mas não o consigo alcançar.
Quando falo em descontrolo não é apenas no sentido físico de dançar no chão ou desenfradamente no meio duma pista ou outras coisas físicas mais. Quando falo em descontrolo a minha ideia é mais direccionada para actos que deveria fazer para com outras pessoas. Deixar-me ir, principalmente dizer o que me apetece e fazer o que me apetece no momento e em algumas vezes o que apetece à outra pessoa ou pessoas.
Como referi, por vezes ponho-me a pensar sobre se esta característica é boa ou má ou mais ou menos e chego sempre à conclusão que, no que às consequências para mim diz respeito, é má e boa no que às consequências para as outras diz respeito. Normalmente fico fodido com esta conclusão porque não sou nem quero ser nenhuma Madre Teresa de Calcutá ou um outro qualquer lutador pelo direito dos oprimidos. Facto é que acabo por pensar mais nas outras pessoas do que elas próprias.
No entanto, o facto de pensar nas outras pessoas, não invalida que principalmente penso nas conequências que tais actos terão sobre mim. Fico chateado é que quando consigo ultrapassar esta barreira e ser "doido" e perder o controlo e parar de aferir as consequências para mim, logo logo entra o pensamento na outra pessoa ou pessoas. Ora isto é um exercício cansativo, como já devem ter reparado.
Tal quantidade de pensamentos deixa-me louco já que quem sou eu para "controlar" ou pensar nas consequências para as outras pessoas se estas não o fazem? E muitas das vezes conscientemente. Mas porque razão me calhou esta característica de pensador, será que é a minha vocação? A vocação da vida que todos procuramos e que também eu ainda não encontrei? Será que a minha vocação é fazer voluntariado, criar uma ONG ou algo assim do género e entregar a minha vida aos outros. Não me parece rigorosamente nada que seja isso.
Ora assim sendo, vou tentar deixar de pensar tanto. Se bem que como digo isso seja difícil pois perder o controlo, significa mais ou menos deixar de pensar e o exercício de pensar em perder o controlo e perder o controlo é incompatível pois a 1ª significa pensar.
Penso que passe por fazer o que me apetece no momento e ponto final. Deixar as cocnclusões do que acontecerá para depois, logo se verá. Se isso significar perder pessoas, que signifique. Se isso significar andar às cabeçadas depois, que signifique. Se isso significar uma série de outras coisas que signifique. Pois se é a outra pessoa ou pessoas a não quererem pensar nisso eu não o farei mais.
Pensamento este advém de ter acordado de há uns tempos para cá com a ideia de que perco oportunidades de fazer coisas que me apetecem por causa do anteriormente descrito. Coisas que muito gosto me dariam, que muito gosto me proporcionariam e, até quem sabe, se repetiriam. Não sei se se passaria assim.
É precisamente esse "não saber" que me deixa louco. A sensação de "não saber se" porque não se fez porque se pensou demasiado deixa-me maluco. Mas pior fico ainda quando, fico com a perfeita noção do "saber que". Saber que por não ter perdido o controlo no momento provavelmente a coisa não vai acontecer nunca mais.
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Merdas sem jeito nenhum que faço recorrentemente, .i
Porque razão é que continuo sentado à secretária no PC, quando estou cansadíssimo, dói-me o pescoço, falta-me actualizar cerca de 3000 horas de sono, tenho o quarto limpíssimo e a cama com lençóis acabdos de serem postos a cheirar ainda ao detergente que a mãe usa em Ourém e que me acompanhou durante toda a minha vida?
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A sacar, .iv
Hoje em conversa com uma colega minha falava-se de filmes, dos que fui buscar a este estorninho, adormecido entretanto, deste e deste que vi recentemente, de outros que ela viu e outros que nenhum dos dois viu. Falou-se de filmes tristes, lembrei-me imediatamante do melhor filme que alguma vez vi.
O filme é o Requiem for a dream, em Português "A vida não é um sonho", (até o sítio oficial é difícil, não tenham medo de ir carregando). O título em Português, por uma vez reflecte fantasticamente o filme. É isso mesmo, a vida não é um sonho. Filme pesado, triste, crú, duro, denso, realista.
Vejam com calma, parem se quiserem e respirem, não esperem nada, vejam apenas, não façam prognósticos, vejam apenas, não esperem nada de novo. Vejam apenas.
E se no final quiserem respirar um pouco ouçam a banda sonora do filme, composta por Clint Mansel e Kronos Quartet e deliciem-se com algumas pérolas que por lá existem. Em particular este Lux Aeterna que é das melhores faixas de bandas sonoras que alguma vez ouvi e à qual recorro de vez em quando.
Podem escutar a peça parcialmente neste trailer que alguém, e muito bem, fez . Ficam com uma ideia do poder do filme e da banda sonora.
Enjoy (Or not)
O filme é o Requiem for a dream, em Português "A vida não é um sonho", (até o sítio oficial é difícil, não tenham medo de ir carregando). O título em Português, por uma vez reflecte fantasticamente o filme. É isso mesmo, a vida não é um sonho. Filme pesado, triste, crú, duro, denso, realista.
Vejam com calma, parem se quiserem e respirem, não esperem nada, vejam apenas, não façam prognósticos, vejam apenas, não esperem nada de novo. Vejam apenas.
E se no final quiserem respirar um pouco ouçam a banda sonora do filme, composta por Clint Mansel e Kronos Quartet e deliciem-se com algumas pérolas que por lá existem. Em particular este Lux Aeterna que é das melhores faixas de bandas sonoras que alguma vez ouvi e à qual recorro de vez em quando.
Podem escutar a peça parcialmente neste trailer que alguém, e muito bem, fez . Ficam com uma ideia do poder do filme e da banda sonora.
Enjoy (Or not)
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Au revoir, .ii
E lá vai ele mais um mês para Paris, em príncipio! Depois é que vem o menos bom, mas o seu a seu tempo!
Se não fosse por causa deum dois jantar jantares estaria impecavelmente bem disposto com a notícia!
Se não fosse por causa de
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Back to basics, .i
Finalmente vou à cidade pequena, não que tenha muitas saudades do sítio, tenho sim muitas saudades das minhas pessoas, e como referido aqui anteriormente da mais pequena pessoa da minha vida hoje em dia, a Maria Francisco, nome difícil às primeiras 3 repetições, fantástico a partir de tal altura. A menina dos olhos de todos, não só da família mas de todos que contactam com ela. Absolutamente linda e deliciosa. Filha claro está da pessoa que faz de mim um, o meu mano.
Claro que a principal motivação desta viagem, anteriormente mais periódica, é a pessoa que que fez de mim meio, a minha mãe! A minha única, total preocupação!
Vou vê-los, sinto falta depois de finalmente me ter reencontrado comigo, passo a redundância mas sou meio esquizo acho eu, whatever. Em conversa com ele, disse-me "Vou enviar-te uma foto dela para pores no teu blog" e assim o faço. Aqui está ela, a menina dos olhos do mundo. O meu, que é o que interessa!
Até ganho vontade de pensar em algo parecido!!!!!
Claro que a principal motivação desta viagem, anteriormente mais periódica, é a pessoa que que fez de mim meio, a minha mãe! A minha única, total preocupação!
Vou vê-los, sinto falta depois de finalmente me ter reencontrado comigo, passo a redundância mas sou meio esquizo acho eu, whatever. Em conversa com ele, disse-me "Vou enviar-te uma foto dela para pores no teu blog" e assim o faço. Aqui está ela, a menina dos olhos do mundo. O meu, que é o que interessa!
Até ganho vontade de pensar em algo parecido!!!!!
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Ressaca pós pulsão ii
Pois foi, acabei por não resistir à pulsão ii. Acho que nem fiz força, apetecia-me! Porque sim, porque estava contente, como repeti ao longo da noite com o meu companheiro de conversa, que foi muita e variada, de tudo, sobre tudo. Fervilhava de pensamentos claros como a água, tinha a cabeça no lugar, focused, direccionado e gosto quando isso acontece. Fico enérgico e consigo fazer milhares de coisas ao mesmo tempo. Acho que daí a pulsão para beber, para conseguir libertar tudo e ir dormir.
Curioso o ponto motor de tal caudal de pensamentos alinhados e claros. Foi precisamente a noção absoluta do quão estúpido sou na minha maneira de ser e de me relacionar com as pessoas do sexo oposto.
Agora essaa maneira e as conclusões que levaram a tal, frutífera, pulsão ficam ainda a amadurecer cá dentro. Uma coise é certa, estão já plantadas!
Curioso o ponto motor de tal caudal de pensamentos alinhados e claros. Foi precisamente a noção absoluta do quão estúpido sou na minha maneira de ser e de me relacionar com as pessoas do sexo oposto.
Agora essaa maneira e as conclusões que levaram a tal, frutífera, pulsão ficam ainda a amadurecer cá dentro. Uma coise é certa, estão já plantadas!
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Pensafusos conmentos (as usual), .iii
Gosto de desconversar, desatinar, argumentar, mandar bitaites, discutir, debater etc e tal. Acho que é assim que se tem uma boa conversa com troca de ideias e de posntos de vista. O que não significa que só gosto de conversar desta forma. Nada disso, refiro-me ao actos descritos na primeira linha deste post. De resto gosto de falar normalmente sobre quase tudo quase todo o tempo menos quando me dá para as manias, cada vez mais raras, da superioridade ou inferioirdade conforme a situação. Mas quando é para debater coisas é assim que o gosto de fazer.
Gosto de parecer que estou em controlo do que digo e, sei-o, que na, larguíssima, maioria isso está a acontecer. Normalmente falo do que penso, baseado no que sei, que muitas vezes não é o suficiente. É, no entanto, o suficiente para me fazer pensar sobre isso sob uma série de perspectivas diferentes, encadear pensamentos para tentar perceber o porquê da coisa. Ou seja normalmente sei o que estou a dizer, não invento, não minto, não ponho muita palha, verbalizo o que pensei e tenho essa capacidade de no momento verbalizar o que penso e à medida que isso acontece consigo pensar em mais coisas relacionadas com o que estou a dizer. facilmente construo cenários assim bem como ao mesmo tempo consigo verbalizar os mesmos.
Claro que uma condição quase sempre necessária para que tal aconteça é existir uma outra pessoa! Claro que se esta condição fosse universal estaria eu muito bem ou, não exagerando, mais contente. Tem de ser uma pessoa, não obrigatoriamente igual a mim, mas tem de ter no mínimos dos minímos a coisa pensada tão ou melhor do que eu, que saiba a coisa, que não tenha pensado na coisa mas consiga imediatamente tecer considerações critícas sobre ela mas com bases anteriormente pensadas. E escrito assim, como sempre de forma difícil e confusa, confere a esta condição precisamente o grau de dificuldade que, para mim, é necessario para a tal acontecer.
Se a estas características a pessoa conseguir manter o nível de debate dentro dos limites aceitáveis, o que significa que pode haver picardia, interrupção, ironia, concordância, rebate, algumas verdades ditas com o mesmo nível que se está a ter (caso se conheça a pessoa) para tentar destruir um argumento que vai ao desencontro da situação, pensamento ou vivência actual da pessoa. Se tudo isto se mantiver então dentro desses limites é perfeito. É assim que gosto de debater, rebater e outras coisas mais.
Absorve-se muito, sente-se que se está a ser absorvido, chegam-se a conclusões. Normalmente o núcleo, se for entre duas pessoas com ele bem definido, é imutável a não ser que se apanhe ou seja apanhado por uma ideia totalmente "absorvente", e mesmo assim terá de ser muito debate e rebate, conclusões parciais e outras coisas mais. Sente-se que se ouve, que se é ouvido, é mentalmente estimulante. Gosto mesmo de discutir assim. Em relação, em amizade, em conhecimento ou desconhecimento. Gosto.
Caso não seja em relação, e mesmo assim poderá ser. Reformulo! Em relação, amizade, conhecimento ou desconhecimento tudo isto se der a beber um copo e a petiscar qualquer coisa num qualquer sítio descontraído, e que permita, pelo simples facto de ser um sítio assim, descomprimir ou distrair um pouco a atenção quando se sente necessidade de tal, e no final uma saída onde tudo o que se tinha a debater foi debatido e se passe á diversão como se teria passado caso não tivesse havido o debate. Com uma cumplicidade um pouco maior devido à troca de argumentos que se teve mas que lá ficaram e aí se começar a conversar, a falar e a rir de coisas perfeitamente normais e de mútuo acordo, então tenho um tempo que considero insubstituível.
NOTA: Não é obrigatório que tenha de sair para a noite ou sair de todo a seguir ao debate. Basta sair com um pouco mais de cumplicidade.
NOTA 2: Entretnto desde o início e o fim, ao contrário da rapidez habitual de escrita, passaram-se 5 conversas e algumas 3 vezes este álbum
Boa noite, vou mas é dormir!
Gosto de parecer que estou em controlo do que digo e, sei-o, que na, larguíssima, maioria isso está a acontecer. Normalmente falo do que penso, baseado no que sei, que muitas vezes não é o suficiente. É, no entanto, o suficiente para me fazer pensar sobre isso sob uma série de perspectivas diferentes, encadear pensamentos para tentar perceber o porquê da coisa. Ou seja normalmente sei o que estou a dizer, não invento, não minto, não ponho muita palha, verbalizo o que pensei e tenho essa capacidade de no momento verbalizar o que penso e à medida que isso acontece consigo pensar em mais coisas relacionadas com o que estou a dizer. facilmente construo cenários assim bem como ao mesmo tempo consigo verbalizar os mesmos.
Claro que uma condição quase sempre necessária para que tal aconteça é existir uma outra pessoa! Claro que se esta condição fosse universal estaria eu muito bem ou, não exagerando, mais contente. Tem de ser uma pessoa, não obrigatoriamente igual a mim, mas tem de ter no mínimos dos minímos a coisa pensada tão ou melhor do que eu, que saiba a coisa, que não tenha pensado na coisa mas consiga imediatamente tecer considerações critícas sobre ela mas com bases anteriormente pensadas. E escrito assim, como sempre de forma difícil e confusa, confere a esta condição precisamente o grau de dificuldade que, para mim, é necessario para a tal acontecer.
Se a estas características a pessoa conseguir manter o nível de debate dentro dos limites aceitáveis, o que significa que pode haver picardia, interrupção, ironia, concordância, rebate, algumas verdades ditas com o mesmo nível que se está a ter (caso se conheça a pessoa) para tentar destruir um argumento que vai ao desencontro da situação, pensamento ou vivência actual da pessoa. Se tudo isto se mantiver então dentro desses limites é perfeito. É assim que gosto de debater, rebater e outras coisas mais.
Absorve-se muito, sente-se que se está a ser absorvido, chegam-se a conclusões. Normalmente o núcleo, se for entre duas pessoas com ele bem definido, é imutável a não ser que se apanhe ou seja apanhado por uma ideia totalmente "absorvente", e mesmo assim terá de ser muito debate e rebate, conclusões parciais e outras coisas mais. Sente-se que se ouve, que se é ouvido, é mentalmente estimulante. Gosto mesmo de discutir assim. Em relação, em amizade, em conhecimento ou desconhecimento. Gosto.
Caso não seja em relação, e mesmo assim poderá ser. Reformulo! Em relação, amizade, conhecimento ou desconhecimento tudo isto se der a beber um copo e a petiscar qualquer coisa num qualquer sítio descontraído, e que permita, pelo simples facto de ser um sítio assim, descomprimir ou distrair um pouco a atenção quando se sente necessidade de tal, e no final uma saída onde tudo o que se tinha a debater foi debatido e se passe á diversão como se teria passado caso não tivesse havido o debate. Com uma cumplicidade um pouco maior devido à troca de argumentos que se teve mas que lá ficaram e aí se começar a conversar, a falar e a rir de coisas perfeitamente normais e de mútuo acordo, então tenho um tempo que considero insubstituível.
NOTA: Não é obrigatório que tenha de sair para a noite ou sair de todo a seguir ao debate. Basta sair com um pouco mais de cumplicidade.
NOTA 2: Entretnto desde o início e o fim, ao contrário da rapidez habitual de escrita, passaram-se 5 conversas e algumas 3 vezes este álbum
Boa noite, vou mas é dormir!
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4ª Feira de cinzas
E depois de mais um Carnaval absolutamente massacrante, eis que chega a já tão clássica 4ª feira, que por mim é quase sempre de cinzas, que segue a 6ª, Sábado, (algum) Domingo e 2ª de Carnaval. Ok, temos a 3ª para recompor, como se bastasse! Por isso o melhor é adaptar-mo-nos devagarinho.
Como tal fiquem com este som que me vai acompanhar o dia sempre que precisar de arrebitar a pestana.
Remix de Diplo para o Must be a Devil dos Pixies com a voz da ex Bonde do Rolê, Marina.
Bom dia!!!!!!!!
Nota da redacção: Descarto qualquer responsabilidade pelos protestos dos colegas do trabalho, faculdade ou familiares a queixarem-se do pezinho a bater debaixo da mesa
Como tal fiquem com este som que me vai acompanhar o dia sempre que precisar de arrebitar a pestana.
Remix de Diplo para o Must be a Devil dos Pixies com a voz da ex Bonde do Rolê, Marina.
Must be a devil - Diplo Mix
Bom dia!!!!!!!!
Nota da redacção: Descarto qualquer responsabilidade pelos protestos dos colegas do trabalho, faculdade ou familiares a queixarem-se do pezinho a bater debaixo da mesa
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Porto Europeu, .i
F#$%sse, fico furioso quando o meu Porto joga tanto e se encontra nesta posição ao intervalo! Que merda!
(To be continued, esperando que isto mude, e por isto leia-se o resultado, porque o resto pode continuar igual. Tirando a merda do árbitro!!!!!!)
Edit final do jogo: Gostei de ver o Porto massacrar uma equipa que parecia o Trofense. mister Jesualdo, como sabe nunca fui, não sou e não serei um adepto de si, por razões que já referi. Portanto passe lá os 8tavos de final e siga para bingo.
(To be continued, esperando que isto mude, e por isto leia-se o resultado, porque o resto pode continuar igual. Tirando a merda do árbitro!!!!!!)
Edit final do jogo: Gostei de ver o Porto massacrar uma equipa que parecia o Trofense. mister Jesualdo, como sabe nunca fui, não sou e não serei um adepto de si, por razões que já referi. Portanto passe lá os 8tavos de final e siga para bingo.
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Cool Things, .iii
Não sei o que este dentista deu ao Puto, mas ando aqui a ver na rede so meu seguro de saúde se o encontro! Muito Bom!
"...IS THIS REAL LIFE???????..."
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Ressaca do Dia do Valentim, .ii
Para desanuviar antes do que se segue, pois desde que este espaço reabriu ao público encontro-me no estado civil Solteiro, aqui fica um pensamento de um meio romântico, meio céptico, meio sonhador, três quartos realista, cinco quintos eu.
Fim de semana do Valentim, esse tonto incitador do consumo e do empolar de sentimentos e também prolongador de alguns que já não o deveriam ser, whatever. Fim de semana do dito. Ainda pensei em ir jantar ao já quase ou tão mais clássico "Jantar dos Encalhados", "Jantar Anti Valentim e outras desiganções mais. E a verdade seja dita, o dia do Valentim é por excelência a noite dos que não o são.
Mas isso foi no Sábado, lá chegaremos.
O fim de semana foi comprido, bastante comprido. Um corropio interropido por poucos mas intensos momentos de restabelecimento corporal. Uma grande amiga minha veio fazer uma visita a Lisboa e disfrutar desta cidade que é a minha paixão. Gosta de cá vir e de levar o ritmo de fim de semana que imprimo. Eu também gosto que venha. Normalmente este ritmo é mais calmo, mais para descansar. Este fim de semana assim não o foi. Foi diferente e igualmente bom, confessou-mo já ela. Sabia-o já eu.
Chega normalmente à 6ª assim para o fim do dia início da noite, depois muito de jantar. Desta vez veio mais cedo. Chegou para ir ter comigo e ocm uma outra minha grande amiga com quem já vivi 2 anos e pouco há um tempo atrás e umas colegas do seu burgo. A partir daí foi sempre em movimento. Dia e noite! Bom!
Roteiro:
Sexta
Esplanada do São Carlos beber umas cervejinhas -> Casa da Índia comer e beber umas cervejinhas -> Crew Hassan conversar e beber umas cervejinhas -> Bacalhoeiro fazer-me sócio dançar e beber umas cervejinhas -> Casa conversar e beber meio vodka laranja -> Desmaiar
Sábado
Pasteis de Belém -> Adamastor apanhar sol e ver as vistas e beber uma cervejinha -> Corte Inglês comprar ingredientes diferentes para jantar a dois anti Valentim e beber umas cervejinhas -> Bairro alto beber umas cervejinhas e encontrar-me com uma amiga -> Jamaica enlatar e beber umas cervejinhas -> Mercado da ribeira beber uma cervejinha -> Casa -> Desmaiar
Domingo
Mercado do Loureiro beber um Abadia e bater umas chapas -> Descer até À outra face da lua fechada e bater umas chapas -> Subir ao Mercado do Loureiro e beber uma cervejinha e bater umas chapas -> Casa arrumar o resultado do furacão do fim de semana e comer algo -> Páróquia da Póvoa de Santo Adrião ver uma peça de um grupo de jovens do qual uma colega da CSC faz parte -> Casa comer, escrever e desmaiar.
E como referi em cima, neste dia do Valentim onde a paixão é adquirida, continuada ou deixada ligada à máquina por mais um ou dois Valentins eis que, no meu caso continuo apaixonadíssimo por uma Lisboa cada vez mais linda, agora com luminosidades que me apaixonam.
O set de fotos que se seguem têm mais ou menos o tema "Amor" lá pelo meio. A primeira ali em cima é inequivocamente temática sem margem de manobra, as outras são da minha paixão, de paixões, da falta delas e outras coisas mais.









