Perspectivas
Gostava de ser novo aqui e achar tudo normal.
Apesar de ser uma pessoa estremamente aberta a tudo e anti um variadíssimo leque de preconceitos e ideias mais ou menos pré-concebidas ando a descobrir, desde que namoro, que existem algumas coisas que pura e simplesmente me deixam passado. Coisas nas quais nunca tinha pensado, ou já mas sempre por uma outra qualquer razão, coisas essas que tendo a pessoa que adoro metida no meio me deixam passado.
É engraçado como é que se acha tudo normal quando tudo é novo. Será que a novidade pode justificar essa sensação de normalidade de tudo o que se faz? Concordo que possa justificar para quem o faz, quem o não faz não consegue, na minha opinião justificadamente, achar certas coisas normais.
É o caso. Não curti, não vou curtir e nunca acharei normal.
Seja novo ou velho num sítio...
Apesar de ser uma pessoa estremamente aberta a tudo e anti um variadíssimo leque de preconceitos e ideias mais ou menos pré-concebidas ando a descobrir, desde que namoro, que existem algumas coisas que pura e simplesmente me deixam passado. Coisas nas quais nunca tinha pensado, ou já mas sempre por uma outra qualquer razão, coisas essas que tendo a pessoa que adoro metida no meio me deixam passado.
É engraçado como é que se acha tudo normal quando tudo é novo. Será que a novidade pode justificar essa sensação de normalidade de tudo o que se faz? Concordo que possa justificar para quem o faz, quem o não faz não consegue, na minha opinião justificadamente, achar certas coisas normais.
É o caso. Não curti, não vou curtir e nunca acharei normal.
Seja novo ou velho num sítio...
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Vitor H Ferreira
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Não percebo nada disto
"Tu só me dizes que sou a mulher da tua vida"
Edit 05/12/2011: Já percebo ligeiramente melhor.
Edit 05/12/2011: Já percebo ligeiramente melhor.
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Vitor H Ferreira
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Amigo pode:
Gostar
Não gostar
Detestar
Avisar
Não querer
Aceitar
Recusar
Querer
Entristecer
Chorar
Apoiar
Incentivar
Desmoralizar
Falar
Ficar fodido
Chatear
Amigo pode tudo isto.
Mas amigo amigo tem de fazer obrigatoriamente alguma(s) desta(s) coisa(s)
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Vitor H Ferreira
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Compreendo quase tudo...
... mas não me obriguem a gostar.
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Vitor H Ferreira
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Merdas
Detesto a distância e até pode ser que venha a sentir algumas saudades de coisas que ela faz fazer para se manter suportável, coisas que quando a distância é pouca, mínima ou nula não se fazem e nem sequer se pensam. É possível que sim ainda que troque essas saudades de fazer essas coisas por fazer outras presenciais num segundo.
Sempre pautei as minhas relações (pessoais, profissionais, de amizade e outras) pela total confiança no outro lado. É assim que construo e mantenho as minhas relações. É a pedra basilar de todas elas. E é assim que continuo a ser.
No entanto a distância turva-me o discernimento. Passo por um gajo ciumento como o caraças, um gajo controlador, um gajo que não curte que a outra pessoa saia, um gajo inseguro, um gajo que não confia, um cachopo resumindo isto tudo numa palavra.
Dizer que é apenas da distância é injusto pois misturado com ela vem o que sinto pela pessoa em causa. Estas duas coisas juntas deixam-me como não sou. Se adicionarmos comunicação à distância e "tracking" à distância sem controlo nenhum na emoção das palavras e sentimentos, isto tudo junto dá uma pessoa que não é o Vitor Hugo, mas que para quem não o sabe bem é mentira. Enfim...
Sentir-me assim deixa-me passado pois não sou nada assim. Sou um bocadinho de todas essas coisas que enumerei mas sempre tranquilíssimo em relação à relação.
Enfim... merdas!
Going out
Sempre pautei as minhas relações (pessoais, profissionais, de amizade e outras) pela total confiança no outro lado. É assim que construo e mantenho as minhas relações. É a pedra basilar de todas elas. E é assim que continuo a ser.
No entanto a distância turva-me o discernimento. Passo por um gajo ciumento como o caraças, um gajo controlador, um gajo que não curte que a outra pessoa saia, um gajo inseguro, um gajo que não confia, um cachopo resumindo isto tudo numa palavra.
Dizer que é apenas da distância é injusto pois misturado com ela vem o que sinto pela pessoa em causa. Estas duas coisas juntas deixam-me como não sou. Se adicionarmos comunicação à distância e "tracking" à distância sem controlo nenhum na emoção das palavras e sentimentos, isto tudo junto dá uma pessoa que não é o Vitor Hugo, mas que para quem não o sabe bem é mentira. Enfim...
Sentir-me assim deixa-me passado pois não sou nada assim. Sou um bocadinho de todas essas coisas que enumerei mas sempre tranquilíssimo em relação à relação.
Enfim... merdas!
