Enfrentar os medos de frente

Foi uma estadia por Londres onde em primeiro lugar decidi que iria enfrentar de frente (passo a redundância mas gosto muito delas quando acho que se deve realçar o que se pretende dizer) os meus maiores medos. Com a ajuda de barbitúricos ultrapssei um, sem a ajuda de barbitúricos apenas com a minha racionalidade levada ao extremo ultrapassei outro. Sinto-me bem, mesmo bem, tão bem que dei ínicio a uma nova fase de mim. Whatever, mais sobre isto para breve em algo dedicado a isto.

E agora dedicando isto a isso que realmente interessa também não vou dizer muito, estou a desmaiar de cansaçao, preciso de fazer o switch para o modo daily job.

Em Roma sê Romano, em Londres sê Londrino, acho que era isto que pretendia e acho que melhor não o poderíamos ter feito, eu, o MysterOn, o Photoman e o Bruno que não posso linkar porque não tem blog para tal. Fomos Londonners do ínicio ao fim, venho com os gémeos e os pés em sangue, mas venho descansado. Obrigado pelo apoio e pelo companheirismo. Muito bom mesmo, mesmo!

Para a senhora Catarina muitos beijos porque se não fosse com o nível de amizade que tenho por ela e ela por mim ñão sei se teria enfrentado de frente os meus medos tão cedo. Obrigado Marsúpia, you're very very but very special.

Não consigo mais amnhã esperam-se desenvolvimentos, muitos. Photoman, o fotógrafo de serviço tem o manancial fotográfico das 4 londonners.

Good night, over and out

Countdown

From Wednesday night untill Sunday afternoon! Beware, we're going to get you!

How will it end?

Hoje é o primeiro Sábado oficialmente solteiro desde há muito tempo. Precisamente 8 anos e qualquer coisa (sim seu sei!). Solteiro em tudo, apenas levantar, no caso meio assarampantado pelo aspirador aqui da colega de casa, mas refira-se que já eram 13:43 por isso aproveitei e aspirei a ter um Sábado como há muito tempo não tinha. E estou a conseguir, ainda de pijama aqu ina sala a ouvir um bom sonoro, outra vez, diria mesmo porque ontem reaveivei memórias.

Coneguir estar 5 horas de volta de som, descobrir, procurar, ouvir, gostar, descartar, voltar a ouvir, enfim passear por onde gosto, pelas ondas sonoras de grandes músicas. 5 Horas! E que bem que me soube, descobri tanta coisa boa, e decobri que os meus gostos musicais estão cada vez mais ecléticos. Já o eram, mas ontei descobri mais um ou outro recanto que ainda não tinha descoberto. Essas descobertas ficarão para uma outra altura.

Só falhou uma coisa para serem totalmente evocadas estas minhas demendas musicais pela Internet, que foi o gostar muito e sacar de imediato. É uma vergonha este meu vizinho que tem um mega wireless que ás vezes parece que estou ligado directamentre ao modem, mas depois restringe as portas de comunicação com programas de partilha de ficheiros. Does this fit in anyone's head? Seja como for dá para ouvir no youtube, imeem, radioblogclub, myspace etc.

Agora vou por os cremes e sai para a rua, descontraído, ainda mais diga-se d epassagem. Hoje sinto a descontracção a percorrer-me o corpo. Sim! Assim sim! No worries, no schedules, no coffees, no cinemas, no worries about what to do. Mesmo como eu gosto. Bem é melhor ir e vou levar este álbum que já aqui tenho há um mês e uqe me tem acompanhado em demandas mais informáticas e de implementação de sistemas e que tão bem me tem feito para ofucar as conversas de merda que ouço no open space onde desempenho a minha função.



Devotchka - A Mad & Faithful Telling


Fica aqui um video destes senhores ao vivo duma música que não faz parte do álbum mais recente mas que é absolutamente deliciosa. E tem um título que gosto muito, e que adulterei um pouco para servir os meu gosto que é terminar com um ponto de interrogação. Os meus sábados costumavam ser assim. Acordar, estar e nunca fazer a puta da mínima ideia de como iriam acabar, espero o mesmo hoje. De novo



How it ends - Devotchka
Hoje é o primeiro Sábado oficialmente solteiro desde há muito tempo. Precisamente 8 anos e qualquer coisa (sim seu sei!)

Yousday

Depois de ter dormido 11 horas ontem, sinto-me preparado para mais um mês a dormir mediocramentemente just as i like it pois vou ter tempo para dormir e descansar lá mais para a frente que, francamente, não penso que esteja a muitos anos de distância. Sendo assim continuemos neste ritmo até dar. Até gosto dele assim, deste "arritmo" que possuo e cultivei desde sempre. Estudei previsões na faculdade e acho que estas me levaram a contrariar as mesmas.