Fotografia by Vitugo
Fim de semana do Valentim, esse tonto incitador do consumo e do empolar de sentimentos e também prolongador de alguns que já não o deveriam ser, whatever. Fim de semana do dito. Ainda pensei em ir jantar ao já quase ou tão mais clássico "Jantar dos Encalhados", "Jantar Anti Valentim e outras desiganções mais. E a verdade seja dita, o dia do Valentim é por excelência a noite dos que não o são.
Mas isso foi no Sábado, lá chegaremos.
O fim de semana foi comprido, bastante comprido. Um corropio interropido por poucos mas intensos momentos de restabelecimento corporal. Uma grande amiga minha veio fazer uma visita a Lisboa e disfrutar desta cidade que é a minha paixão. Gosta de cá vir e de levar o ritmo de fim de semana que imprimo. Eu também gosto que venha. Normalmente este ritmo é mais calmo, mais para descansar. Este fim de semana assim não o foi. Foi diferente e igualmente bom, confessou-mo já ela. Sabia-o já eu.
Chega normalmente à 6ª assim para o fim do dia início da noite, depois muito de jantar. Desta vez veio mais cedo. Chegou para ir ter comigo e ocm uma outra minha grande amiga com quem já vivi 2 anos e pouco há um tempo atrás e umas colegas do seu burgo. A partir daí foi sempre em movimento. Dia e noite! Bom!
Roteiro:
Sexta
Esplanada do São Carlos beber umas cervejinhas -> Casa da Índia comer e beber umas cervejinhas -> Crew Hassan conversar e beber umas cervejinhas -> Bacalhoeiro fazer-me sócio dançar e beber umas cervejinhas -> Casa conversar e beber meio vodka laranja -> Desmaiar
Sábado
Pasteis de Belém -> Adamastor apanhar sol e ver as vistas e beber uma cervejinha -> Corte Inglês comprar ingredientes diferentes para jantar a dois anti Valentim e beber umas cervejinhas -> Bairro alto beber umas cervejinhas e encontrar-me com uma amiga -> Jamaica enlatar e beber umas cervejinhas -> Mercado da ribeira beber uma cervejinha -> Casa -> Desmaiar
Domingo
Mercado do Loureiro beber um Abadia e bater umas chapas -> Descer até À outra face da lua fechada e bater umas chapas -> Subir ao Mercado do Loureiro e beber uma cervejinha e bater umas chapas -> Casa arrumar o resultado do furacão do fim de semana e comer algo -> Páróquia da Póvoa de Santo Adrião ver uma peça de um grupo de jovens do qual uma colega da CSC faz parte -> Casa comer, escrever e desmaiar.
E como referi em cima, neste dia do Valentim onde a paixão é adquirida, continuada ou deixada ligada à máquina por mais um ou dois Valentins eis que, no meu caso continuo apaixonadíssimo por uma Lisboa cada vez mais linda, agora com luminosidades que me apaixonam.
O set de fotos que se seguem têm mais ou menos o tema "Amor" lá pelo meio. A primeira ali em cima é inequivocamente temática sem margem de manobra, as outras são da minha paixão, de paixões, da falta delas e outras coisas mais.