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Vitor H Ferreira
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Tristeza
Tenho milhões de coisas na cabeça e só consigo pensar numa. Nela, na Filipa. A pessoa que mais me arrebatou o coração desde que me conheço. Está totalmente preenchido com ela, creio que sempre o esteve mas nos últimos tempos essa presença ficou fisíca e oficializou-se. Sei que foi recíproco ela também tem o dela cheio de mim. Sei que este facto a ajudou a tomar decisões que estavam por tomar e pôr um powerplay na sua vida, que se espera a nossa também. Sei que não é totalmente por causa de termos preenchido os corações um do outro que ela vai ir fazer-se à estrada, pegar pelos cornos a sua vida e construir a bela vida que merece. Ela merece tudo o que de melhor existe e não merece porque gosto dela, merece porque sim porque a pessoa dela sintetiza o que de melhor existe nas pessoas. É assim que ela é para mim, uma pessoa incrivelemente fantástica difetrente de todas as outras que conheci. É a minha pessoa ideal.
Apoiei-a e apoio-a em tudo o que queira fazer, pois apesar de ser mais ou menos como eu, ou seja de gostar de muita coisa, sabe muito bem o que gosta e o que quer fazer e acima de tudo o que vai fazer. Estou sempre aqui para ela, estarei aqui sempre para ela e até hoje estaria aqui totalmente para ela. Nos últimos tempos, qual criança, só conseguia imaginar-nos juntos e projectar na minha cabeça cenários futuros para nós. Cenários que fazem todo o sentido com ela, cenários que até termos formalizado o nosso amor, me aterrorizavam e me faziam tremer de medo. Pois com ela a ideia desses cenários tornou-se um factor de calma, estabilização e acima de tudo vontade de os concretizar com ela. Até hoje iria estar com ela em tudo o que ela quisesse e precisasse. Gosto de dividir a minha vida com ela. Gosto de dividir o tempo que tenho para pensar em mim com ela e prefiro passar mais tempo a pensar nas coisas dela do que nas minhas. Sentia saudades de me dar a alguém, principalmente a ela. E dei-me e dou-me e dar-me-ei.
Ela tomou a decisão correcta para ela e vai alavancar. Já está decidido, decisões tomadas e concretizadas no papel. Apesar da sua, admirável, determinação sei que sou uma peça essencial na sua adaptação à etapa que ela irá iniciar. Sou e quero ser e serei. Apesar da sua, admirável, determinação sei que ela estava a contar comigo para tudo o que fosse preciso e eu sorria como uma crianaça a pensar nessa necessidade e no prazer que me daria ter toda a disponibilidade para ela. Andava criança e sorria todos os minutos que pensava nisso, minutos esses que contabilizados no final do dia dava a soma de 1440 minutos. Só consigo pensar nela, noite e dia. Pensar nela e nós. Nas coisas que temos de fazer que ela diz que já foram feitas por mim com outros intervenientes mas que não sabe bem o que diz, eu digo-lhe que essas coisas pensadas com ela são totalmente novas e em tudo melhores e diferentes do que quando feitas com os outros.
Hoje estou triste pois recebi uma notícia aqui no trabalho que me coloca num projecto a um ano fora do país, a sair 5 dias antes dela chegar. Tenho o coração partido, tenho os pedaços dele partido apertados no chão. Estou com ondas de aperto pelo coropo todo, não consigo trabalhar, não consigo concentrar-me não consigo deixar de sentir o coração apertado. Estou tristíssimo. Não estou triste com a ida estou triste com o timming que o mundo mais uma vez nos lançou, parece que a nossa linda história tem de passar consecutivamente por privações e desafios deste género. Parece que de uma forma brutalmente dolorosa o mundo nos quer fazer ver que esta linda e deliciosa história de amor até se conscretizar no pleno tem de sofrer golpes deste género. É bonito no pensamento mas fisicamente dói tanto.
Apesar de isto não ser novidade para nós. A distãncia, ela só era distância porque não estávamos no mesmo sítio. Eu estive parado no meu sítio durante quase sempre e ela finalmente vem para o meu sítio e precisamente nesta altura eu saio do meu sítio? Isto é um massacre para o meu coração.
Tenho tanto medo desta situação. Estou triste e amedrontado com o facto de ela vir para o meu sítio e não ser eu a mostrá-lo como eu queria. Não ser eu a mostrá-lo como ela queria. Não ser eu a mostrá-lo. Mas sim um outro alguém que não eu. Que lhe mostre o "mundo" como ela lhe chama e que lhe encante o seu coração. Já tinha tanto medo do "mundo" como ela lhe chama, com tantas pessoas mais bonitas que eu, mais interessantes que eu, mais dinâmicas que eu, mais ricas que eu, mais disponíveis para ela que eu, mais tudo que eu. Pessoas que ela vai conhecer obrigatoriamente. Agora além de saber isso, saber que podem ser elas a tomar o tempo que seria eu a tomar. Isto é um massacre para o meu coração. É um massacre para o meu pensamento.
Apesar de ser possível negociar a minha vinda a Portugal de 15 em 15 dias, o que é satisfatório. Gostava de passar tanto tempo primeiro com ela. E depois iniciar o projecto então já com o cheiro dela em mim.