Hoje estou aqui fresquinho que nem uma alface. Ando fresquinho, devido a uma série de coisas boas que me têm acontecido nestes últimos tempos, sempre com algumas coisas menos boas pelo meio, mas que seria da vida se fossem só alegrias? O que interessa é que as coisas boas se sobreponhaam às más e isso tem acontecido muita vez. Só há uma coisa que descurto imensamente que é o mar... Não curto o mar. Se não fosse esse punheta andaria ainda mais fresco, mas pronto! O mar há-de secar, quando a água potável das nascentes começar a secar e nos tivermos de virar para a dessalinização da água do mar deixarão de haver ilhas, talvez uns ribeirozitos que se passarão até de bicicleta! Whatever

Mais um dia aqui no projecto do Metro de Lisboa, esta semana sozinho em modo de gestão. PC do Metro à frente onde se trabalha e esta semana PC da CSC ao lado (pareço o Jean Michel Jarre dos PC's), phonezinho na orelha com bom som a bombar para a cabecinha. Trabalho tão melhor com sonoro do bom. E basicamente é por isso que escrevo. Já tenho este álbum há muito no PC mas devido a mudanças e outras coisas não pude disfrutar dele anteriormente. E cá estou eu a abanar a cabecinha. O que vale é que quando um gajo é "Doutor" pode basicamente fazer o que lhe apetece que ninguém acha muito estranho! Ces't çá, curto! Mas curto mais este albumzinho.




Aqui não tenho acesso ao youtube por isso vou por um link do Imeem que também serve, mas depois fica um videozinho, talvez não da mesma que agora insiro. Mas também, são todas tão potentes que pouco interessa, até poderia por aqui o álbum todo.


E porque é que a música nao é toda assim?

Killing (my) time

Como se não bastasse a minha tendência para dormir pouco diariamente, algo que não preciso muito para ficar reestabelecido para mais um dia at the office pois necessito de 6 horinhas, vá! para descansar. Nesta semana este senhor aqui em baixo na fotografia, o Dexter Morgan




tem feito mais do que eliminar os bad guys mas também tem eliminado as minhas 6 horinhas de sono, reduzindo-as aí para metade, bem como me fez esta semana ter dormido 2 noites na sala. Seja como for recomendo vivamente a série, fugindo dos temas clássicos e apontando baterias para outro tipo de assuntos. Sem problemas ou lições de moral é mesmo impecável a puta da série. Pena que já esteja a terminar de ver a season 2.

Twists and shifts 2

Passou a semana passada, a semana de 29 de Março a 7 de Abril, a semana do reinício de mais uma fase da minha estadia por terras Lisboetas, que se iniciou hà já algum tempo, ainda nem sequer andava na faculdade e vim passear, como costuma dizer a minha mãe, a Lisboa. Diz ainda que vim conhecer Lisboa à noite nesse ano, já longínquo, mal ela sabe, ou aliás sabe perfeitamente mas como qualquer mãe tem o seu lado de negação no que toca às atitudes e comportamentos e aventuras dos filhos, que essa descoberta foi contínua desde sempre, até hoje continuo nessa demanda que é descobrir e re-descobrir Lisboa. Gosto de andar por aí, perder-me e achar-me a seguir e voltar a perder-me, sorver Lisboa e os Lisboetas, Lisboa antiga suja, feia e má e eclética e em ruínas, onde não há carros nem o barulho constante do circular dos pneus, Lisboa portanto. É nela que gosto de morar, foi nela onde morei sempre desde que aqui estou, tirando os últimos 6 meses onde morei numa Lisboa diferente da que gosto. Gostava do motivo pelo qual ali morava e gostava do sítio onde morava, um T1 lindo de morrer, pequenino mas absolutamente fantástico, gostava da mobilidade que me dava para chegar a qualquer sítio em pouco tempo, gostava de uma série de coisas mas que eram coisas acessórias, que não determinavam a minha estadia por ali, até porque como referi Lisboa não é ali.