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Ressaca do Dia do Valentim, .i
Como foder uma relação em 3 dias
- Sê tu próprio(*)
- Sê tu próprio(*)
* Aplicável a percentagem suficiente para ter um Muito Bom
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Portugal, .i
Provavelmente a situação mais estúpida que li e ouvi de há muito tempo para cá!
Há gente que merece ser pobre
Há gente que merece ser pobre
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Duro molusco
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A sacar, .iii
I'm not crying - Flight of the Conchords (Episode 1)
"I’m not crying
No, I’m not crying
And if I am crying
It’s not because of you
It’s because I’m thinking about a friend of mine who you don’t know who is dying
That’s right, dying
These aren’t tears of sadness because you’re leaving me
I’ve just been cutting onions
I’m making a lasagna
For one
..."
No, I’m not crying
And if I am crying
It’s not because of you
It’s because I’m thinking about a friend of mine who you don’t know who is dying
That’s right, dying
These aren’t tears of sadness because you’re leaving me
I’ve just been cutting onions
I’m making a lasagna
For one
..."
Fantástica esta série e letras e músicas e mais... Bom! Muito Bom!
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Is that the way?
Disse-lhe que ia utilizar uma foto dela, neste caso duplamente dela. Dela na máquina dela. Trabalhada por mim
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Pensafusos conmentos (as usual), .ii
Janeiro foi um mês complicadíssimo, o início de Fevereiro o tempo de reconciliação, reestruturação e definição do caminho a seguir. Este exercício mental foi duríssimo. Mente fervilhante de pensamentos contínuos por vezes dá nisto. Engarrafmentos mentais que impedem uma fácil resolução do caso. Ainda que, admito, este tenha sido dos mais duros testes contra mim. Foi um Eu versus Eu complicado, porque apesar de todos sermos como somos, felizmente não somos apenas um. Somos vários que juntos formam o Eu.
Normalmente, um desses nós, quando em disputa com um outro, tem sempre a razão, não interessa qual desses nós nem contra qual desses nós, interessa sim, que, o que tem razão impõe-na facilmente e a resolução aparece, mais ou menos, rapidamente e mais ou menos pacificamente. Não foi o caso. Senti uma luta intensa pela posse da razão pelos meus eus envolvidos. E não foram apenas, dois ou três ou mais. Foi uma luta de Eu! Foi complicado. Felizmente e mais uma vez, após batalhar horas e dias a fio com pensamentos sobre o que seria indicado para mim lá acabei por definir uma vez mais o caminho a seguir e, como quase sempre, voltei a sorrir. Ainda bem!
Isto vem a propósito de uma pequena viagem que efectuei desde que cheguei ao escritório. Li os blogs das manas de quem tanto gosto. Por várias razões que ambas sabem. Família como digo com a mais velha. Admiração como digo com a mais nova. Não as vou referenciar porque apenas elas devem saber a quem me refiro, e isso basta-me. Nesta pequena e rápida incursão que fiz aos seus blogs reparei que falavam sobre desejos, vontades, maneiras de ser e de como ser e não ser e acima de tudo ideais!
Ideais de estar, ter e ser. É a isto que se resume a luta diária que mantemos contra nós próprios e à qual me referi em cima para o supracitado perídodo de tempo, que é amostra suficiente para extrapolar para todos os períodos desde que exisitimos conscientemente.
Esta luta seria muito mais fácil se fosse apenas interna, sem estímulos exteriores que influenciam os nós e que dificultam ainda mais a tarefa de pensarmos rigorosamente o que é melhor para eu, pois esses estímulos exteriores potenciam as diferenças entre o como somos, como queremos ser e as novas figuras inseridas pelos estímulos exteriores: o como quem queremos ser, o como quem queremos ter e o como quem queremos estar. O como quem queremos ser e ter é assunto, mais ou menos, "resolvível" já o como quem queremos estar é um assunto diferente.
Diferente porque é muito mais complicado que decidir sobre o que ter ou ser. Mais complicado porque não há idealização possível sobre com quem se quer estar. Existem umas ideias base sobre como gostríamos que ela(e) fosse, umas ideias generalizadas sobre comportamentos gerais. E como se não bastasse esta indefinição sobre com quem queremos estar ainda se acrescenta a merda dos eus que formam o eu. Que, tal como sobre tudo, tem ideias, gostos, perspectivas, ideais diferentes.
Ora se como não bastasse a nossa incapacidade de definir rigorosamente o ideal de pessoa para nós, esta dificuldade aliada às mesmas incapacidades que os nossos eus têm também para o mesmo assunto dá uma salganhada de ordem tal, que nunca conseguiremos definir rigorosamente, nem saber precisamente quem é que queremos para nos acompanhar o próximo, algum, muito, quase todo, todo o tempo.
E não é isso mesmo que é bonito? Mostar que afinal tanto pensamento sobre quem e porquê é totalmente infrutífero, porque no final de contas quem escolhe não és tu, nem os teus, chatos, eus.
É ela(e).
Normalmente, um desses nós, quando em disputa com um outro, tem sempre a razão, não interessa qual desses nós nem contra qual desses nós, interessa sim, que, o que tem razão impõe-na facilmente e a resolução aparece, mais ou menos, rapidamente e mais ou menos pacificamente. Não foi o caso. Senti uma luta intensa pela posse da razão pelos meus eus envolvidos. E não foram apenas, dois ou três ou mais. Foi uma luta de Eu! Foi complicado. Felizmente e mais uma vez, após batalhar horas e dias a fio com pensamentos sobre o que seria indicado para mim lá acabei por definir uma vez mais o caminho a seguir e, como quase sempre, voltei a sorrir. Ainda bem!
Isto vem a propósito de uma pequena viagem que efectuei desde que cheguei ao escritório. Li os blogs das manas de quem tanto gosto. Por várias razões que ambas sabem. Família como digo com a mais velha. Admiração como digo com a mais nova. Não as vou referenciar porque apenas elas devem saber a quem me refiro, e isso basta-me. Nesta pequena e rápida incursão que fiz aos seus blogs reparei que falavam sobre desejos, vontades, maneiras de ser e de como ser e não ser e acima de tudo ideais!
Ideais de estar, ter e ser. É a isto que se resume a luta diária que mantemos contra nós próprios e à qual me referi em cima para o supracitado perídodo de tempo, que é amostra suficiente para extrapolar para todos os períodos desde que exisitimos conscientemente.
Esta luta seria muito mais fácil se fosse apenas interna, sem estímulos exteriores que influenciam os nós e que dificultam ainda mais a tarefa de pensarmos rigorosamente o que é melhor para eu, pois esses estímulos exteriores potenciam as diferenças entre o como somos, como queremos ser e as novas figuras inseridas pelos estímulos exteriores: o como quem queremos ser, o como quem queremos ter e o como quem queremos estar. O como quem queremos ser e ter é assunto, mais ou menos, "resolvível" já o como quem queremos estar é um assunto diferente.
Diferente porque é muito mais complicado que decidir sobre o que ter ou ser. Mais complicado porque não há idealização possível sobre com quem se quer estar. Existem umas ideias base sobre como gostríamos que ela(e) fosse, umas ideias generalizadas sobre comportamentos gerais. E como se não bastasse esta indefinição sobre com quem queremos estar ainda se acrescenta a merda dos eus que formam o eu. Que, tal como sobre tudo, tem ideias, gostos, perspectivas, ideais diferentes.
Ora se como não bastasse a nossa incapacidade de definir rigorosamente o ideal de pessoa para nós, esta dificuldade aliada às mesmas incapacidades que os nossos eus têm também para o mesmo assunto dá uma salganhada de ordem tal, que nunca conseguiremos definir rigorosamente, nem saber precisamente quem é que queremos para nos acompanhar o próximo, algum, muito, quase todo, todo o tempo.
E não é isso mesmo que é bonito? Mostar que afinal tanto pensamento sobre quem e porquê é totalmente infrutífero, porque no final de contas quem escolhe não és tu, nem os teus, chatos, eus.
É ela(e).
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At last!!!!
Finally i woke up in my room, in my city (the medium one), i am in my living room, in my pijama, in my internet. Finally i woke up in a place where i do not have to think that in some time i have to move to another. After almost 2 months this is the first weekend of such brain calm.
Finally i've managed to settle down and realize i was missing this, and realized that tis was what was messing with my head. Settle down dinamic boy, sit down electric boy.
Truly Enjoy
Bom dia
Finally i've managed to settle down and realize i was missing this, and realized that tis was what was messing with my head. Settle down dinamic boy, sit down electric boy.
Truly Enjoy
Peshay featuring Kym Mazelle - Truly
Bom dia
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AnteScriptum: Acredito vivamente que não!
Sou apenas eu que estou a ver esta fantochada da tomada de posse de Barack Obama? Ainda não ouvi o discurso, mas a esta altura penso que isso já pouco interessará pois a imagem que estou a receber é uma mensagem bonita esteticamente mas muito, mas mesmo muito errada quer a algum, muito, tecido social dentro dos Estados dos Unidos, quer a basicamente todo o mundo.
Para não falar das consequências nefastas do defraudar expectativas de grupos sociais que o apoiaram, quer ao defraudar de expectativas dos países em que estas se formaram, sem culpa de Barack Obama, neste caso!, e onde esse defraude pode levar a resultados totalmente ospostos dqueles gerados pela expectativa.
Penso isto, SE E SÓ SE Barack Obama tiver o mínimo dos mínimos a ver com esta fantochada a que assisto.
Caso seja esse o caso, Barack Obama no seu 1º dia como presidente dos Estados Unidos deu um tiro de morte na sua capacidade de gerir, no máximo dos máximos, a expectativa interna quanto mais a expectativa externa.
Para não falar das consequências nefastas do defraudar expectativas de grupos sociais que o apoiaram, quer ao defraudar de expectativas dos países em que estas se formaram, sem culpa de Barack Obama, neste caso!, e onde esse defraude pode levar a resultados totalmente ospostos dqueles gerados pela expectativa.
Penso isto, SE E SÓ SE Barack Obama tiver o mínimo dos mínimos a ver com esta fantochada a que assisto.
Caso seja esse o caso, Barack Obama no seu 1º dia como presidente dos Estados Unidos deu um tiro de morte na sua capacidade de gerir, no máximo dos máximos, a expectativa interna quanto mais a expectativa externa.
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Adeus semana 2
Começa hoje o meu fim de semana! Fantástico, ando a precisar de um fim de semana relaxado, depois de uma semanas mais ou menos tenebrosa. Ando pensativo, cansado, sem jeito e mais coisas. Esta semana deu-me para isto, que posso eu fazer? Whatever!
O que vale é que este fim de semana começa hoje! E o quão bom, descontraído e relaxado espero que seja!
Bom fim de semana
O que vale é que este fim de semana começa hoje! E o quão bom, descontraído e relaxado espero que seja!
Bom fim de semana
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Duro molusco
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Dormência
Dentro de mim
Entro,
Ouço,
Esvaziarem-se
Silêncios vindos do púlpito vazio,
Ecoam
no livre, vão...
Voam,
São!
Estou pleura osmótica,
dormente.
Sou?
Entro,
Ouço,
Esvaziarem-se
Silêncios vindos do púlpito vazio,
Ecoam
no livre, vão...
Voam,
São!
Estou pleura osmótica,
dormente.
Sou?
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Acontecimento mais ou menos anual
From times to times my body, head, soul and particularly my sanity need a change. Usually when that happens i just leave!

I guess this time it won't be different...