Estou triste
Edit 16:42 - Estou em recuperação. Para os mais catastrofistas.
Apoiei-a e apoio-a em tudo o que queira fazer, pois apesar de ser mais ou menos como eu, ou seja de gostar de muita coisa, sabe muito bem o que gosta e o que quer fazer e acima de tudo o que vai fazer. Estou sempre aqui para ela, estarei aqui sempre para ela e até hoje estaria aqui totalmente para ela. Nos últimos tempos, qual criança, só conseguia imaginar-nos juntos e projectar na minha cabeça cenários futuros para nós. Cenários que fazem todo o sentido com ela, cenários que até termos formalizado o nosso amor, me aterrorizavam e me faziam tremer de medo. Pois com ela a ideia desses cenários tornou-se um factor de calma, estabilização e acima de tudo vontade de os concretizar com ela. Até hoje iria estar com ela em tudo o que ela quisesse e precisasse. Gosto de dividir a minha vida com ela. Gosto de dividir o tempo que tenho para pensar em mim com ela e prefiro passar mais tempo a pensar nas coisas dela do que nas minhas. Sentia saudades de me dar a alguém, principalmente a ela. E dei-me e dou-me e dar-me-ei.
Ela tomou a decisão correcta para ela e vai alavancar. Já está decidido, decisões tomadas e concretizadas no papel. Apesar da sua, admirável, determinação sei que sou uma peça essencial na sua adaptação à etapa que ela irá iniciar. Sou e quero ser e serei. Apesar da sua, admirável, determinação sei que ela estava a contar comigo para tudo o que fosse preciso e eu sorria como uma crianaça a pensar nessa necessidade e no prazer que me daria ter toda a disponibilidade para ela. Andava criança e sorria todos os minutos que pensava nisso, minutos esses que contabilizados no final do dia dava a soma de 1440 minutos. Só consigo pensar nela, noite e dia. Pensar nela e nós. Nas coisas que temos de fazer que ela diz que já foram feitas por mim com outros intervenientes mas que não sabe bem o que diz, eu digo-lhe que essas coisas pensadas com ela são totalmente novas e em tudo melhores e diferentes do que quando feitas com os outros.
Hoje estou triste pois recebi uma notícia aqui no trabalho que me coloca num projecto a um ano fora do país, a sair 5 dias antes dela chegar. Tenho o coração partido, tenho os pedaços dele partido apertados no chão. Estou com ondas de aperto pelo coropo todo, não consigo trabalhar, não consigo concentrar-me não consigo deixar de sentir o coração apertado. Estou tristíssimo. Não estou triste com a ida estou triste com o timming que o mundo mais uma vez nos lançou, parece que a nossa linda história tem de passar consecutivamente por privações e desafios deste género. Parece que de uma forma brutalmente dolorosa o mundo nos quer fazer ver que esta linda e deliciosa história de amor até se conscretizar no pleno tem de sofrer golpes deste género. É bonito no pensamento mas fisicamente dói tanto.
Apesar de isto não ser novidade para nós. A distãncia, ela só era distância porque não estávamos no mesmo sítio. Eu estive parado no meu sítio durante quase sempre e ela finalmente vem para o meu sítio e precisamente nesta altura eu saio do meu sítio? Isto é um massacre para o meu coração.
Tenho tanto medo desta situação. Estou triste e amedrontado com o facto de ela vir para o meu sítio e não ser eu a mostrá-lo como eu queria. Não ser eu a mostrá-lo como ela queria. Não ser eu a mostrá-lo. Mas sim um outro alguém que não eu. Que lhe mostre o "mundo" como ela lhe chama e que lhe encante o seu coração. Já tinha tanto medo do "mundo" como ela lhe chama, com tantas pessoas mais bonitas que eu, mais interessantes que eu, mais dinâmicas que eu, mais ricas que eu, mais disponíveis para ela que eu, mais tudo que eu. Pessoas que ela vai conhecer obrigatoriamente. Agora além de saber isso, saber que podem ser elas a tomar o tempo que seria eu a tomar. Isto é um massacre para o meu coração. É um massacre para o meu pensamento.
Apesar de ser possível negociar a minha vinda a Portugal de 15 em 15 dias, o que é satisfatório. Gostava de passar tanto tempo primeiro com ela. E depois iniciar o projecto então já com o cheiro dela em mim.
Estou triste
Edit 16:42 - Estou em recuperação. Para os mais catastrofistas.
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Vitor H Ferreira
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Pintado de fresco
Creio que seja assim que consiga definir o início de mais uma fase que será a última nesta história que é a nossa.
Está pintada de fresco a presença dela na minha vida. Ainda sinto os seus odores, encosto-me a recordações tão frescas que ainda me deixam marca. É bom? Sim! Significa que pintámos mais um pouco desta história feita disso mesmo, pinceladelas avulsas numa tela gigante que construímos sem nos apercbermos.