O motivo por ter ficado ali era outro, era um culminar de uma aventura iniciada há quase 8 anos atrás, o construir a base de lançamento para algo maior. O motivo bastava para ali ficar, até poderia ser ainda em menos Lisboa, esse motivo era bonito e merecedor, claro que nunca trocaria Lisboa pela motivadora do motivo, mas quando se pode aliar o útil ao agradável é sempre melhor não é? Seja como seja, o motivo acabou, por alguma razão apareceu a desmotivação, em mim presente numa camada (in)consciente há já algum tempo, nela não sei se também mas presumo que sim, pelo menos quero crer que sim, porque sim, porque senão não! Aconteceu o que eventualemente alguns de vocês saberão. Aconteceu e foi aceite, conversado e ninguém se magoou (muito). Foi um processo que dentro da tristeza clássica foi bem conduzido e bonito, fruto das pessoas envolvidas e do que tihamos em comum, e ainda partilhamos e partilharemos para sempre, estes aspectos pessoais não serão rompidos assim do pé para a mão. O que teve de ser "despartilhado" foi o sítio físico onde moravamos os dois. E que dureza foi ter de deixar aquele sítio, descrito em cima, não pela pessoa mais pelo sítio.

Pelo sítio porque sim, porque era pequeno para os dois, porque a intersecção de espaço era demasiadamente grande para que os índividuos presentes em cada um se pudessem redescobrir como individualidades, como unos e pessoas sozinhas. Readquirir a sua forma pessoal sem "ruído", sem forças de atrito, e quando falo nestas dificuldade de afirmação dos índividuos não as menciono inteiramente direccionadas para coisas do coração, pelo menos por mim falo, direcciono-as para o plano físico de espaço, o redescobrir de coisas que reprimimos porque vivemos em comunidade e o respeito por certos limites existentes tem de existir. Sozinho não, posso fazer tudo o que gosto como gosto quando quero como quero, e se estas premissas interferem com o plano de bem estar físico da outra pessoa então temos um choque. Ora detestando choques de todo o tipo, preferi sair. Abruptamente é certo, mas teria de ser assim pois a percepção da outra parte envolvida neste processo não se iria abrir tão cedo. A casa era dela, durante o dia e durante a noite, ela morava lá. Eu não! Eu ia lá à noite para dormir e tentar ter um pouco da minha vida pessoal, que é precisamente no horário pós laboral. Vida essa que durante a semana é naturalmente e maioritariamente feita em casa a fazer o que bem apetecer, pelo menos quando se é solteiro e bom rapaz. Acontece que isso não vinha a acontecer nos últimos tempos, porque o meu tipo de vida em casa chocava com o dela e, sendo um rapaz com alguma dose de respeito pelos outros, em particular por este outro, sentia a minha vivênvia que tanto ansiava por redescobrir turvada por condicionantes que não me mereciam rebate ou aborrecimento. Verdade seja dita, que desde o dia da ruptura senti que mais tarde ou mais cedo teria que ter mais espaço, pensei que fosse mais tarde o que não aconteceu. Aconteceu mais cedo, e mais uma vez para fugir ao choque, à luta de galos e a outras merdas que causam ferida, mudei!

Morais Soares, assim se chama a rua onde moro de novo. De novo porque já morei la um ano. E coincidência das coincidências moro precisamente no mesmo prédio e no mesmo andar e na mesma casa. Não lhe chamaria voltar às origens porque isso seria voltar à casa de Erasmus onde morei 2 anos e meio com mais 10 cabeças, 3 fixas portuguesas, Eu, o João Alentejano e a Catarina de Mação e 7 variáveis que iam rodando. Muito boa gente passou por ali, muito amigo e amiga ficou, muita loucura se passou e pouca coisa se fez. Nesses anos fiz 6 cadeiras em 27, mas valeu a pena. Anyway e recentrando o tema, moro de novo na Morais Soares com as mesmas pessoas que deixei por lá quando saí em 2006, não dizendo que tudo se mantém igual, está tudo parecido e ainda bem, porque essas pessoas marcaram a minha vida. Ela faz parte da minha família e a sua família parte de mim. São meus amigos, gostam de mim e eu deles, são pessoas que me acolheram, bem eu também sou uma pessoa muito fixe, para quem merece sou um doce e para eles a minha doçura é quase total, mais ainda neste momento que estou mais, sei lá o adjectivo que hei-de por aqui, uhmmmmm... aberto vá! Falo mais e ouço mais, e ela (a pessoa linkada em cima deve sentir isso) e ainda bem porque ela merece.

E agora pronto, estou lá a morar ainda não nas melhores condições porque desde cheguei que as minhas tralhas continuam espalhadas pelo armário e pelo chaão, confesso. Ainda não tive tempo de reorganizar as coisas como quero. Vai ser este fim de semana, vou passar o fim de semana em casa em organizações para finalmente ter o meu espaço, motivo pelo qual abandonei a outra casa. Confesso que quando mudo de casa, e muitas casa já tenho no currículo, gosto de chegar e fazer logo tudo para que me sinta no meu espaço imediatamente, estranho um pouco lugares estranhos nos primeiros tempos. Este não é estranho e talvez por isso não tenha tido essa necessidade imediatamente.