Fotografia by Vitugo
I guess this time it won't be different...
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Bem vindo Diogo
De volta ao trabalho mesmo como gosto. Depois de 3 dias de completa inércia no início da semana passada e os últimos dois em grande correria para me por a par de um módulo SAP que terei de aprender a ferros, mas que muito gosto me dá (aprender) eis que se inicia a 1ª semana de verdadeiro trabalho. Gosto assim, de stressar e estar atafulhado em coisas para fazer. É muito bom.
Bom foi também o facto de ter começado a semana no Domingo, com alguma correria à mistura que mais ou menos me deixou logo com o ritmo que acho que terá esta semana. Fui à micro terra, porque o meu manão fez anos no dia 9 de Janeiro (32). Como alguns estorninhos ficaram pela cidade média, eis que ontem fiz mais ou menos um rally das tascas (em ourém), versão buscar coisas para amigos e um outro rally das tascas (em Lisbos), versão entregar as coisas!
Ora depois deste rally, eis que me encontro com uma grande amiga, que está(va) gravidissíma e com quem ontem fui beber um chá ali pelos arredores da cidade grande. Com algumas contracções ainda espaçadas lá se ia movimentando, sempre devagarinhoe já com alguma respiração aprendida no curso! Entretanto a beber o chá eis que o rolhão mucoso, saíu! Fiquei a saber que éum sinal, no entanto meramente indicativo e sem necessidade hospitalar, de que a criança está brevemente no mundo. Deixie-a em casa onde ainda estive um pouco com ela e com a sua mãe. Fiquei com a impressão que o Diogo nasceria nessa noite, e assim foi.
E é por isso que escrevo este post. Hoje acordei com uma mensagem do Diogo, avisando que tinha nascido cerca das 6 da manhã e que estava de boa saúde. A mensagem do Diogo era apenas para saudar os seus amigos.
Pois bem Diogo, mil beijos deste teu amigo. Que sejas feliz com a tua mamã e com os que a rodeiam e que te vão rodear a partir de agora! Tem uma boa vida e sempre que precisares já sabes que tens aqui um amigo com quem contar!
Bem vindo!
P.S.: O rolhão mucoso saíu na parte própria do estabelecimento, vulgo WC!
Bom foi também o facto de ter começado a semana no Domingo, com alguma correria à mistura que mais ou menos me deixou logo com o ritmo que acho que terá esta semana. Fui à micro terra, porque o meu manão fez anos no dia 9 de Janeiro (32). Como alguns estorninhos ficaram pela cidade média, eis que ontem fiz mais ou menos um rally das tascas (em ourém), versão buscar coisas para amigos e um outro rally das tascas (em Lisbos), versão entregar as coisas!
Ora depois deste rally, eis que me encontro com uma grande amiga, que está(va) gravidissíma e com quem ontem fui beber um chá ali pelos arredores da cidade grande. Com algumas contracções ainda espaçadas lá se ia movimentando, sempre devagarinhoe já com alguma respiração aprendida no curso! Entretanto a beber o chá eis que o rolhão mucoso, saíu! Fiquei a saber que éum sinal, no entanto meramente indicativo e sem necessidade hospitalar, de que a criança está brevemente no mundo. Deixie-a em casa onde ainda estive um pouco com ela e com a sua mãe. Fiquei com a impressão que o Diogo nasceria nessa noite, e assim foi.
E é por isso que escrevo este post. Hoje acordei com uma mensagem do Diogo, avisando que tinha nascido cerca das 6 da manhã e que estava de boa saúde. A mensagem do Diogo era apenas para saudar os seus amigos.
Pois bem Diogo, mil beijos deste teu amigo. Que sejas feliz com a tua mamã e com os que a rodeiam e que te vão rodear a partir de agora! Tem uma boa vida e sempre que precisares já sabes que tens aqui um amigo com quem contar!
Bem vindo!
P.S.: O rolhão mucoso saíu na parte própria do estabelecimento, vulgo WC!
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Internet passenger, .i
Gostei de reler algum do meu blog
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A sacar, .ii
Selo Tape - Flight of the Conchords (Episode 4)
"- You know, Jemaine, I've been thinking about love. And I guess it's the very strongest adhesive.
- Oh sorry, Bret. Were you talking to me? I was humming. What did you say?..."
- Oh sorry, Bret. Were you talking to me? I was humming. What did you say?..."
Fantástica esta série e letras e músicas e mais... Bom!
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Duro molusco
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Good Friends
"I wanna give, I wanna give, I want to give everything up for grabs.
I wanna say, I wanna say, I wanna say all the little things.
I wanna make, I wanna make, I wanna make all of the good times.
I want to shake, I want to shake, I want to shake, I want to shake your hand.
But what I really want to do is dance.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance.
I wanna feel, I wanna feel, I want to feel lake water.
I wanna think, I wanna think, I wanna think, Oh man I want to think something fine.
I wanna take, I wanna take, I want to such a long long time.
I wanna wake, I wanna wake, I want to wake up and see your shoes in the stairwell.
It takes a good friend to say you've got your head up your ass.
It takes a good friend to meet you in the park in the dark.
It takes an enemy to help you get out of bed.
It takes your lover to leave you, to feel loneliness.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance.
I want you, I want you, I want you, I want you to sew a button on my shirt.
I want you, I want you, I want you, I want you to come home.
I want you, I want you, I want you, I want you to help us out.
I want you, I want you, I want you, I want you only to love me for my black eyes.
It takes a good friend to say you've got your head up your ass.
It takes a good friend to meet you in the park in the dark.
It takes and enemy to help you get out of bed.
It takes your lover to leave you, to feel loneliness."
I wanna say, I wanna say, I wanna say all the little things.
I wanna make, I wanna make, I wanna make all of the good times.
I want to shake, I want to shake, I want to shake, I want to shake your hand.
But what I really want to do is dance.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance.
I wanna feel, I wanna feel, I want to feel lake water.
I wanna think, I wanna think, I wanna think, Oh man I want to think something fine.
I wanna take, I wanna take, I want to such a long long time.
I wanna wake, I wanna wake, I want to wake up and see your shoes in the stairwell.
It takes a good friend to say you've got your head up your ass.
It takes a good friend to meet you in the park in the dark.
It takes an enemy to help you get out of bed.
It takes your lover to leave you, to feel loneliness.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance. I wanna dance.
I wanna dance. I wanna dance.
I want you, I want you, I want you, I want you to sew a button on my shirt.
I want you, I want you, I want you, I want you to come home.
I want you, I want you, I want you, I want you to help us out.
I want you, I want you, I want you, I want you only to love me for my black eyes.
It takes a good friend to say you've got your head up your ass.
It takes a good friend to meet you in the park in the dark.
It takes and enemy to help you get out of bed.
It takes your lover to leave you, to feel loneliness."
Parc Avenue - Good Friend in Plants and Animals
And if, just if, life makes its funny, unexpected and surprising things, then a little more.
Gros bisous
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Duro molusco
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Sim senhora! Assim sim!
Deo(é)linda!
Músicas
1 - Fado Toninho (0:00)
2 - Fon Fon Fon (2:20)
3 - O Movimento (5:34)
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Duro molusco
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Receita para um dia completo
Apesar de não ser propriamente a minha quadra favorita, como deverão saber (isto é nitidamente o clássico pensamento de todos os bloggers, nos quais me incluo confesso, onde todos julgam que muita gente vai ver isto como uma continuação de uma novela ou sequer interessante) a verdade é que também eu acabo por fazer umas resoluções de ano novo. Comecei a poupar um dinheiro em artifícios diários que, por falta de vontade própria e!... consciente, julguei serem imprescindíveis. No entanto e estando apenas nos primeiros dias, comecei já a experimentar as coisas boas que posso fazer com esse dineiro. Comecei já a saborear o que serão alguns dos momentos que posso ter muito mais regularmente prescindindo de coisas que não me fazem muita falta, de forma a que comece já a perceber o quão positivo é fazer isso em vez de restringir totalmente e depois explodir.
Foi o que aconteceu hoje, 3 dias depois do início da resolução em termos práticos. Ora como em três dias poupei o suficiente para me dar um pequeno prazer hoje, e mesmo assim continuar a guardar mais do dobro do que gastei. Este rácio agradou-me de sobremaneira.
Findado o dia de trabalho e a chegar a casa, penso: "Nã!!!! Para casa?", "Nada disso!". Telefono a uma amiga que gostaria de ter levado a beber um chá, porque sim, porque sei porquê, gosto da sua maneira de estar, falar, escutar, vestir, rir, etc etc, gosto da sua pessoa, isto aliado ao facto de ser linda e interessante, ora se não é companhia ideal para beber um chá no café Nossa Senhora do Monte e conversar um pouco não sei quem será. Não atendeu! :D. Clássico! não me importei muito, iria na mesma sozinho, confesso. Mas teria gostado muito.
Fui na mesma! Beber um chá de cidreira ainda em planta que é necesaário coar com um passador mais ou menos velho, clássico, que trazem. Normalmente leio um dos jornais que costumam ter, mas hoje esteve uma pessoa a ler o jornal interessante 1 hora e meia, que foi o tempo em que lá estive, saí e ele continuou a ler, por quanto temp mais não sei. O que interessa é que o espaço tem imensos detalhes com os quais distrair a vista e pensar em coisas e onde as pessoas que o frequentam frequentam numa base de estar a conversar com quem estão, ou se estão sozinhos como estão, sempre alguns, estão a ler o seu livro, o seu jornal, o jornal do café ou simplesmente a estar! Sem pensar ou reparar em pessoas, tempo para ele. Ou de ele para ela, ou de ela para ele ou de ele para ele ou de ela para ela ou de eles para eles. Bom, pelo menos é assim que eu o percepciono.
Depois deste prazer de hora e meia, penso no outro prazer que me iria dar, gastronómico lá está! Mesmo ao pé existe um Pingo Doce, que é o supermercado, tirando o El Corte Inglés, que tem mais variade de escolha, quer a nível de marcas quer à variedade existente, whatever!
A lista de compras:
1 Queijo Camembert President em caixa de madeira
1 Ramo de salsa
1 Pão caseiro
100 Gr de presunto fatiado
Pimenta preta e sal já tinha
(O meu irmão sugere também um pouco de tomilho)
1 Monte da Ravasqueira (Alentejano como gosto)
Receita para uma noite fantástica
Abrir o Monte da Ravasqueira e provar, aceitar a sugestão com um sorriso nos lábios e encher o balão com quantidade a gosto, não muito, e começar a degustar enquanto se prepara o outro prazer.
Abre-se o 1 Camembert e retira-se do plástico, mete-se de novo na caixa de madeira e na parte de cima fazem-se buracos por todo o queijo com o garfo. Metem-se 4 colheres de sopa de azeite numa taça, pica-se a salsa, de preferência sem uso de utensílios electrónicos, tira a "aquela coisa especial", na quantidade de 1 colher de sopa, junta-se ao azeite, picam-se 2 alhos (médios) bem picados e juntam-se a sala e ao azeite, junta-se um pequena pitade sal e pimenta a gosto. Faz-se uma pasta que seguidamente unta a parte de cima do 1 Camembert. O forno pré-aquecido a 190º recebe o 1 Camembert untado com a pasta feita durante 9 minutos. (Entre estes passos, o balão de vinho é restabelecido número de vezes a gosto, mantendo sempre a maioria da garrafa para o manjar)
Opcional, fazer rolos de presunto e num marcador ou prato grande dispor o presunto em volta do circulo principal, deixando uma abertura para os pedaços de pão caseiro que assentam excelentemente na apresenteção (e suja menos luoça). No círculo central depois de 9 minutos no forno, insere-se o 1 Camembert em caixa de madeira untado com a pasta feita e come-se com uma colher de sobremesa que traz a quantidade certa para um pedaço de pão. (Meter a colher sempre na vertical para apanhar as 3 camadas do 1 Camembert) Colher a colher degustar esta maravilha e "lavar" a boca com o 1 Monte da Ravasqueira regularmente.
Acabe-se o manjar e adicione-se 1 descafeínado NeSpresso, oferecido pela colega de casa, o restante 1 Monte da Ravasqueira e 2 horas de conversa. Chegam à hora em qu estamos perfeitamente completos. O dia foi completo e enriquecedor.
Quem me dera que os meus dias tivessem sempre esta dinâmica e aura positiva e que o rácio tempo de poupanaça vs. prazer proporcionado com o dinheiro poupado em tempo de poupança aumentasse de forma proporcioanl.
Boa noite!
Foi o que aconteceu hoje, 3 dias depois do início da resolução em termos práticos. Ora como em três dias poupei o suficiente para me dar um pequeno prazer hoje, e mesmo assim continuar a guardar mais do dobro do que gastei. Este rácio agradou-me de sobremaneira.
Findado o dia de trabalho e a chegar a casa, penso: "Nã!!!! Para casa?", "Nada disso!". Telefono a uma amiga que gostaria de ter levado a beber um chá, porque sim, porque sei porquê, gosto da sua maneira de estar, falar, escutar, vestir, rir, etc etc, gosto da sua pessoa, isto aliado ao facto de ser linda e interessante, ora se não é companhia ideal para beber um chá no café Nossa Senhora do Monte e conversar um pouco não sei quem será. Não atendeu! :D. Clássico! não me importei muito, iria na mesma sozinho, confesso. Mas teria gostado muito.
Fui na mesma! Beber um chá de cidreira ainda em planta que é necesaário coar com um passador mais ou menos velho, clássico, que trazem. Normalmente leio um dos jornais que costumam ter, mas hoje esteve uma pessoa a ler o jornal interessante 1 hora e meia, que foi o tempo em que lá estive, saí e ele continuou a ler, por quanto temp mais não sei. O que interessa é que o espaço tem imensos detalhes com os quais distrair a vista e pensar em coisas e onde as pessoas que o frequentam frequentam numa base de estar a conversar com quem estão, ou se estão sozinhos como estão, sempre alguns, estão a ler o seu livro, o seu jornal, o jornal do café ou simplesmente a estar! Sem pensar ou reparar em pessoas, tempo para ele. Ou de ele para ela, ou de ela para ele ou de ele para ele ou de ela para ela ou de eles para eles. Bom, pelo menos é assim que eu o percepciono.
Depois deste prazer de hora e meia, penso no outro prazer que me iria dar, gastronómico lá está! Mesmo ao pé existe um Pingo Doce, que é o supermercado, tirando o El Corte Inglés, que tem mais variade de escolha, quer a nível de marcas quer à variedade existente, whatever!
A lista de compras:
1 Queijo Camembert President em caixa de madeira
1 Ramo de salsa
1 Pão caseiro
100 Gr de presunto fatiado
Pimenta preta e sal já tinha
(O meu irmão sugere também um pouco de tomilho)
1 Monte da Ravasqueira (Alentejano como gosto)
Receita para uma noite fantástica
Abrir o Monte da Ravasqueira e provar, aceitar a sugestão com um sorriso nos lábios e encher o balão com quantidade a gosto, não muito, e começar a degustar enquanto se prepara o outro prazer.
Abre-se o 1 Camembert e retira-se do plástico, mete-se de novo na caixa de madeira e na parte de cima fazem-se buracos por todo o queijo com o garfo. Metem-se 4 colheres de sopa de azeite numa taça, pica-se a salsa, de preferência sem uso de utensílios electrónicos, tira a "aquela coisa especial", na quantidade de 1 colher de sopa, junta-se ao azeite, picam-se 2 alhos (médios) bem picados e juntam-se a sala e ao azeite, junta-se um pequena pitade sal e pimenta a gosto. Faz-se uma pasta que seguidamente unta a parte de cima do 1 Camembert. O forno pré-aquecido a 190º recebe o 1 Camembert untado com a pasta feita durante 9 minutos. (Entre estes passos, o balão de vinho é restabelecido número de vezes a gosto, mantendo sempre a maioria da garrafa para o manjar)
Opcional, fazer rolos de presunto e num marcador ou prato grande dispor o presunto em volta do circulo principal, deixando uma abertura para os pedaços de pão caseiro que assentam excelentemente na apresenteção (e suja menos luoça). No círculo central depois de 9 minutos no forno, insere-se o 1 Camembert em caixa de madeira untado com a pasta feita e come-se com uma colher de sobremesa que traz a quantidade certa para um pedaço de pão. (Meter a colher sempre na vertical para apanhar as 3 camadas do 1 Camembert) Colher a colher degustar esta maravilha e "lavar" a boca com o 1 Monte da Ravasqueira regularmente.
Acabe-se o manjar e adicione-se 1 descafeínado NeSpresso, oferecido pela colega de casa, o restante 1 Monte da Ravasqueira e 2 horas de conversa. Chegam à hora em qu estamos perfeitamente completos. O dia foi completo e enriquecedor.
Quem me dera que os meus dias tivessem sempre esta dinâmica e aura positiva e que o rácio tempo de poupanaça vs. prazer proporcionado com o dinheiro poupado em tempo de poupança aumentasse de forma proporcioanl.
Boa noite!
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Duro molusco
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Pensamentos aleatórios (Banho, duche, cozinha, etc) .ii
Os génios são os que têm consciência posterior e verbalização escrita dos seus pensamentos
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Duro molusco
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Feliz vida e morte meus queridos
Não ligo muito a esta data festivaque atravessamos, ainda existe, nem sei se infelizmente se indeferentemente, o dia de Reis que prolonga esta quadra até o dia 6 de Janeiro o que perfaz uma quantidade demasiadamente extensa para o que é. Não que seja uma pessoa triste, mas antes uma pessoa que observa tudo mais ou menos de uma forma desprendida e sempre com muito sentido crítico. A verdade é que acho demasiado longa esta festividade, desde que começa, hoje em dia em meados de Novembro já "cheira" a "sente" a Natal. Como referi não sou uma pessoa incólume ao sentimento natalício, gosto da parte familiar da quadra, de reunir família como antigamente e este em particular com mais uma pessoa que antigamente, que veio substituir uma outra e que trouxe muita alegria a casa. Como poderão (l)ver sinto! O que me chateia é que sinto no momento certo, não necessito de andar a sentir continuamente só porque sim, sinto quando sinto e não porque tenho de. E sinto esse espírito natalício sempre que ele se proporciona, independentemente de altura do ano em que ocorre.
Posso concordar com o facto de não gostar muito de pensar muito profundamente sobre mim, pelo menos em dias em que essa profundidade de pensamentos que não existem. Fico ali em círculos, cirandando o que parece ser um problema mas que na verdade não o é. Acho que é mais ou menos isso que causa desarranjos do foro psicológico. A incapacidade de conseguir verificar que o problema sobre o qual se circula é perfeitamente manejável. Felizmente tenho essa capacidade de discernimento absolutamente apurada, significando que por vezes dou por mim a tentar procurar preocupações e problemas para os quais não tenho solução, mas claramentenão têm porque pura e simplesmente não existem. Talvez seja a mania da mente humana, reformulo. Dos humanos de terem de andar preocupados com algo, talvez seja um reflexo de um estilo de vida onde o vazio, vulgo bem estar, psicológico não é natural, é contra-natura. Seja como for eu não sou assim. E cá para mim, felizmente.
Facto é que, depois de tal prolongada quadra festiva, onde a felicidade, bondade, carinho, amizade fraterna, solidariedade e alegria são apregoadas em alta voz como se estas características tivessem espaço próprio para aparecer, até eu começo a duvidar da minha forma de estar em relação a estas, diga-se em abono da verdade, qualidades humanas. E quando tal acontece, confesso que por norma é no fim da quadra natalícia, vulgo pós fim de ano, que entro por mim a dentro e faço retrospectivas estúpidas que me levam a conslusões igualmente estúpidas e que inteligentemente descarto a seu tempo.
No entanto e olhando para estas qualidades humanas que enumerei em cima, consigo rever-me em quase todas, outras não completamente, e consigo não rever muitas pessoas com essas qualidades enumeradas mas que as desempenham com mestria no tempo que lhes é destinado. Eu sem falsas modéstias e com feitio conhecido pelos mais próximos afirmo que me revejo particularmente em duas dessas qualidades carinho e amizade vincadíssima. Claro está, já o disse, guardo-as sempre intactas e em perfeito estado para quem as merece, para outras em fase de conhecimento salpico-me delas, como me perfumando, para ver quem é comptível com tal odor, misturo sempre no entanto outras essências menos bonitas, já que vejo o conhecimento como um processo onde gosto de saber tudo.
Sou curioso também, mas principalmente carinhoso e amigo. Ora este é um pensamento que normalmente, fora deste final desta, em particular, quadra festiva me ocorre bastante regularmente e não potencia muitos mais pensamentos sobre o como sou. Acontece que nesta fase de, diria quase depressão colectiva pós abundância das boas qualidades (Sim! Redundante porque sim!) e início da vida normal apenas com umas sobras de tal abundância, este pensamento sobre o meu ser levou-me a outros pensamentos sobre como é outra pessoa muito parecida comigo, mais precisamente o meu irmão cuja identidade é a minha tendo em conta as palavras escritas até agora e para meu espanto ainda me levou para outro nível, nomeadamente as escaladas de necessidades das pessoas.
Como é possível tal pensamento inicial ter despoletado tal discorrimento de pensamentos, para mim encadeados, ao ponto de ter reflectido sobre a escalada de necessidades das pessoas e o sobre como as pessoas como nós são sugadas destes sentimentos e mesmo assim manter sempre intactos os recipientes deles. É preciso um grande depósito para tal acontecer, e aqui chego mais ou menos onde queria chegar, que é a incapacidade nos nossos anos de vida termos produzido tal quantidade dessas belas qualidades. Sendo assim, e tendo a certeza do que estou a dizer, os nossos depósitos foram sendo alimentados destas qualidades pela nossa família, e quando digo família digo literalmente, a minha Mãe e o meu Paizinho que foram percussores, apesar de, de dentro, não parecer afinal nos encheram de carinho e amizade e melhor ainda nos deram a receita sobre como continuar a produzir essas substâncias até as passarmos aos nossos, nossos nossos ou nossos outros.
Por isso, desculpa Mãe não te ter dado uma prenda, mas a minha melhor prenda será sempre o amor, carinho e amizade incondicionais. Para ti Pai tudo isso e mais. A certeza que me estou a portar e a pensar como tu gostarias que eu o fizesse.
Obrigada por me darem esta prenda vitalícia.
Posso concordar com o facto de não gostar muito de pensar muito profundamente sobre mim, pelo menos em dias em que essa profundidade de pensamentos que não existem. Fico ali em círculos, cirandando o que parece ser um problema mas que na verdade não o é. Acho que é mais ou menos isso que causa desarranjos do foro psicológico. A incapacidade de conseguir verificar que o problema sobre o qual se circula é perfeitamente manejável. Felizmente tenho essa capacidade de discernimento absolutamente apurada, significando que por vezes dou por mim a tentar procurar preocupações e problemas para os quais não tenho solução, mas claramentenão têm porque pura e simplesmente não existem. Talvez seja a mania da mente humana, reformulo. Dos humanos de terem de andar preocupados com algo, talvez seja um reflexo de um estilo de vida onde o vazio, vulgo bem estar, psicológico não é natural, é contra-natura. Seja como for eu não sou assim. E cá para mim, felizmente.
Facto é que, depois de tal prolongada quadra festiva, onde a felicidade, bondade, carinho, amizade fraterna, solidariedade e alegria são apregoadas em alta voz como se estas características tivessem espaço próprio para aparecer, até eu começo a duvidar da minha forma de estar em relação a estas, diga-se em abono da verdade, qualidades humanas. E quando tal acontece, confesso que por norma é no fim da quadra natalícia, vulgo pós fim de ano, que entro por mim a dentro e faço retrospectivas estúpidas que me levam a conslusões igualmente estúpidas e que inteligentemente descarto a seu tempo.
No entanto e olhando para estas qualidades humanas que enumerei em cima, consigo rever-me em quase todas, outras não completamente, e consigo não rever muitas pessoas com essas qualidades enumeradas mas que as desempenham com mestria no tempo que lhes é destinado. Eu sem falsas modéstias e com feitio conhecido pelos mais próximos afirmo que me revejo particularmente em duas dessas qualidades carinho e amizade vincadíssima. Claro está, já o disse, guardo-as sempre intactas e em perfeito estado para quem as merece, para outras em fase de conhecimento salpico-me delas, como me perfumando, para ver quem é comptível com tal odor, misturo sempre no entanto outras essências menos bonitas, já que vejo o conhecimento como um processo onde gosto de saber tudo.
Sou curioso também, mas principalmente carinhoso e amigo. Ora este é um pensamento que normalmente, fora deste final desta, em particular, quadra festiva me ocorre bastante regularmente e não potencia muitos mais pensamentos sobre o como sou. Acontece que nesta fase de, diria quase depressão colectiva pós abundância das boas qualidades (Sim! Redundante porque sim!) e início da vida normal apenas com umas sobras de tal abundância, este pensamento sobre o meu ser levou-me a outros pensamentos sobre como é outra pessoa muito parecida comigo, mais precisamente o meu irmão cuja identidade é a minha tendo em conta as palavras escritas até agora e para meu espanto ainda me levou para outro nível, nomeadamente as escaladas de necessidades das pessoas.
Como é possível tal pensamento inicial ter despoletado tal discorrimento de pensamentos, para mim encadeados, ao ponto de ter reflectido sobre a escalada de necessidades das pessoas e o sobre como as pessoas como nós são sugadas destes sentimentos e mesmo assim manter sempre intactos os recipientes deles. É preciso um grande depósito para tal acontecer, e aqui chego mais ou menos onde queria chegar, que é a incapacidade nos nossos anos de vida termos produzido tal quantidade dessas belas qualidades. Sendo assim, e tendo a certeza do que estou a dizer, os nossos depósitos foram sendo alimentados destas qualidades pela nossa família, e quando digo família digo literalmente, a minha Mãe e o meu Paizinho que foram percussores, apesar de, de dentro, não parecer afinal nos encheram de carinho e amizade e melhor ainda nos deram a receita sobre como continuar a produzir essas substâncias até as passarmos aos nossos, nossos nossos ou nossos outros.
Por isso, desculpa Mãe não te ter dado uma prenda, mas a minha melhor prenda será sempre o amor, carinho e amizade incondicionais. Para ti Pai tudo isso e mais. A certeza que me estou a portar e a pensar como tu gostarias que eu o fizesse.
Obrigada por me darem esta prenda vitalícia.
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E nada melhor para começar trabalho, semana e ano
Do que isto
Trofense 2 - 0 Benfica
Muito bom...
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Madrugar, barbear e vestir
Depois de umas merecidas, inéditas, no início assustadoras, mas com conclusão fantástica, férias. Amanhã tenho de meter o modo "Back to work, barbeado e em fato", algo que não me desagrada por completo, aliás até estou mais ou menos ansioso para que tal modo recomece, pois já tive as férias mercedias, mais tempo seria massacre. Houvesse mais dinheiro e mais dias continuaria vagueando por aí, acabou-e o fundo de maneio e o tempo e como tal voltar a fazer algo produtivo é algo que me deixa contente, o que não invalida que tenha pena de apagar alguns hábitos adquiridos durante este mês.