Pintámos mais uma porção dela este fim de semana e apesar de estar muita mais branca do que deveria começa agora a perceber-se que estas pinceladelas avulsas feitas durante a nossa história sempre fizeram todo o sentido e que no início pareciam independentes entre si mas que sempre foram parte integrante de um quadro que vai agora começar a ser pintado por dois mestres.
E dois mestres só podem fazer uma obra prima. E uma obra prima nunca está terminada. Os mestres não se contentam com as suas obras primas. Elas apenas são obras primas quando eles deixam os outros dizerem que são. Isso apenas acontece quando eles desaparecem. Enquanto os mestres puderam ela nunca é prima. É sempre fantástica mas incompleta.
É isso mesmo que queremos fazer. Fazer desta tela que é a nossa história uma tela fantástica, sempre em evolução e revolução e deixar, então, depois os outros classificarem-na como uma das mais belas obras primas de amor.
(Hoje sinto-me meio gaja com o período)
Está pintada de fresco a presença dela na minha vida. Ainda sinto os seus odores, encosto-me a recordações tão frescas que ainda me deixam marca. É bom? Sim! Significa que pintámos mais um pouco desta história feita disso mesmo, pinceladelas avulsas numa tela gigante que construímos sem nos apercbermos.
Pintámos mais uma porção dela este fim de semana e apesar de estar muita mais branca do que deveria começa agora a perceber-se que estas pinceladelas avulsas feitas durante a nossa história sempre fizeram todo o sentido e que no início pareciam independentes entre si mas que sempre foram parte integrante de um quadro que vai agora começar a ser pintado por dois mestres.
E dois mestres só podem fazer uma obra prima. E uma obra prima nunca está terminada. Os mestres não se contentam com as suas obras primas. Elas apenas são obras primas quando eles deixam os outros dizerem que são. Isso apenas acontece quando eles desaparecem. Enquanto os mestres puderam ela nunca é prima. É sempre fantástica mas incompleta.
É isso mesmo que queremos fazer. Fazer desta tela que é a nossa história uma tela fantástica, sempre em evolução e revolução e deixar, então, depois os outros classificarem-na como uma das mais belas obras primas de amor.
(Hoje sinto-me meio gaja com o período)
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Vitor H Ferreira
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Cousas bouas
Se há cousa boa em ser proprietário de uma casa é poder andar nú nela
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Vitor H Ferreira
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Palavras que adoro, .ii
Assertividade
Não sei se é de coisas se é do dia se é do que seja. Sei que hoje estou poderoso, sei o que quero, o que sinto e o que quero fazer. Ontem foi dia de uma outra palavra que gosto muito
Confissão
Talvez um dia perceba se estão directamente relacionadas. Creio que não.
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Vitor H Ferreira
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Eu, Vitor Hugo! Autocríticas e/ou Self Compliments, .ii
Às vezes meto-me nojo pela melhores razões*
*para os outros
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Vitor H Ferreira
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Pensamentos de merda em trabalho remoto
Há dias assim, apenas vou dizer que fiquei em casa. Os porquês isso pouco interessa, não estou de baixa, estou em casa. A trabalhar, não perdi o dia de trabalho apenas não estou no local de trabalho fisico, estou em casa. Maravilha diria maioria das pessoas. Uma merda digo eu. Uma merda porque o sítio onde trabalho já não é nem de perto nem de longe como costumava ser, dinâmico, estruturado, hirarquizado entre outras coisas essenciais ao bom funcionamento das coisas. Uma merda porque apesar disso tudo, no local de trabalho existem os colegas de trabalhos, alguns amigos caso passe por aqui uma pessoa que ficaria magoada se eu me referisse a ela como colega, que partilham das mesmas dores acima descritas relativamente à nossa empresa. Uma merda porque aqui os estímulos são muito poucos. Tudo bem. Tenho internet e tal e posso fazer cenas mais às claras do que faria pelo escritório, facto é que as posso fazer na mesma por lá. E ter a companhia do pessoal. Existem mais estímulos, ou melhor mais diversões que me desviam o pensamento de ti.
Hoje é um dia em que me fartei de pensar em ti, não que o não faça regularmente mas hoje em particular está a ser penoso. Aqui em casa de pijama e robes e mantas e merdas com o PC na mesa da sala a trabalhar faz-me falta muita coisa. Tu em particular.
Após uma, já normal, conversa queria apenas partilhar um pensamento.
Vem por ti e para ti.
Nestes dias não gosto do rumo que as minhas conversas levam. Quase sempre desprendidas e sem mostrar muita ansiedade e estruturadas para ti, para te fazer ver que o que vais fazer é essencial que o faças por ti. Tu és a pessoa únicamente envolvida nessa decisão. Eu sou uma bengala e sempre serei, como sempre o fui. Se quero que tu venhas também por causa de nós? claro! Não se discute isso. Se isso vai acontecer? Claro! Não se discute isso, até porque vai ser a continuação do que já acontece.