Mas o motivo principal que me levou a nem sequer pensar nisso foi uma pessoa que se mostrou muito especial. Sabia que ela ia chegar e planeei o meu tempo todo para ela. Queria fazer-lhe ver que ela estava enganada em 1 ou 2 coisas em relação a Lisboa. Lisboa essa que curiosamente é onde ela passa o tempo que cá está. Muito pouco diga-se, anualmente uns dias diria. Lisboa é aquela rua, a Morais Soares, Lisboa é a continuação daquela rua pela Paiva Couceiro até Sapadores e daí para a Graça e daí para o Miradouro de Nossa Senhora do Monte (fabuloso) e daí para a explanada da Graça e daí para o Castelo e daí para a Sé e daí para o terraço do Mercado Loureiro e daí para Alfama e daí para a Baixa e daí para o Chiado e daí para o Bairro e daí para a Bica e daí para o Cais do Sodré e daí para Lisboa novamente. Lisboa é por aqui, vistas e escadas e velhos e paralelos e outras coisas mais. Lisboa é por aqui altos e baixos e eléctricos e subidas ingremes e descidas vertiginosas e pessoas livres. Lisboa é por aqui bares pequenos, sons grandes, recantos de lazer bons, festas em largos e na rua. Lisboa é suja e cosmopolita, Lisboa não cansa às primeiras nem às segundas nem no resto da semana. Lisboa é bom para se estar. Lisboa é linda.

Queria fazer-lhe ver isto, não sei se fui bem sucedido mas acho que pelo menos a ajudei a mudar um pouco a ideia que tinha, pelo menos assim o espero. Já tinha falado dela por aqui neste espaço. Conheci-a quando veio cá fazer um visita precisamente quando morava na Morais Soares em 2006. Circusntâncias diferentes, posturas diferentes, tudo diferente à excepção da casa. Nunca deixámos de ter contacto, tem sido uma relação engraçada, à distância. Mas relação meramente, uhmmmmm sei lá como dizer... relação. Ultimamente mais afincada através destes meios de comunicação novos que tanto abomino mas que com ela até se tornavam suportáveis, e não por estar interessado ou por existir relação ou intenção de. Apenas porque sim, porque é bom estar com ela, nem que seja pela impossibiliade de isso acontecer de outra forma. O que é facto é que nos conhecemos finalmente, precisamente na semana da minha mudança para o mesmo sítio (redundante eu sei mas já o expliquei anteriormente). Mudança essa que tinha em vista conseguir o meu espaço e voltar a ser eu, redescobrir-me.

Adiei essa reconquista uma semana por causa dela, e qual sequela "Before Sunrise" e "Before Sunset" gostei quer da primeira semana e ainda mais desta 2ª semana. Dei-lhe o meu tempo e o meu espaço, recebi o mesmo dela e foi bom, muito bom. Até tenho saudades dela, saudades do tempo que passámos e a sensação que não foi apenas por termos pouco tempo que fizemos o que fizemos, tenho a impressaõ que mais tempo houvesse, mais tempo igual ao tempo que passámos pasaríamos. Para ela e só para ela um grande beijo de saudades.

Agora espero que eventualmente possa existir um terceiro filme, talvez quem sabe o "Forever Sunshine".

Edit: Agora está na hora de me redescobrir como indíviduo em casa. E ai como gosto de mim!!!!

She left again

Há algum tempo atrás escrevi isto para ela. Um mistério, "so she was back then". Uma saudade imensa "so she is right now".

Back then
Como poderia tal criatura ter encantado tal ser?
Tal ser distante e abstracto
Tal que apenas parece ter o encanto
Que tal criatura julga crer.

Encanto ampliado por tal desconhecimento
Tal desconhecimento ampliado por tal furtuita presença
Tal furtuita presença
Ficou no pensamento
Tal que criou sentimento
Tal que não a ver um só momento
Cria uma saudade imensa.



Right now
Tal criatura encantou tal ser,
Tal ser distante e abstracto
Tal que mostrou o encanto
Que tal criatura fez verter.

Encanto verdadeiro vertido com sentimento
Tal sentimento criado pela presença
Que não durou o suficiente
Para lhe chamar um momento.
Um demorar de uma obturação de um milésimo
Um instantâneo do tempo
Que este momento
deveria ter.

Ficou a imagem de tal criatura,
Tal linda, tal doce, tal pura...
Tal que, tal ser
Não quer mais fotografias
Antes o seu sorriso
Todos os dias.


O resto digo-lho a ela.