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A sacar, i
Faz já algum tempo em que me deparei com um ou dois episódios desta série, mas que depois, não sei porque razão, desapareceu tal e qual começou, talvez por ser ao Domingo à noite, bem noite ou talvez por não ter tido mesmo aceitação por parte do público. Não interessa, interessa a série, que retrata uma banda merdosa a tentar chegar ao estrelato no states. As personagens são absolutamente deliciosas bem como as letras que a banda fazia. A série chama-se Flight of The Conchords e aqui fica um dos muitos videos que podem googlar à vontade. Para mim é absolutamente delicioso quer o video quer o Jermaine. Mas a letra, a letra é que me parte todo!
"Looking round room,
I can tell that you
Are the most beautiful girl in the...room.
In the whole wide room
Oooh.
And when you're on the street
Depending on the street
I bet you are definitely in the top three..."
The Most Beautiful Girl In The Room - Flight of the Conchords
"Looking round room,
I can tell that you
Are the most beautiful girl in the...room.
In the whole wide room
Oooh.
And when you're on the street
Depending on the street
I bet you are definitely in the top three..."
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Back in business
Espero que todos e todas tenham tido umas excelentes festas e essas coisas todas. Este ano resolvi fazer estas declrações postumamente apenas porque sim.
Depois desta panóplia de declarações póstuma, eis então o que interessa.
Quer-me parecer que estou de volta com vontade de alargar o espectro das conversas mantidas neste espaço a muitos outros assuntos, maioritariamente sem interesse rigorosamente nenhum mas sempre com algum conteúdo, sendo por vezes necessário cavar bem fundo para o achar, e mesmo assim não garanto que exista lá por baixo. O que interessa mesmo é que estou de volta!

Depois desta panóplia de declarações póstuma, eis então o que interessa.
Quer-me parecer que estou de volta com vontade de alargar o espectro das conversas mantidas neste espaço a muitos outros assuntos, maioritariamente sem interesse rigorosamente nenhum mas sempre com algum conteúdo, sendo por vezes necessário cavar bem fundo para o achar, e mesmo assim não garanto que exista lá por baixo. O que interessa mesmo é que estou de volta!