Não gosto quando falho os timings das conversas. Não gosto de sentir que te estou a pressionar. Sei bem a pressão que tens nos ombros. Sei bem que a aguentas mas que sofres com ela. Sei bem tanta coisa que achas que não sei porque não to pergunto. Acho, no entanto, que as sei. Acho também que por ter sempre as tais conversas desprendidas e sem mostrar muita ansiedade também tu adequas a conversa para esse caminho. Não gosto de pensar que exprimes esses sentimentos de ansiedade e/ou pressão com outras pessoas por achares que não são conersas para termos. Não gosto de pensar nisto. Não gosto de pensar que o penses. Hoje é um dia em que gosto de pouca coisa.
Hoje é mais um dia que por não gostar de tanta coisa se acentua uma outra coisa.
Hoje gosto demais de ti.
Hoje é um dia em que me fartei de pensar em ti, não que o não faça regularmente mas hoje em particular está a ser penoso. Aqui em casa de pijama e robes e mantas e merdas com o PC na mesa da sala a trabalhar faz-me falta muita coisa. Tu em particular.
Após uma, já normal, conversa queria apenas partilhar um pensamento.
Vem por ti e para ti.
Nestes dias não gosto do rumo que as minhas conversas levam. Quase sempre desprendidas e sem mostrar muita ansiedade e estruturadas para ti, para te fazer ver que o que vais fazer é essencial que o faças por ti. Tu és a pessoa únicamente envolvida nessa decisão. Eu sou uma bengala e sempre serei, como sempre o fui. Se quero que tu venhas também por causa de nós? claro! Não se discute isso. Se isso vai acontecer? Claro! Não se discute isso, até porque vai ser a continuação do que já acontece.
Não gosto quando falho os timings das conversas. Não gosto de sentir que te estou a pressionar. Sei bem a pressão que tens nos ombros. Sei bem que a aguentas mas que sofres com ela. Sei bem tanta coisa que achas que não sei porque não to pergunto. Acho, no entanto, que as sei. Acho também que por ter sempre as tais conversas desprendidas e sem mostrar muita ansiedade também tu adequas a conversa para esse caminho. Não gosto de pensar que exprimes esses sentimentos de ansiedade e/ou pressão com outras pessoas por achares que não são conersas para termos. Não gosto de pensar nisto. Não gosto de pensar que o penses. Hoje é um dia em que gosto de pouca coisa.
Hoje é mais um dia que por não gostar de tanta coisa se acentua uma outra coisa.
Hoje gosto demais de ti.
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Jesus Cristo
Yann Tiersen | A Take Away Show #2 | Palestine | Amy from La Blogotheque on Vimeo.
Estas coisas dão-me vontade de viver
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Vitor H Ferreira
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Até já
Cheguei agora a casa, algo que protelei propositadamente. Hoje foi um dia muito bom e muito mau. Bom porque acordei com ela a meu lado mau porque fui com ela a meu lado deixá-la no aeroporto. Foi rijinho, custou-me só tudo este dia.
Ontem tudo foi arrumado. Eu com a minha mania de ter as coisas prontas para não se esquecer nada para trás ajudei em tudo para que hoje pudessem existir mais uns minutos sem que existisse grande coisa por fazer. Apenas acordar e gostar dos últimos momentos só os dois. Claro que com ela fica sempre alguma coisa por fazer. Com ela e comigo pois tenho a mania que sou muito diferente mas sou totalmente assim, como ela. Hoje havia ainda alguma coisa por fazer.
Pois este facto deixou-me todo triste hoje quando cheguei agora a casa. Doeu-me porque ela já cá não está. Depois de 4 dias com ela, quero passar o resto deles com ela. Quero que ela me "faça um leilão" da casa, que me "faça um leilão" da vida, que me faça um leilão dela apenas com um solicitador, eu!
Não sou um guardador de troféus, daqueles troféus entre pessoas que se gostam. Coisinhas. Esses troféus ficaram cá de propósito. Uma das primeiras pedras da construção que será a nossa história. É um troféu barato comprado na feira da ladra mas é um troféu que nos faz sorrir. É um troféu "alavancador" de 4 volumes cheios de técnicas. Não tem a técnica de como amar em 7 páginas ilustradas. Não tem porque não é necessário. Nós sabemos bem quais são os ingredientes e como os misturar.
Mas desta vez gostava de ter ficado com um ou outro troféu desses e não o deveria ter denunciado hoje de manhã. Confesso que olhei para ela e pensei "Quero que cá fique" mas não o fiz. Era um troféu sujo, mas era dela. E as coisas delas não são sujas ou feias. São dela.
Depois de a deixar, não quis vir para casa. Não fui capaz. Nem era capaz. Não estava preparado para entrar em casa sem ela. Nem para estar em casa imediatamente. Tive de ir ter com um amigo. Não ia ser possível estar aqui sem que a tristeza de ela não estar não me absorvesse completamente.
Acabei por chegar agora e ela continua a não estar. Estão outras coisas que não o troféu que deveria ter guardado à revelia dela. Está um bife no frigorífico, 2 etiquetas soltas por aí, pijamas com o seu cheiro, um secador no cesto da roupa suja, um cinzeiro com beatas, meia pizza familiar carbonara, um saco com sacos, iogurtes de morango com e sem pedaços, coca colas frescas. Está ela ainda, mas em coisas que mais cedo ou mais tarde vão sair.