"Back then" queria mostrar-lhe o música do Dr. Rockit - Café de Flore que ela não utilizou, "right now" mostrei-lhe esta (entre muitas) que sei que vai ouvir muita vez, e que adoro também. Toda a música devia ser assim, bem como as mulheres deveriam ser como esta marsúpia. :)



Dj Shadow - Organ Donor

Corte sem costura


Nunca percebi nada de costura. Sempre achei que esse trabalho tinha muito "savoir faire" pelo menos o ponto final que faz com que a linha miraculosamente dê um nó e o que se prendia segurar assim o fica. Tentei muita vez, com sucesso passar a agulhe por cima, dar a volta, voltar a espetar a agulha desta vez por baixo e assim sucessivamente até ter sguro o que se pretendia, mas o remate final nunca foi o meu forte.

Desta vez caguei até na primeira parte.


A minha organização (Pessoal e Profissional)


Finalmente faço parte de uma organização decente e com o tamanho maior que a minha ambição. Saí de um sítio para a CSC porque fui fazer o que sempre quis, recebi formação e mesmo tendo passado por um downsizing assim "do pé pá mão" estando lá há apenas 3 meses porque algumas coisas não correram bem, por lá fiquei. E fiquei com vontade, fiquei porque quem ficou está porque sabe que esta empresa se demarca das pela sua variedade global. É aqui que estou e vou estar, espero muito tempo.
E estou contente com o que faço, com quem faço e como faço. Esperei muito tempo para ingressar na consultoria SAP. Sabia que ia gostar. Tem tudo a ver comigo. Quer a consultoria, quer o programa em si. É tudo maleável e mutável, de rotineiro tem muito pouco. E eu detesto rotinas, detesto cair na costumeira do costume, fazer a mesma merda todo o tempo, fazer o mesmo caminho para casa todos os dias. Tudo o que seja rotina deixa-me louco, não sou mesmo capaz de o suportar muito tempo. Preciso de mudanças e desafios constantes, pelo menos a nível profissional, já que a nível amoroso sou uma pessoa contrária. Gosto de uma pessoa só ! (Não nos dispersemos). O trabalho é bom, naõ se ganha mal nem bem, dá para viver e tem a aliciante de ser sempre tudo diferente. Os clientes, as áreas que se implemntam, as pessoas com quem se trabalha, o programa SAP e as especifidades da implementação, o caminho para casa, ter de ir à sede uma manhã por semana, conhecer colegas que ainda não conhecemos de vez em quando, a possibilidade de arranca para fora a qualquer altura, e muito mais! É isto que quero e gosto de ser. E quero continuar a ser, Consultor e não "Outsourcer". E aqui deram-me isso e ainda me pagam.
Retornando ao nível amoroso, a mulher que ler isto fica já com uma ideia que me dou, mas sempre com muitas surpresas, algumas delas nem sempre espectaculares, mas que sou irrequieto, sou!
Keep in touch

One of my days

"...29 de Fevereiro de 2008: Primeiro Dia Europeu das Doenças Raras

http://www.rarediseaseday.org/

Dia Mundial contra a Sida, Dia Mundial do Cancro da Mama (que tem como símbolo um laço cor-de-rosa), Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, Dia Europeu das Pessoas com Deficiência, Dia Mundial da Doença de Parkinson... a lista dos dias dedicados às pessoas afectadas por determinadas doenças é longa, mas até agora a causa das pessoas com doenças raras não fazia parte dela. A Eurordis, em parceria com as Alianças Nacionais de Doenças Raras, tem o prazer de anunciar o primeiro Dia Europeu das Doenças Raras, que irá decorrer no dia 29 de Fevereiro de 2008. ..."

(Continuar a ler aqui)

É um dos meus dias, e é melhor aproveitar para comemorar pois parece-me que o dia 29 de Fevereiro não foi escolhido ao acaso. E como só daqui a 4 anos é que os portadores de doenças raras poderão "sair do armário" outra vez, fica aqui a referência. Ainda não sei se me farei sócio da Raríssimas mas estou a pensar nisso. As seguintes doenças raras estão representadas na Raríssimas, esperando que não, vejam lá se têm alguma delas e juntem-se ao grupo.

Não estão todas representadas, acho que aqui existe mais informação bem como uma lista mais exaustiva das que existem.

Edit: Alguém conhece alguém com Ictiose? Gostava de conhecer alguém com esta característica. Agradecia que se for o caso de alguem, me diga por favor. Obrigado

Have a nice and rare day!
Keep connected

Masters



Richard Galliano - Libertango

7,8

Nestes 29 anos já tive algumas, muitas mesmo, entrevistas de emprego. Diria que das que me interesaram mesmo apenas uma me deixou de rastos e a pensar nela durante muito tempo. Disseram que telefonariam e nunca telefonaram. Custou aceitar que não telefonariam mais, anyway, pode ser que um dia destes ainda vá parar lá, desta vez deixando-os eu à espera. Espero que não mas nunca se sabe.