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Pensamentos aleatórios (Banho, duche, cozinha, etc) .i
-1. Hoje em dia, salvo um número ínfimo de pessoas, para se fazer ouvir é preciso pagar uma consulta de psicologia e nesse caso o impacto das ideias é nulo.
-2. Os planos estragam o plano.
-2. Os planos estragam o plano.
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Reality

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I am not dreaming, sometimes reality overcomes the imaginary. I am living and loving it!
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Pensar -> Agir
Derivado a um ano de intenso trabalho eis que as minhas férias foram ficando esquecidas e não gozadas ao longo do ano, ficando com todas elas por gozar. Entretanto informado pela minha manager, fiquei a saber que não poderia passar férias para 2009 e que teria de as marcar em Dezembro, ora esta conversa teve lugar na última semana de Novembro o que me deixou uma margem de manobra ligeiramente reduzida para planear merdas, mas pronto tinha corrido bem, pois tinha conseguido protelar 5 dias para Janeiro e aí poder planear mais uma viagem com algum tempo de antecedência o que significa redução de custos.
Ora ficando com 5 dias para Janeiro, teria férias de 13 de Dezembro a 4 de Janeiro, bom para descansar, mau para não descansar já que ninguém tem férias antes do Natal. No entanto mexi uns cordelinhos e tinha já tudo planeado para os meus dias de férias, passear por essa Europa fora a revisitar pessoas e descontrair um pouco. E com uma viagem no fim de semana de 20, as férias ficavam compostas, uma semana de mais ou menos preparação, fim de semana fora, e quando chegasse era basicamente Natal e a seguir basicamente ano novo que em princípio será passado em terras de nuestros hermanos com 2 irmãos! Espero e desejo que assim o seja.
Ora acontece que na 6ª feira 5 de Dezembro chega a minha manager a dizer que tinha acabado de sair de uma teleconferência onde ttinha sido informada de uma directiva a nível mundial que não permitia a passagem de qualquer dia de férias para 2009, apenas em casos especiais, o que não era o meu caso. Compreendi a acedi, tive de aceder bem vistas as coisas. Acedi mas não entranhei, apenas passados 4 ou 5 minutos de ter tido esta conversa vi que sendo assim, as minhas férias começavam naquele próprio dia!
Pânico, medo, stress por estar de férias! O que fazer, tanto tempo, tão poucas pessoas disponíveis, tanta vontade de fazer e tão pouco tempo para planear as coisas. Ora sendo assim, foi mesmo à bruta, nesse mesmo dia comprei-me mais um presente. Outra viagemzinha para Paris para revisitar alguém de quem ando a gostar imenso, assim foi e assim fui, cheguei anteontem depois de muitas horas de viagem, avião, comboio, metro, carro, etc directamente para casa do meu mano, cunhada e sobrinha linda.
Ontem o jantar de Natal da CSC, que poderei descrever talvez mais tarde pois agora tenho de ir almoçar precisamente com uma colega de quem gosto muito.
Depois de amanhã, e depois de ter visto a minha reserva para Madrid cancelada, optei por arrancar de carro com uma amiga, acaba por ficar no mesmo preço que a alternativa apresentada, o regresso esse fica marcado para pertissimo do Natal.
Resumindo e concluindo porque tenho de ir tomar um banho e sair debaixo dos lençois, tudo se faz quando se quer, e o quão eu queria e o quão eu fiz. Estou contente comigo mais uma vez, e estou absolutamente contente com as minhas férias que de stressantes no dia 5 de Dezembro, passaram a fantásticas no próprio dia! ehehehe
Ora ficando com 5 dias para Janeiro, teria férias de 13 de Dezembro a 4 de Janeiro, bom para descansar, mau para não descansar já que ninguém tem férias antes do Natal. No entanto mexi uns cordelinhos e tinha já tudo planeado para os meus dias de férias, passear por essa Europa fora a revisitar pessoas e descontrair um pouco. E com uma viagem no fim de semana de 20, as férias ficavam compostas, uma semana de mais ou menos preparação, fim de semana fora, e quando chegasse era basicamente Natal e a seguir basicamente ano novo que em princípio será passado em terras de nuestros hermanos com 2 irmãos! Espero e desejo que assim o seja.
Ora acontece que na 6ª feira 5 de Dezembro chega a minha manager a dizer que tinha acabado de sair de uma teleconferência onde ttinha sido informada de uma directiva a nível mundial que não permitia a passagem de qualquer dia de férias para 2009, apenas em casos especiais, o que não era o meu caso. Compreendi a acedi, tive de aceder bem vistas as coisas. Acedi mas não entranhei, apenas passados 4 ou 5 minutos de ter tido esta conversa vi que sendo assim, as minhas férias começavam naquele próprio dia!
Pânico, medo, stress por estar de férias! O que fazer, tanto tempo, tão poucas pessoas disponíveis, tanta vontade de fazer e tão pouco tempo para planear as coisas. Ora sendo assim, foi mesmo à bruta, nesse mesmo dia comprei-me mais um presente. Outra viagemzinha para Paris para revisitar alguém de quem ando a gostar imenso, assim foi e assim fui, cheguei anteontem depois de muitas horas de viagem, avião, comboio, metro, carro, etc directamente para casa do meu mano, cunhada e sobrinha linda.
Ontem o jantar de Natal da CSC, que poderei descrever talvez mais tarde pois agora tenho de ir almoçar precisamente com uma colega de quem gosto muito.
Depois de amanhã, e depois de ter visto a minha reserva para Madrid cancelada, optei por arrancar de carro com uma amiga, acaba por ficar no mesmo preço que a alternativa apresentada, o regresso esse fica marcado para pertissimo do Natal.
Resumindo e concluindo porque tenho de ir tomar um banho e sair debaixo dos lençois, tudo se faz quando se quer, e o quão eu queria e o quão eu fiz. Estou contente comigo mais uma vez, e estou absolutamente contente com as minhas férias que de stressantes no dia 5 de Dezembro, passaram a fantásticas no próprio dia! ehehehe
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The True Love Story
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Alcança-se o objectivo perde-se a intensidade! Se se demora a alcançar o objectivo e se ganha na intensidade, pode ser tarde demais!
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Contradictory Wishes
(Censorship still works around here ehehe)
Meanwhile without nothing to do, i stared at the keyboard and found some interesting things, that he offers. (Ok not that interesting, nevertheless they are kind of cool) In fact, one of those things reunites two wishes i do have for 2009. The way i see them they are absolutely incompatible, the way i wished i guess they woludn't be...
(Post in progress... I'll just leave the two wishes documented)

I usually don't make a lot of plans and resolutions for the next year to come. I just let things go, during the year and dependind on the circumstances then i take some actions to face those circumstances and to change them if they are against what i feel is better for me. To be honest i do not make plans at all! At least, in the long term! Or i didn't used to as i'm becoming older and i have to start to think more "long termly", i think i have started to do that in some situations. I don't discuss how long is the long term, for me i think it's much shorter than for most of the people. Fact is that my long term is becoming longer.
There are some issues that extend my long term even more. Those wicked heart business, that make me wonder about how will my life be in some time from now, regarding those business, and i must say that the perspective i had about it, wich was kind of relaxed, is rapidly changing. Not that i am affraid of getting "Old, ugly, and ALONE... And unconscious!", just that i really think i would suit very well to a woman. For reasons i've already talked about, but i will sinthetize quickly here.
I am kind of a distant person regarding feelings, i guess i know why, nevertheless i am not a ice block. I just like to keep all my warmness to the people i think deserve it. Absolutely focused on them, i don't like to fakely warm other people and then, for those who really deserve it i get cold because i've spent the warm before. That's the way i think, am and i won't change much regardingthis issue. That's who i am.
So, i would like to start thinking more "We(ly)" that "I(ly)". And by WE i do not think about anyone or anything in particular, despite having some persons for who i do feel things and things i would like to have really close to complement my existence. I am positioned in a point of changes, the right time to make choices, or better the last opportunity to make choices. Either focused on a career or focused on a career and love or plain love.
So this December, will be passed thinking about this issues, so i start 2009 with pre-thought ideas about what i do want for me, myself and i! If it is with someone rather than something the better.
The € wish is just to fool people around. Because that will never move me in anyway, at least in the present and hopefully in the future. Nevertheless to acomplish most of the other wishes it realy must be present.
Meanwhile without nothing to do, i stared at the keyboard and found some interesting things, that he offers. (Ok not that interesting, nevertheless they are kind of cool) In fact, one of those things reunites two wishes i do have for 2009. The way i see them they are absolutely incompatible, the way i wished i guess they woludn't be...
(Post in progress... I'll just leave the two wishes documented)

Fotografia by Vitugo
I usually don't make a lot of plans and resolutions for the next year to come. I just let things go, during the year and dependind on the circumstances then i take some actions to face those circumstances and to change them if they are against what i feel is better for me. To be honest i do not make plans at all! At least, in the long term! Or i didn't used to as i'm becoming older and i have to start to think more "long termly", i think i have started to do that in some situations. I don't discuss how long is the long term, for me i think it's much shorter than for most of the people. Fact is that my long term is becoming longer.
There are some issues that extend my long term even more. Those wicked heart business, that make me wonder about how will my life be in some time from now, regarding those business, and i must say that the perspective i had about it, wich was kind of relaxed, is rapidly changing. Not that i am affraid of getting "Old, ugly, and ALONE... And unconscious!", just that i really think i would suit very well to a woman. For reasons i've already talked about, but i will sinthetize quickly here.
I am kind of a distant person regarding feelings, i guess i know why, nevertheless i am not a ice block. I just like to keep all my warmness to the people i think deserve it. Absolutely focused on them, i don't like to fakely warm other people and then, for those who really deserve it i get cold because i've spent the warm before. That's the way i think, am and i won't change much regardingthis issue. That's who i am.
So, i would like to start thinking more "We(ly)" that "I(ly)". And by WE i do not think about anyone or anything in particular, despite having some persons for who i do feel things and things i would like to have really close to complement my existence. I am positioned in a point of changes, the right time to make choices, or better the last opportunity to make choices. Either focused on a career or focused on a career and love or plain love.
So this December, will be passed thinking about this issues, so i start 2009 with pre-thought ideas about what i do want for me, myself and i! If it is with someone rather than something the better.
The € wish is just to fool people around. Because that will never move me in anyway, at least in the present and hopefully in the future. Nevertheless to acomplish most of the other wishes it realy must be present.
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Pequenas coisas
Das poucas vantagens que consigo retirar do facto de ser inverno é o facto da água da torneira sair à temperatura ideal para o meu gosto.
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Memórias musicais
Em pleno estudo aqui no escritório, passo o dia basicamente todo com os headphones nas orlehas, o que até é positivo pois sempre aquecem um pouco pois está um frio do camandro dentro, a meio e mesmo fora de qualquer sítio. Sirando por aí em descobertas de novas músicas mas sempre com um ouvido e olho em algumas, muitas outras que sei que vou gostar de re-ouvir. E quando tenho um tempo até de rever.
Foi o que aconteceu com esta música que me deliciou e ainda delicia. Intemporal na sua beleza ou não fosse ela cantada por um dos maiores compositores de sempre, na minha opinião. Mas neste caso aliada à música fantástica está este que é para mim um dos melhores videos de sempre.
A ver e ouvir com muita atenção e deleite.
Foi o que aconteceu com esta música que me deliciou e ainda delicia. Intemporal na sua beleza ou não fosse ela cantada por um dos maiores compositores de sempre, na minha opinião. Mas neste caso aliada à música fantástica está este que é para mim um dos melhores videos de sempre.
A ver e ouvir com muita atenção e deleite.
UNKLE ft. Thom Yorke - Rabiit in your headlights
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Le histoire (incomplete)
He had already been in Paris working for 3 months. He loved the city and everything else. Something missed when he left. Ususaly he is an adventurer but not as much as other people he knows or hears about or sees around. Eventhough there are things that must be done, and so he started thinking a long ago about this adventure, never but ever in a very big detail, he just let it flow. Took the decision sometime ago, bought the ticket and from that moment on, he had to do it. And he did. He flew back to Paris to meet someone that he should have met before. Well in the impossibility of so, this was the moment. He went by himself (wich for him is something kind of wild) but from this day on, it will never be like this again, it will be easier either to the same place he flew or another one. The adventure starter in Caxarias, a very very small palce very very far away from his destination later that day.

He took the train to Porto, from where he had the flight. As usual, he always travels by train in the Bar of the train, it's more relaxed there are no limitations on the amount of space that you can occupy or the position you have to take, during the ride. He likes it because he can read his papers relaxed. Some people sat over there also, the bar was closed wich revealed to be a nice thing as there was no noise in that part. He sat there for almost all of the trip, just changing when arriveing to Gaia, because he knew that the train passes just besides the ocean and the, cold beaches of the north, and in that way he could see the sea and the sand, something that he so much loves and that this year were replaced by Paris, wich is something he really didn't mind happening. He arrived to the Airport in Porto. With his travelling luggage, very old and with some warm clothes as in Paris it would be tres tres froid


Everything was on time, no delays, fantastic weather and fantastic airport, very relaxed with very few people. Wandering around he took some pictures whilst waiting for the time to pass the check in. And start that boring process of having to just be there waiting. Everything running smoothly, even the possibility of surfing internet for free and chatting the last lines with some friends whilst listening to some good tunes in his PC. He sat and waited, waited untill he remmenbers to ask, there were 20 minutes left to the plane to take of and no one in that area was even standing waiting to be the first on the plane, i never understood why as in TAP you have reserved seats, but whatever. He steps up and, showing his ticket asks the girl if the flight was dealyed, the girl takes a look to his ticket and says "Your flight is not here is on the other end of the airport!" finiching with an alarming "And, you lost your flight!". Panic, running to the other end. Well, at the end everything was ok and so he boarded the flight. He usually take some pills to fly, and so he did ehhe. The sky looks more beautifull

He arrived to Paris and started stepping over french papers lying on the floor. He hates landings, this one was really smooth, even that went fantastic. The place he already knew, Orly for the many times he had landed there. The cold that was bigger than any other time. Nevertheless he arrived and quickly forget the cold. He had this amazing person waiting for him. At last they met, at last they spoke instead of typing, at last he coul almost imediatly see that that person was really how he had thouhgt, that part of the story remains for myself. In land, we went to the hotel and everything was absolutely perfect (except one kind of a thing that was in the middle of the view, but that is visible from every room of that hotel), a little detail in the midle of so many just perfect things.