Ontem não a deixei dormir à noite antes de nos deitarmos. Já estava cheio de saudades ainda ela estava deitada a meu lado no sofá a dormir com as suas lindas características respiratórias. Tive de a acordar, garanti-lhe que seria a última vez que interromperia tal momento que em todos os próximos iguais momentos vou achar delicioso. Ontem não. Não fui capaz de a ver dormir abraçada a mim. A saudade bateu mais forte.
Hoje não bateu...
Hoje eu sou saudade.
Ontem tudo foi arrumado. Eu com a minha mania de ter as coisas prontas para não se esquecer nada para trás ajudei em tudo para que hoje pudessem existir mais uns minutos sem que existisse grande coisa por fazer. Apenas acordar e gostar dos últimos momentos só os dois. Claro que com ela fica sempre alguma coisa por fazer. Com ela e comigo pois tenho a mania que sou muito diferente mas sou totalmente assim, como ela. Hoje havia ainda alguma coisa por fazer.
Pois este facto deixou-me todo triste hoje quando cheguei agora a casa. Doeu-me porque ela já cá não está. Depois de 4 dias com ela, quero passar o resto deles com ela. Quero que ela me "faça um leilão" da casa, que me "faça um leilão" da vida, que me faça um leilão dela apenas com um solicitador, eu!
Não sou um guardador de troféus, daqueles troféus entre pessoas que se gostam. Coisinhas. Esses troféus ficaram cá de propósito. Uma das primeiras pedras da construção que será a nossa história. É um troféu barato comprado na feira da ladra mas é um troféu que nos faz sorrir. É um troféu "alavancador" de 4 volumes cheios de técnicas. Não tem a técnica de como amar em 7 páginas ilustradas. Não tem porque não é necessário. Nós sabemos bem quais são os ingredientes e como os misturar.
Mas desta vez gostava de ter ficado com um ou outro troféu desses e não o deveria ter denunciado hoje de manhã. Confesso que olhei para ela e pensei "Quero que cá fique" mas não o fiz. Era um troféu sujo, mas era dela. E as coisas delas não são sujas ou feias. São dela.
Depois de a deixar, não quis vir para casa. Não fui capaz. Nem era capaz. Não estava preparado para entrar em casa sem ela. Nem para estar em casa imediatamente. Tive de ir ter com um amigo. Não ia ser possível estar aqui sem que a tristeza de ela não estar não me absorvesse completamente.
Acabei por chegar agora e ela continua a não estar. Estão outras coisas que não o troféu que deveria ter guardado à revelia dela. Está um bife no frigorífico, 2 etiquetas soltas por aí, pijamas com o seu cheiro, um secador no cesto da roupa suja, um cinzeiro com beatas, meia pizza familiar carbonara, um saco com sacos, iogurtes de morango com e sem pedaços, coca colas frescas. Está ela ainda, mas em coisas que mais cedo ou mais tarde vão sair.
Ontem não a deixei dormir à noite antes de nos deitarmos. Já estava cheio de saudades ainda ela estava deitada a meu lado no sofá a dormir com as suas lindas características respiratórias. Tive de a acordar, garanti-lhe que seria a última vez que interromperia tal momento que em todos os próximos iguais momentos vou achar delicioso. Ontem não. Não fui capaz de a ver dormir abraçada a mim. A saudade bateu mais forte.
Hoje não bateu...
Hoje eu sou saudade.
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Vitor H Ferreira
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Facebook things said on Blogger
Vitor Hugo Ferreira is in a relationship.
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Doctor Rockit - Cafe De Flore
Músicas que me deixam totalmente nostálgico e um olhar distante mas em sítio bom.
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Vitor H Ferreira
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Pulsões, .iii
Apetece-me beber fumar uma sozinho, encher um copo de vinho e por um som que me transporte para sítios mais positivos e que me leve deste dia. A noite desde dia foi totalmente o oposto e é o sítio para onde vou com a receita em cima enumerada.
Ingrediente ganza:
Ganza normal portugesa
Ingrediente vinho:

Vinha Paz 2004
Ingrediente música:
Memory Tapes - Bicycle
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Vitor H Ferreira
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The xx - VCR (Four Tet Remix) [STUDIO VERSION]
E dois mestres fazem coisas assim
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Vitor H Ferreira
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É mesmo isto
Era incapaz de ir viver para África ou sequer passar algum tempo a receber bem por lá num ou outro projecto. Incapaz. Sei que ainda se estão a estruturar as sociedades. Sei que é um processo que demora e que por lá, infelizmente, é atrasado propositadamente pelos interesses ocidentais. Não interessa, é assim que é e pronto.
No entanto a música Africana tira-me do sério. Sinto que me toca na raiz. Arrebata-me o eu. Parece que entra pelas minhas terminações nervosas e me põe a sorrir o corpo. não sei se é por ser a raiz da música, algo sem o qual a minha vida seria totalmente incompleta. Talvez seja por ser mesmo a raíz dela e consequentemente de um bom bocado de mim.