A última entrevista que tive não foi de emprego, nem sequer sabia que a ia ter. Acho que chumbei de propósito, não ia preparado nem queria ir preparado. E quando vi ao que ia nem me esforcei para "pôr palha" na conversa. Chumbei bem e ainda bem!

Inércia



A inércia é uma propriedade física da matéria. Considere um corpo não submetido à ação de nenhuma força ou submetido a um conjunto de forças de resultante nula; nesta condição esse corpo não sofre variação de velocidade. Isto significa que, se está parado, permanece parado, e se está em movimento, permanece em movimento e a sua velocidade se mantém constante. Tal princípio, formulado pela primeira vez por Galileu e, posteriormente, confirmado por Newton, é conhecido como primeiro princípio da Dinâmica (1ª lei de Newton) ou princípio da Inércia.

Podemos interpretar seu enunciado da seguinte maneira: todos os corpos são "preguiçosos" e não desejam modificar seu estado de movimento: se estão em movimento, querem continuar em movimento; se estão parados, não desejam mover-se. Essa "preguiça" é chamada pelos físicos de Inércia e é característica de todos os corpos dotados de massa.

O princípio da inércia pode ser observado no movimento de um ônibus (autocarro, em Portugal). Quando o ônibus "arranca" a partir do repouso, os passageiros tendem a deslocar-se para trás. Da mesma forma, quando o ônibus já em movimento freia (trava em Portugal), os passageiros deslocam-se para a frente, tendendo a continuar com a velocidade que possuíam. A inércia refere-se à resistência que um corpo oferece à alteração do seu estado de repouso ou de movimento

Varia de corpo para corpo e depende da massa dos corpos.
Corpos com massa elevada (maior) inércia
Corpos com massa pequena (menor) inércia

In Wikipedia



Manhã
Tarde (Espero)

Tio Babado

(Estou cheio de trabalho atafulhadíssimo até cima em páginas e mais páginas para estudar. Autorizações e gestão de utilizadores bem como Cadeias de Processos e Roles e Perfis, enfim coisas bonitas)

Mas recebi esta fotografia que tive imediatamente de publicar. Dedico-a ao meu Irmão e à Mãe do seu futuro menino (sem discriminação de género, atente-se). Mais tarde embelezarei o discurso, até porque tenho algumas coisas para dizer em relação a crianças pequeninas vulgo bebés.




Do you realize that everyone you know someday will die

Fiquem com alguma tristeza e uma letra triste de uma música linda. Às vezes é na beleza que descobrimos o seu oposto. Por comparação!


The Flaming Lips - Do you realize - "Yoshimi Battles The Pink Robot"

"Do You Realize - that you have the most beautiful face
Do You Realize - we're floating in space
Do You Realize - that happiness makes you cry
Do You Realize - that everyone you know someday will die

And instead of saying all of your goodbyes - let them know
You realize that life goes fast
It's hard to make the good things last
You realize the sun doesn't go down
It's just an illusion caused by the world spinning round

Do You Realize - Oh - Oh - Oh
Do You Realize - that everyone you know
Someday will die

And instead of saying all of your goodbyes - let them know
You realize that life goes fast
It's hard to make the good things last
You realize the sun doesn't go down
It's just an illusion caused by the world spinning round

Do You Realize - that you have the most beautiful face
Do You Realize"



Enquanto espero que a minha máquina de camisas acabe de secar em casa de uma amiga minha e estando absolutamente massacrado com as duas noites de sexta e sábado bem como o dia de hoje, onde acordei meio sobressaltado passadas 3 horas e meia depois de me ter deitado, o que não implica nem de perto nem de longe que me tenha levantado ainda de noite :). Dia complicado de passar, anyway até fiz umas coisas, lavei a casa toda e planeei levar a roupinha a duas máquinas em duas casas de duas amigas minhas, ir à 5 à Sec pôr 4 fatinhos a lavar e conciliar estas tarefas com uma ida ao Lidl comprar alguns produtos bons e baratos. Só consegui levar uma máquina, a das camisas (11) pois hoje o meu carro deu para não pegar. Resultado muito empurrar até descidas mais próximas e telefonemas em busca de auxilio de amigos. Basicamente não fiz nada do que tinha planeado, não por estar mole, porque estou. Mas porque foi impossível fazer o que queria. Fica para amnhã caso o problema seja mesmo da bateria e não tenha que gastar mais de 100 euros no arranjo do que quer que seja, caso contrário vendo o carro. Não quero, não posso nem vou por mais dinheiro na viatura querida. Tenho de pensar num carro condescendente com os meus requisitos lombares e com a minha coluna escoliótica.