And from the little village Caxarias to Paris it was a little jump, in a day that i will keep in my memories for ever, for a lot of reasons.
The rest? The rest was absolutely fantastic, everyting, every minute, every peace of snow that also appeared Sunday morning, every coffee and every word. Words, that i sincerely hope that we keep on writing. Words, that i won't put here, i'll just put some of those.

the continuation of them i'm sure will be written but not published! Rather felt and written on our walls.

A tres tres bientot my dearest friend!

He took the train to Porto, from where he had the flight. As usual, he always travels by train in the Bar of the train, it's more relaxed there are no limitations on the amount of space that you can occupy or the position you have to take, during the ride. He likes it because he can read his papers relaxed. Some people sat over there also, the bar was closed wich revealed to be a nice thing as there was no noise in that part. He sat there for almost all of the trip, just changing when arriveing to Gaia, because he knew that the train passes just besides the ocean and the, cold beaches of the north, and in that way he could see the sea and the sand, something that he so much loves and that this year were replaced by Paris, wich is something he really didn't mind happening. He arrived to the Airport in Porto. With his travelling luggage, very old and with some warm clothes as in Paris it would be tres tres froid


Everything was on time, no delays, fantastic weather and fantastic airport, very relaxed with very few people. Wandering around he took some pictures whilst waiting for the time to pass the check in. And start that boring process of having to just be there waiting. Everything running smoothly, even the possibility of surfing internet for free and chatting the last lines with some friends whilst listening to some good tunes in his PC. He sat and waited, waited untill he remmenbers to ask, there were 20 minutes left to the plane to take of and no one in that area was even standing waiting to be the first on the plane, i never understood why as in TAP you have reserved seats, but whatever. He steps up and, showing his ticket asks the girl if the flight was dealyed, the girl takes a look to his ticket and says "Your flight is not here is on the other end of the airport!" finiching with an alarming "And, you lost your flight!". Panic, running to the other end. Well, at the end everything was ok and so he boarded the flight. He usually take some pills to fly, and so he did ehhe. The sky looks more beautifull

He arrived to Paris and started stepping over french papers lying on the floor. He hates landings, this one was really smooth, even that went fantastic. The place he already knew, Orly for the many times he had landed there. The cold that was bigger than any other time. Nevertheless he arrived and quickly forget the cold. He had this amazing person waiting for him. At last they met, at last they spoke instead of typing, at last he coul almost imediatly see that that person was really how he had thouhgt, that part of the story remains for myself. In land, we went to the hotel and everything was absolutely perfect (except one kind of a thing that was in the middle of the view, but that is visible from every room of that hotel), a little detail in the midle of so many just perfect things.


And from the little village Caxarias to Paris it was a little jump, in a day that i will keep in my memories for ever, for a lot of reasons.
The rest? The rest was absolutely fantastic, everyting, every minute, every peace of snow that also appeared Sunday morning, every coffee and every word. Words, that i sincerely hope that we keep on writing. Words, that i won't put here, i'll just put some of those.

the continuation of them i'm sure will be written but not published! Rather felt and written on our walls.