Não sei o que é, sei que é assim e que adoro estes sons.
Enjoy!
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Vitor H Ferreira
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Natais
Mais um Natal.
Mais um Natal parecido com os anteriores, este com algumas nuances um pouco diferentes dos anteriores. Umas que muito me agradaram outras sobre as quais necessito de fazer algumas reengenharias. Facto é que o meu Natal é assim mesmo, como foi este ano. Muito tranquilo, apenas com as pessoas do meu Natal.
Gosto muito dele assim, pequenino e tranquilo sem grandes ajuntamentos.
No entanto o Natal que eu quero ter é precisamente o contrário. Quando for velho quero ter um Natal cheio de gente, cheio dos meus e dos deles.
E ir cortar a árvore.
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Vitor H Ferreira
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Máximas
Amigos,
Em minha casa és a pessoa mais importante do mundo!
Obrigado
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Vitor H Ferreira
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Merdas de Virgem, .i
"... comprei para nós."
Delicioso!
Delicioso!
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Vitor H Ferreira
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Não gosto de convívios de Natal
Não se admite que uma empresa como a minha promova um "convívio" de Natal. É de uma pequenez tão grande quanto a grandeza da coisa. Se não se quer fazer não se faça. Não façam é isto.
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Confessions
E agora vou ver se é a Andreia ou a Ana Isabel que saem da casa dos segredos. Caguei nos ídolos!
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Para futuros empregadores
Sou o melhor recurso que poderão contratar mediante o fornecimento das seguintes condições:
- inserção numa equipa onde existam pessoas bem mais experientes que eu
- objectivos coorporativos bem definidos
- delivery com a máxima qualidade
- qualidade e honestidade máxima entregue / receptível pelo cliente.
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Vitor H Ferreira
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Let's start the transmission
Vai daí apetece-me de novo escrever por aqui mais regularmente e sobre outras coisas que amores, etc. Penso que isso passará por vender o sofá espectacular no qual me sento. No entanto não é este o que mais gostava. É muito potente mas não tem braços. Enfim, pintelhices dirão alguns.
Apetece-me verborrear de novo por aqui. Ando com a cabeça cheia de coisas e não tenho tido muita companhia para expelir tudo o que me apetece e/ou o anonimato que esta página ainda me permite mais ou menos.
Espero bem que não seja mais um post de intenções, como tantos outros que por aqui passaram. Seja como for, assim do nada este Blog tem mais de 7 anos. Já saíu no DN e teve altos e baixos, portanto tudo é possível.
Hoje apetecia-me falar sobre a distância, mas não o vou fazer. Só o irei fazer quando souber que ela foi encurtada.
So, let's (re)start the transmission!
Apetece-me verborrear de novo por aqui. Ando com a cabeça cheia de coisas e não tenho tido muita companhia para expelir tudo o que me apetece e/ou o anonimato que esta página ainda me permite mais ou menos.
Espero bem que não seja mais um post de intenções, como tantos outros que por aqui passaram. Seja como for, assim do nada este Blog tem mais de 7 anos. Já saíu no DN e teve altos e baixos, portanto tudo é possível.
Hoje apetecia-me falar sobre a distância, mas não o vou fazer. Só o irei fazer quando souber que ela foi encurtada.
So, let's (re)start the transmission!
Joy Division - Transmission
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Vitor H Ferreira
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Egruísmo
Contigo perco o medo de ser egoísta e ser altruísta ao mesmo tempo.
Perco o medo de ser egoísta porque quero que mudes e que estejas muito mais perto, sempre. Porque quero saber que estás aqui, porque gosto de ti, porque sim.
Porque quero querer-te.
Porque sim.
Perco o medo de ser altruísta porque quero que mudes e que estejas muito melhor, sempre.
Porque quero saber que estás aqui, porque gosto de ti, porque sim.
Porque quero que queiras.
Porque sim.
Sou egoísta porque acho que vai ser tudo bom para ti. Eu.
Sou altruísta porque acho que vai ser tudo bom para ti. Tu.
Sou egoísta porque acho que tudo vai correr bem no nosso caminho.
Sou altruísta porque acho que tudo vai correr bem no teu caminho.
Altruísta porque paralelamente a nós te vejo a ti a calcorreares o caminho do sucesso.
Egoísta porque estarei sempre lá.

Como podes ver o caminho és tu que o vais ter de nadar, à primeira vista sozinha mas estarei sempre presente a apoiar-te na tua viagem.
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Vitor H Ferreira
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Medo
O medo não é de que me assustes o medo é de que te assustes. Assustado estou eu desde que te deixei. Assustado com isto que, entretanto já sei definir. Escreve-mo-lo entretanto. O medo é que o escrevamos apenas. Esse é que é o meu medo. No entanto sei que não vai ser assim.
Sei-o porque tenho este dom que sente o que é bom. E tu és bom, és muito bom.
Compreendo que tenhas medo, bem mais medo que eu. Pois o meu medo é muito pequeno comparado com o teu. O teu envolve mais coisas, muitas coisas, coisas demais. Compreendo que o teu medo seja maior e mais complexo, que signifique perceberes mesmo muito bem tudo e todas essas coisas.