Passou mais um fim de semana, mais uma vez mais ou menos abrasivo. O físico continua em forma, tenho-o posto à prova e ele tem-se mantido irredutível nas suas capacidades de trabalho. Custa-me passar um fim de semana sem dar "ao chinelo" pelo menos uma noite até às tantas. Liberta-me, faz-me sentir bem. Despejar a energia acumulada durante a semana, que invariavelmente é passada em frente de um computador sentado o dia todo. Ao fim de semana gosto de estar de pé e mexer-me. Mexer-me muito de preferência em sítios de música alta e boa, pena tenho de não ter a capcidade de conversar nesses sítios, either porque a música está altíssima ou porque está potentíssima e o que me apetece fazer é dançar, só dançar. Flutuar nos meus pensamentos, deixar que as imagens formadas pelos ritmos tomem conta das minhas pernas e braços e movimentos e deixar fluir esses movimentos.

Paralelamente ao sentir que o movimento e a dança são para mim imprescíndiveis numa semana de 7 dias, sinto também que aliados a este tipo de divertimento existem perigos que minam o objectivo da dança por necessidade, e que a partir de certa altura toldam essa necessidade passando a ser eles os objectivos, arrastando-me para outros terrenos mais perigosos, vulgo sardas grandes. E somo mencionei no ínicio, o meu físico não me trai quase nunca. Está sempre apto para mais e mais e mais, pelo menos quando embebido nesses perigos orbitantes da necessidade de dançar em sítios com música boa e alta. O físico recomenda-se.

Já o dia seguinte é por norma de reconstrução mental e se em maioria dos dias é apenas uma questão de descnaso e fazer as rotinas correctamente para mentalmente ficar lavadinho e pronto para outra, outros dias há em que o processo não é tão linear.

Hoje foi um desses casos. Talvez pelas, escassas 3 horas e meia que dormi, acordei envolto num sonho que de pesadelo tinha pouco, mas que me minou o resto do dia, e continua a minar o inicio da noite. Estou meio para o deprimido, a pensar em coisas que já não pensava há muito tempo, peo menos de forma tão acentuada de tal forma que não passou ainda um só segundo onde não tenha tido magens ou pensamentos sobre eles. E como dizia, isso seria normal se o príncipio activo tivesse sido um pesadelo, mas não! Foi precisamente o contrário, acordei a meio deum sonho onde estava imensamente feliz, estava com a minha ex-namorada e estávamos os dois a rir, a rir muito. E lembro-me que acordei a meio de um momento de felicidade quase orgásmica, de a ver a rir. Estava extasiado de alegria por ver tal criatura a rir tão inocentemente e com tanta vontade, estava em delírio com a felicidade dela e ria também, muito! Mas ao invés de acordar inundado por parte dessa felicidade, acordei mais ou menos ao contrário disso. Foi automatico o pegar no telefone para lhe dizer bom dia e que estava com saudades dela. Afinal de contas já não a via há algum tempo.

E olhando para este acto quase "pavloviano" não considero que sejam saudades dela ou de achar que deveriamos namorar ou de gostar dela de novo. Nada disso, não sinto nada disso, foi apenas um reflexo que tive, mais nada. O que me deixou a pensar foi o chorrilho de pensamentos que vieram acoplados depois e que me têm assaltado o pensamento durante este dia. E são pensamentos sobre pessoas. As pessoas! As pessoas que marcaram a minha vida, a pessoa mais bela que me passou diante dos olhos. O meu Pai. Hoje pensei muito nele, pensei que deveria pensar mais vezes nele, e tentar de alguma forma comunicar com ele. Mas não consigo, sou demasiado racional para acreditar no que quer que seja. Acredito nas recordações que tenho e que hoje me vieram bater à porta. mais uma vez deveria estar contente por me estar a lembrar da pessoa mais linda, e linda é mesmo londa em todos os sentidos, sem qualquer tipo de facciosismo afirmo que o meu Pai foi a pessoa mais bela que alguma vez conheci.