A tres tres bientot my dearest friend!
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Há coisas regadas de malvadez
Normalmente sou capaz de ver o que se passou nas cabeças das pessoas para tomarem certo tipo de atitudes. Consigo chegar lá, por vezes após muito pensar nisso. É isso que me tem acontecido desde Sábado de manhã, em que acordei para recolher a minha roupa escura que tinha posto a lavar e secar na sexta-feira. Acordo, impecavelmente bem disposto, já que a noite anterior foi caseirissima, e dirijo-me ao estendal, ainda meio a dormir. Olho para o estendal de fora da janela, e fico aí 2 minutos a olhar incrédulo para a minha roupa, toda, mas toda, todas as peças, casaco, sweats, lençois, t-shirts, tudo! manchado com grandes manchas de lixívia! Basicamente tudo fodido!
Estive esses 2 minutos com a cabeça a 1000, a pensar em 1001 coisas que poderiam ter acontecido para tal facto horroroso ter acontecido. Sendo Sábado, dia de empregada em casa (coisa recente) pensei que sem querer tivesse lançado lixívia para baixo e me tivesse feito aquela barbárie. Automaticamente deixei esse pensamento de parte, e em incredulidade total chamo a minha querida colega de casa, meio furioso, meio adormecido, meio passado, meio incrédulo meio o c#$%&%$o que o f$%a e levo-a para ver a minha roupa e pergunto-lhe "O que é isto?", "Que merda é esta?", parecia algo violento, mas não era com essa intenção. Já nesse momento era uma tentativa de que alguém me ajudasse a pensar como é que era possível tal coisa ter acontecido.
Tenho alguma pena da empregada, que me ouviu dizer muitas mas muitas asneiras, praguejar muito mas muito violentamente. Enquanto vociferava pensava quem e como é que podria ter feito aquilo. Ora morando no 2º andar com uma vizinha no 3º o óbvio seria que a vizinha do 3º andar tivesse também uma empregada e que esta SEM QUERER tivesse feito aquele trabalho. Felizmente a minha colega de casa tinha o número de telefone da vizinha, que não estava em casa pois, claro está, fui imediatamente ao andar de cima tentar obter alguma explicação. Telefonei e claro que depois de ter falado com ela fiquei a saber que não tinha sido do 3º andar. Ora como não mora ninguém no 4º, conclusão: Só a puta da gorda da velha de baixo, louca poderia ter feito aquilo!
Mesmo assim, não queria acreditar, como é que alguém tem esse rasgo de maldade, que fiquei depois a saber, de subir a um mini escadote com um alguidar cheio de lixívia, e salpica-me intencionalmente, toda mas toda a roupa. Manchas tipo vaca, umas de gostas atiradas ao ar, outras de manchas pulverizadas com as mãos, uma coisa incrivelmente doentia. Olhando bem para uma das peças de roupa estendidas, uma t-shirt que por acaso até está aqui documentada e vejo que só mesmo de baixo teria sido possível estragar-me a roupa assim.
Sou uma pessoa calmíssima e bastante racional, mas estava e ainda estou passado. Tenho a impressão que sou o único, melhor era o único, que cumprimentava a puta da velha á entrada do prédio ou quando a via por ali, o único que não tinha nada contra ela, o único que pura e simplesmemnte se recusa em entrar em merdas com vizinhos porque por norma dá nestas merdas, e ela fodeme a roupa toda a mim? E ironicamente até olho para este episódio com alguma vontade de rir, em cima claro está de uma muito maior vontade de lhe pisar a cabeça, porque é uma cena tão surreal que recorda-me cena de filme de comédia daqueles nonsesnse absolutos e totais.
Desço e bato à porta do 1º andar, quando desci até desci com receio que me saltasse a tampa, mas não tendo provas do crime, queria apenas perguntar-lhe estupidamente, claro porque era óbvio que tinha sido aquele monte de esterco acéfalo e enfermo, se tinha sido ela que me tinha estragado a roupa. Obviamente não esperava que ela sorrisse e dissesse que tinha sido ela sim, esperava apenas ver-lhe naquela cabeça doente uma mudança de feições quando lhe pusesse a pergunta. Obviamente que essa pequena mudança se deu quando lho questionei e ela retorquiu que não, que não tinha utilizado lixívia e além disso a lixívia não sobe, ao que eu disse "pois isso é o expectável de materiais que se utilizam no 1º andar".
Subi já com a certeza que tinah sido aquele monte de, desculpem mais uma vez, esterco mas ainda com uma sensação de comicidade porque tal coisa é, confesso, de rir. Visto numa qualquer outra situação sem ser a de detentor da roupa estragada é bastante cómico. Penso que tenha feito este serviço, porque a minha colega de casa estendey um cobertor lavado a pingar umas gotas para o seu quintal. Então vai daí, em vez de gritar ou fazer qualquer outra coisa que fizesse perceber que o cobertor estava ali mal ou algo do género, lembra-se de fazer este serviço.
escrevo aqui para perguntar a quem leu isto o que é que devo fazer. Visto que não sou muito vingativo, mas preciso de ajuda de pessoal mais vingativo que eu para magicar algo que a faça sofrer, sem ser intervenções fisícas que podem dar cadeia:
Dicas
1 - Ela tem um cão que parece um paposeco
2 - Ela tem um terraço, branquinho em azulejo ao qual temos acesso da marquise
3 - Ela não tem cérebro
4 - Ela mete nojo, naturalmente
Epá sei lá... Ajudem-me
Estive esses 2 minutos com a cabeça a 1000, a pensar em 1001 coisas que poderiam ter acontecido para tal facto horroroso ter acontecido. Sendo Sábado, dia de empregada em casa (coisa recente) pensei que sem querer tivesse lançado lixívia para baixo e me tivesse feito aquela barbárie. Automaticamente deixei esse pensamento de parte, e em incredulidade total chamo a minha querida colega de casa, meio furioso, meio adormecido, meio passado, meio incrédulo meio o c#$%&%$o que o f$%a e levo-a para ver a minha roupa e pergunto-lhe "O que é isto?", "Que merda é esta?", parecia algo violento, mas não era com essa intenção. Já nesse momento era uma tentativa de que alguém me ajudasse a pensar como é que era possível tal coisa ter acontecido.
Tenho alguma pena da empregada, que me ouviu dizer muitas mas muitas asneiras, praguejar muito mas muito violentamente. Enquanto vociferava pensava quem e como é que podria ter feito aquilo. Ora morando no 2º andar com uma vizinha no 3º o óbvio seria que a vizinha do 3º andar tivesse também uma empregada e que esta SEM QUERER tivesse feito aquele trabalho. Felizmente a minha colega de casa tinha o número de telefone da vizinha, que não estava em casa pois, claro está, fui imediatamente ao andar de cima tentar obter alguma explicação. Telefonei e claro que depois de ter falado com ela fiquei a saber que não tinha sido do 3º andar. Ora como não mora ninguém no 4º, conclusão: Só a puta da gorda da velha de baixo, louca poderia ter feito aquilo!
Mesmo assim, não queria acreditar, como é que alguém tem esse rasgo de maldade, que fiquei depois a saber, de subir a um mini escadote com um alguidar cheio de lixívia, e salpica-me intencionalmente, toda mas toda a roupa. Manchas tipo vaca, umas de gostas atiradas ao ar, outras de manchas pulverizadas com as mãos, uma coisa incrivelmente doentia. Olhando bem para uma das peças de roupa estendidas, uma t-shirt que por acaso até está aqui documentada e vejo que só mesmo de baixo teria sido possível estragar-me a roupa assim.
Sou uma pessoa calmíssima e bastante racional, mas estava e ainda estou passado. Tenho a impressão que sou o único, melhor era o único, que cumprimentava a puta da velha á entrada do prédio ou quando a via por ali, o único que não tinha nada contra ela, o único que pura e simplesmemnte se recusa em entrar em merdas com vizinhos porque por norma dá nestas merdas, e ela fodeme a roupa toda a mim? E ironicamente até olho para este episódio com alguma vontade de rir, em cima claro está de uma muito maior vontade de lhe pisar a cabeça, porque é uma cena tão surreal que recorda-me cena de filme de comédia daqueles nonsesnse absolutos e totais.
Desço e bato à porta do 1º andar, quando desci até desci com receio que me saltasse a tampa, mas não tendo provas do crime, queria apenas perguntar-lhe estupidamente, claro porque era óbvio que tinha sido aquele monte de esterco acéfalo e enfermo, se tinha sido ela que me tinha estragado a roupa. Obviamente não esperava que ela sorrisse e dissesse que tinha sido ela sim, esperava apenas ver-lhe naquela cabeça doente uma mudança de feições quando lhe pusesse a pergunta. Obviamente que essa pequena mudança se deu quando lho questionei e ela retorquiu que não, que não tinha utilizado lixívia e além disso a lixívia não sobe, ao que eu disse "pois isso é o expectável de materiais que se utilizam no 1º andar".
Subi já com a certeza que tinah sido aquele monte de, desculpem mais uma vez, esterco mas ainda com uma sensação de comicidade porque tal coisa é, confesso, de rir. Visto numa qualquer outra situação sem ser a de detentor da roupa estragada é bastante cómico. Penso que tenha feito este serviço, porque a minha colega de casa estendey um cobertor lavado a pingar umas gotas para o seu quintal. Então vai daí, em vez de gritar ou fazer qualquer outra coisa que fizesse perceber que o cobertor estava ali mal ou algo do género, lembra-se de fazer este serviço.
escrevo aqui para perguntar a quem leu isto o que é que devo fazer. Visto que não sou muito vingativo, mas preciso de ajuda de pessoal mais vingativo que eu para magicar algo que a faça sofrer, sem ser intervenções fisícas que podem dar cadeia:
Dicas
1 - Ela tem um cão que parece um paposeco
2 - Ela tem um terraço, branquinho em azulejo ao qual temos acesso da marquise
3 - Ela não tem cérebro
4 - Ela mete nojo, naturalmente
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(In) Happiness
Someday i'll be totally happy!
But, what's the fun of it all by myself?
P.S.: Some posts will be in English so one person far away can understand them also.
But, what's the fun of it all by myself?
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Chiça
Vivam as massagens que ando para comprar há quase um ano. Sou um desmazelado, tenho direito a X de massagens por ano, paga a minha querida CSC e ainda não comprei o pack. Resultado, para descontrair fui jogar futebol (ou tentar) e acontece que hoje até os músculos do pescoço me doem. Porque é que o desporto cansa tanto?
Mas confesso que limpei as vias respiratórias. Ao fumar o primeiro cigarro depois desta actividade violentíssima, parecia que estava a fumar eucalipto, ou um halls (será que tem singular esta palavra?)!
Mas confesso que limpei as vias respiratórias. Ao fumar o primeiro cigarro depois desta actividade violentíssima, parecia que estava a fumar eucalipto, ou um halls (será que tem singular esta palavra?)!
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Motivação
Tenho-me como um motivador nato, capcidade de articulação de ideias fantástica, capacidade de as transmitir de forma clara, capacidade de fazer as perguntas certas de forma a que a pessoa olhe para si e perceba que não há motivos para dúvidas. Falta-me, embora não o considere, capacidade de transmissão não porque, como disse em cima, não seja assertivo e claro mas porque, penso eu, tenho uma forma autoritária de dizer as coisas de motivar as pessoas. Ora não existindo posições hierárquicas entre amigos ou amizades não existe também a obrigatoriedade de ouvir o que alguém está a dizer de forma autocrítica e de abertura para o aceitar, mas impõe-se que no mínimo dos mínimos e apesar de não aceitar, dizer que o discurso é bom e rebater o mesmo com argumentos fantásticos ou menos bons, mas no mínimo dos mínimos admita que a ideia é boa.
Penso que seja um problema estrutural meu. Não sei se é de ter o discurso tão bem articulado, de perfeita e claramente expôr o problema e solução que ele é rejeitado, por causa de características normalmente associadas às pessoas, tais como a teimosia só porque sim, o receio de parecer inferior ou, o que acho mesmo, o quererem ter razão nas decisões que tomam apesar de saberem perfeitamente que essas decisões e ideias poderão ter efeitos catastróficos nas suas vidas. Seja o que seja, e isso também não me interessa muito normalmente. Só me interessa mesmo muito, chegando a ficar chateado e revoltado e claro está desmotivado, quando estas situações se passam com grandes amigos.
No entanto não acho que quem ouve, seja totalmente impermeável a excelentes conselhos, e normalmente chego a descortinar por detrás da negação um olhar sorridente para o horizonte aplicando o conselho, mas breve breve se esfuma essa nesga de aceitação para se aplicar a capa. Parecem por vezes meninos que necessitariam da mesma lavagem diariamente. Um motivador diário para que enraizem, entranhem e apliquem os conselhos, é isso que gostariam e inconscientemente acham que vai acontecer quando finalmente alguém se preocupa com eles de tal forma apaixonada. Pois, seria bonito mas não é possível, por isso vão para casa e pensem nas coisas de forma clara, como vos foram apresentadas, porque provavelmente nos próximos tempos mais ninguém se vai preocupar com vocês. Porque assim cansa!
A minha motivação para motivar é seriamente abalada pela desmotivação em auto-motivar-se dos outros.
Penso que seja um problema estrutural meu. Não sei se é de ter o discurso tão bem articulado, de perfeita e claramente expôr o problema e solução que ele é rejeitado, por causa de características normalmente associadas às pessoas, tais como a teimosia só porque sim, o receio de parecer inferior ou, o que acho mesmo, o quererem ter razão nas decisões que tomam apesar de saberem perfeitamente que essas decisões e ideias poderão ter efeitos catastróficos nas suas vidas. Seja o que seja, e isso também não me interessa muito normalmente. Só me interessa mesmo muito, chegando a ficar chateado e revoltado e claro está desmotivado, quando estas situações se passam com grandes amigos.
No entanto não acho que quem ouve, seja totalmente impermeável a excelentes conselhos, e normalmente chego a descortinar por detrás da negação um olhar sorridente para o horizonte aplicando o conselho, mas breve breve se esfuma essa nesga de aceitação para se aplicar a capa. Parecem por vezes meninos que necessitariam da mesma lavagem diariamente. Um motivador diário para que enraizem, entranhem e apliquem os conselhos, é isso que gostariam e inconscientemente acham que vai acontecer quando finalmente alguém se preocupa com eles de tal forma apaixonada. Pois, seria bonito mas não é possível, por isso vão para casa e pensem nas coisas de forma clara, como vos foram apresentadas, porque provavelmente nos próximos tempos mais ninguém se vai preocupar com vocês. Porque assim cansa!
A minha motivação para motivar é seriamente abalada pela desmotivação em auto-motivar-se dos outros.
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Slowly acquiring the rythm
E é isso mesmo, devagarinho vou readquirindo ritmos e gostos, à custa de outros seguramente.
Penso que seja o inicío do equilibrio? Sim, pelo menos hoje!
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Go Barack Obama
Tenho um feeling positivo em torno deste senhor. Espero bem que os americanos assim o tenham também. O que não consigo mesmo perceber é como é que ainda existe a possibilidade de o McCain vencer as eleições, é incrível como isso é possível. Mas vai correr tudo bem e os Americanos terão um presidente que consiga levantar os braços acima da linha dos ombros! (Estou-me a lixar para que tenham sido mazelas de guerra e o raio que o parta).
Força Barack
Edit 05/11/2008: Já Está! Finalmente podemos dizer adeus aos Republicanos e ao mal que fizeram ao mundo! A ver vamos se a expectativa criada em torno de Barack não se esfuma rapidamente. Espero que não!
Força Barack
Edit 05/11/2008: Já Está! Finalmente podemos dizer adeus aos Republicanos e ao mal que fizeram ao mundo! A ver vamos se a expectativa criada em torno de Barack não se esfuma rapidamente. Espero que não!
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Duro molusco
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Indecisão ou Vinde(cisão) ?
Ando pensativo ultimamente, pensativo sobre a minha existência tal como é e o prazer que me proporciona existência, que considero fantástica. Gosto do que faço como faço e onde faço. Gosto de ser assim! Tenho no entanto uma dificuldade extrema em encontrar pessoas que partilhem da mesma forma, do mesmo gosto e frequência e da mesma vontade de fazer as coisas que gosto de fazer. Ando por isso numa fase igualmente boa da meinha existência, mas com umas nuances novas até agora. Diria mesmo que ando confuso e a baixar a guarda, que mantenho normalmente alta contra as agressões (metaforicamente falando claro está, pois estas "agressões" representam o estilo de vida clássico ou plelo menos que eu considero como clássico da maioria das pessoas) que as outras pessoas me tentam impingir. Desferem regularmente golpes que defendo com naturalidade qual expert em esquivas dentro do ringue.
No entanto tenho dado por mim com, como disse, a guarda ligeiramente mais vulnerável, reparo que a qualquer altura poderei encaixar um "upper cut" e fazerem-me abrir a pestana.
Porém a questão nem é a preocupação de ficar ferido ou Knock Out, preocupa-me mais saber porque tenho tido a guarda desleixada. E aqui parando de falar de boxe que as meninas não gostam de violência gratuita passo a falar normalmente em linguagem perceptível para todos (o conteúdo normalmente confuso, esse já não sei).
Preocupa-me pensar que ando a pensar em mudar a forma como vejo e vivo a vida não porque necessite mas porque tenha. Porque tenha de a mudar de forma a moldar-me ao estilo de vida clássico das pessoas, que não abomino totalmente porque essas pessoas de quem falo são as pessoas minhas amigas e conhecidas logo o seu estilo nunca poderia ser abominável pois aí não o seriam, mas que penso tenha algumas falhas, a meu ver graves, mas que bem analisadas e aplicadas a uma eventual mudança da minha parte se poderiam revestir de alguns benefícios, que repito não cobririam os custos, mas cujo rácio seria suportável por mim.
Olho para a minha feliz existência e ponho-me a pensar o que faltará para que não tenha de mudar muito nela, mas que me permitirá diluir estes pensamentos que me têm assaltado nos últimos tempos. Sei que não estou totalmente às escuras ou seja sei muitos dos factores que me andam a fazer pensar assim, mas faltam algumas peças que me ajudem a ligar o que sei e o que não sei de forma a que se faça luz nesta cabecinha confusa.
Sei que uma das coisas que tenho mesmo de fazer é viver sozinho, lidar comigo. Ter a certeza absoluta que sou uma pessoa muito fácil de se vivier com, que tem mesmo uma postura de fácil trato e que tem meesmo razão na forma como vê as vivências dentro de uma casa, que tem mesmo razão na forma como vê os conflitos e as maneiras de estar, lidar e ultrapassar situações. Sei muito provavelmente que isto seria verdade e que, neste momento, era o que necessitaria para meter esta cabecinha ainda mais em ordem.
Mas aqui entra a merda do materialismo existente e que, mesmo a pessoas "antimaterialistas" como eu, mina de forma grave uma série de coisas que me recuso terminantemente a abdicar.
(Tenho a impressão que tenho aqui pano para mangas! No entanto duty calls e tenho de ir a um cliente! Mas isto não fica por aqui! Ai não fica não!!!!!)
(E sim obviamente que verborreerei bastante mais neste post. Em vez de ficar em "draft" o que acontece com alguns posts perdidos que por aqui tenho, fica já meio meio publicado e obriga-me a termina-lo? terminalo? (como é que escreve isto? Dass é sempre a mesma coisa com esta palavras!!!!!) )
No entanto tenho dado por mim com, como disse, a guarda ligeiramente mais vulnerável, reparo que a qualquer altura poderei encaixar um "upper cut" e fazerem-me abrir a pestana.
Porém a questão nem é a preocupação de ficar ferido ou Knock Out, preocupa-me mais saber porque tenho tido a guarda desleixada. E aqui parando de falar de boxe que as meninas não gostam de violência gratuita passo a falar normalmente em linguagem perceptível para todos (o conteúdo normalmente confuso, esse já não sei).
Preocupa-me pensar que ando a pensar em mudar a forma como vejo e vivo a vida não porque necessite mas porque tenha. Porque tenha de a mudar de forma a moldar-me ao estilo de vida clássico das pessoas, que não abomino totalmente porque essas pessoas de quem falo são as pessoas minhas amigas e conhecidas logo o seu estilo nunca poderia ser abominável pois aí não o seriam, mas que penso tenha algumas falhas, a meu ver graves, mas que bem analisadas e aplicadas a uma eventual mudança da minha parte se poderiam revestir de alguns benefícios, que repito não cobririam os custos, mas cujo rácio seria suportável por mim.
Olho para a minha feliz existência e ponho-me a pensar o que faltará para que não tenha de mudar muito nela, mas que me permitirá diluir estes pensamentos que me têm assaltado nos últimos tempos. Sei que não estou totalmente às escuras ou seja sei muitos dos factores que me andam a fazer pensar assim, mas faltam algumas peças que me ajudem a ligar o que sei e o que não sei de forma a que se faça luz nesta cabecinha confusa.
Sei que uma das coisas que tenho mesmo de fazer é viver sozinho, lidar comigo. Ter a certeza absoluta que sou uma pessoa muito fácil de se vivier com, que tem mesmo uma postura de fácil trato e que tem meesmo razão na forma como vê as vivências dentro de uma casa, que tem mesmo razão na forma como vê os conflitos e as maneiras de estar, lidar e ultrapassar situações. Sei muito provavelmente que isto seria verdade e que, neste momento, era o que necessitaria para meter esta cabecinha ainda mais em ordem.
Mas aqui entra a merda do materialismo existente e que, mesmo a pessoas "antimaterialistas" como eu, mina de forma grave uma série de coisas que me recuso terminantemente a abdicar.
(Tenho a impressão que tenho aqui pano para mangas! No entanto duty calls e tenho de ir a um cliente! Mas isto não fica por aqui! Ai não fica não!!!!!)
(E sim obviamente que verborreerei bastante mais neste post. Em vez de ficar em "draft" o que acontece com alguns posts perdidos que por aqui tenho, fica já meio meio publicado e obriga-me a termina-lo? terminalo? (como é que escreve isto? Dass é sempre a mesma coisa com esta palavras!!!!!) )
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Não lhe chamria crise, no entanto ando a esforçar-me para nomear um igualmente mal nomeado estado de espirítio
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Aw!
Tenho tanta coisa para dizer, mas tenho andado em modo "Aw!", expressão inglesa que adoro pelo seu poder, concentrado em 2 letras, mas que quando proferidas simbolizam rigorosamente o meu estado de espírito nos últimos tempos. Tenho até tido alguma dificuldade em conseguir lidar com tamanho "Aw!".
No entanto com tantas coisas por dizer e por partilhar, partilho apenas esta foto da minha única sobrinha que eleva exponencialmente esse estado de "Aw!" em que me encontro e que me deixa absolutamente silenciado com tal beleza e tudo e tudo e tudo.
No entanto com tantas coisas por dizer e por partilhar, partilho apenas esta foto da minha única sobrinha que eleva exponencialmente esse estado de "Aw!" em que me encontro e que me deixa absolutamente silenciado com tal beleza e tudo e tudo e tudo.
Bem vinda Maria Francisco
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