Foi com ele que aprendi a gostar de pessoas. Primeiramente porque achei que todas as pessoas neste mndo iriam ser como o exemplo que tinha em casa, mas não! E por causa disso foi também com ele que aprendi a não gostar das pessoas, precisamente porque a grande maioria não é como ele era. O meu Pai era um paizão. Olhando para as minhas crenças em coisas do tipo religiosos ou outras coisas meio etéreas, que eram nulas até ele ter falecido e que assim continuarm depois de ele desaparecer, apenas uma coisa mudou. Acredito no destino por causa do meu Paizão, e acredito em outras coisas mais, mas principalmente no destino. E o destino dele era precisamente fazer de mim a pessoa que sou hoje, boa. Era isso e também sofrer, sofrer com as pessoas que não eram como ele, muito! E eu sofri com ele também, muito!

Vou-me deitar...

Foda-se

"... O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela diz. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me umapessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.

"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"? "Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.

A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!

Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!". Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem. O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto. Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência. Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!". O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)

Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.

E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"? Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?

Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima. Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!". Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”

Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e
foda-se!!!

Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digo!
..."

Millôr Fernandes - Foda-se (Adaptado)


Agradecimentos: Bárbara Silva Rosa

Cafe de Flore

Como poderia tal criatura ter encantado tal ser?
Tal ser distante e abstracto
Tal que apenas parece ter o encanto
Que tal criatura julga crer.

Encanto ampliado por tal desconhecimento
Tal desconhecimento ampliado por tal furtuita presença
Tal furtuita presença
Ficou no pensamento
Tal que criou sentimento
Tal que não a ver um só momento
Cria uma saudade imensa.


(E era esta música que lhe queria mostrar: Doctor Rockit - Cafe de Flore)

Desejos

Depois de um mês apertado como foi o de Janeiro eis que chega o tão desejado e ansiado dinheiro, vulgo remuneração mensal por serviços prestados à entidade patronal, e ainda mal caiu na conta já existe algum destinado a um jantarinho com os suspeitos do costume na cidade do costume. Gostava de pedir 2 desejos para eata noite, que se podem resumir no seguinte videoclip



Simian Mobile Disco - Hustler - "Attack decay sustain release"


Música deste calibre até essas 7 e se possível um grupo destes das 7 até fartar! Vemo-nos por aí esta noite em qualquer sítio de diversão nocturna!


Edit sábado 16-02, 22:15 - O plano era esse mesmo, perdermo-nos por alfama eu, o Mysteron e o Johnny, e assim foi. Saímos ali ao pé do Terreiro do Trigo e entrámos por Alfama a dentro quais turistas esfaimados pelo tão falado e tãopouco visto fado corrido. Fado de café de família, onde canta a mãe, a avó e os clássicos residentes. Fomos jantar à Esquina de Alfama, onde conhecemos a Maria Lisboa, grande senhora sempre bem disposta e sempre disposta a "maltratar" com brincadeiras quem por lá passa. O Lino Ramos, esse cantor mítico com um aspecto demonícao, e uma voz também refira-se mas que sim. Dá-lhe bem no Fado. O Alberto Correia o "Anti comercialização" do fado e com uma boa voz, a Ivone Dias essa mítica do Fado Old School que com os seus 70 e alguns anos ainda bomba como uma jovem e bomba que até fado em Espanhol Cantava com as suas proeminentes glândulas mamárias faz supirar os homens do fado. Mas a anfitriã e a que cativa mais as pessoas a passarem um belo tempo é a Maria Lisboa.



Passámos algum tempo ali naquela esquina, vimos o cozinheio mais que gay, o "caça talentos" qual olheiro do fado que descobriu muita estrela em ascensão do Fado, mas que de foram perdendo. Só a Raquel Tavares é que se se safou. Filha da Maria Lisboa (Descobri agora que até videoclips tem no youtube, aqui por exemplo) e que está na Bélgica e que canta na concorrência, que por Respeito à Maria Liboa não vou mencionar o aqui. Enfim, passámos o tmpo suficente ali naquela esquina para nos sentirmos parte dela. Foi bom, muito bom.

Depois disso, seguiu-se então o clássico. Desta vez com variantes, fomos a pé de Alfama para o Bairro, algo que não faemos muito regularmente, bom! Fomos do Bairro para o Incógnito, também se estava bem. Foipena não termos convenciado a Ana? Carla? Joana? Maria? Raquel? sei lá, ela a vir connosco para onde fossemos a seguir. E fomos, só depois disso é que som do tipo do videoclip do desejo se ouviu. Grupos daqueles nem o cheiro, mas que também não fez falta não fez. Cheguei a casa já atrasado para ir à missa mas cheguei, Não sei bem como também não interessa. O que interessa é que cheguei cheio, completo e contente. Completa de Lisboa, desta cidade que com um pouquinho de imaginação(e dinheiro) nos proporciona noites assim.

Fica aí um cheirinho do ínicio da noite, do fim não pode ser porque não convém.



Have fun