Penso que as tenhas pensadas. Que algumas delas já as tivesses pensadas antes de estares assustada. Compreendo também que agora que algumas delas podem ser realizadas isso também te assuste. A mudança é sempre algo assustador e causador de medo. Sei que já tenhas pensado muito nisso e que em pensamento isso fosse fácil fazer. Agora confrontada com isso de frente compreendo que te assustes mesmo.
Não te assustes mais com aquilo que pensas que me assusta pois isso não acontecerá
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Vitor H Ferreira
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Não sei o que é isto
Não sei nem o sabia há muito. Sei que é bom, mas doi muito.
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Vitor H Ferreira
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Go fuck yourself
Yann Tiersen - Summer 78
Para ti que não fazes a puta da mínima ideia do que seja um obrigado, desculpa ou simplesmente calares-te deixo-te esta melodia.
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Lessons
(Picture by me)
Sometimes i am struck by lightnings. Each and every one of them hurts me a bit and leaves these ugly scars. Nevertheless i like them as everyone likes their own scars. They always remind the owner of the situation that caused them with such a clarity and precision that scares. Besides, that mark prevent us from doing the same thing again.
sometimes i am struck by these lightnings and i kind of like it!
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Vitor H Ferreira
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merdas, .x
Não gosto de conversar em discotecas e beijar à cachopo em discotecas e mandar quecas em carros em pinhais, castelos ou parques de estacionamento.
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Preocupações
E se o plano for mesmo terminar com tudo? De uma forma rocambolesca e planeada ao milímetro? Por vezes ponho-me a pensar nestas coisas, sobre episódios que acompanhamos diariamente sobre falcatruas e esquemas e corrupção. Ás vezes penso:
"Será possível tudo isto ter sido planeado ou alguém ter pensado em tão infimos pormenores de forma a que as coisas aconteçam da forma que aconetecem?".
Esta preocupação é laboral. Há algum tempo atás formulei uma teoria, apenas minha. A teoria consistia em alguém tentar pela má gestão da coisa terminar com a coisa, implicando isso o fim da sua continuação à frente da coisa, mas para tal acontecer teriam de o mandar embora com uma choruda compensação por ter feito merda. Será possível que exista tal nível de detalhe num plano deste género?
Ou será apenas incapacidade de gerir a coisa?
"Será possível tudo isto ter sido planeado ou alguém ter pensado em tão infimos pormenores de forma a que as coisas aconteçam da forma que aconetecem?".
Esta preocupação é laboral. Há algum tempo atás formulei uma teoria, apenas minha. A teoria consistia em alguém tentar pela má gestão da coisa terminar com a coisa, implicando isso o fim da sua continuação à frente da coisa, mas para tal acontecer teriam de o mandar embora com uma choruda compensação por ter feito merda. Será possível que exista tal nível de detalhe num plano deste género?
Ou será apenas incapacidade de gerir a coisa?
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Vitor H Ferreira
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The end of Twists and Shifts
Pois é, é o final da rubrica "Twists and Shifts". Mais uma vez, e agora já passados 7 anos deste blog, quero que nos próximos tantos ou menos não mude muito mais vezes de poiso. Mudanças de poiso essas que por norma eram pontos motores de reabertura aqui do burgo. Mais uma vez o assim é. Mudei de poiso, mudei para o meu poiso, finalmente adquiri o meu imóvel. Não me quero alongar muito sobre isso apenas contatá-lo. Feito.
Não sei se por ainda não estar totalmente como eu gostaria, se por ter tido pouco tempo para usufruir dele, ainda não produziu todos os efeitos de ruptura que pensei iria produzir imediatamente. Pois bem, não é um imóvel que te muda radicalmente, penso que irei continuar a verificar isto por mais tempo. No entanto há já algumas mudanças que provocou em mim. Por exemplo, tomar o pequeno almoço sentado e tranquilo antes de fumar cigarros e tomar cafés até à hora de almoço, prática corrente nos últimos mais de 10 anos. Sinto mais coisas a mudar e a começar. Outras ficarão na mesma.
(Chegou a minha sobrinha aqui a casa toda espectacular, motivo mais do que suficiente para continuar isto depois)
Não sei se por ainda não estar totalmente como eu gostaria, se por ter tido pouco tempo para usufruir dele, ainda não produziu todos os efeitos de ruptura que pensei iria produzir imediatamente. Pois bem, não é um imóvel que te muda radicalmente, penso que irei continuar a verificar isto por mais tempo. No entanto há já algumas mudanças que provocou em mim. Por exemplo, tomar o pequeno almoço sentado e tranquilo antes de fumar cigarros e tomar cafés até à hora de almoço, prática corrente nos últimos mais de 10 anos. Sinto mais coisas a mudar e a começar. Outras ficarão na mesma.
(Chegou a minha sobrinha aqui a casa toda espectacular, motivo mais do que suficiente para continuar isto depois)
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Ela
Apesar de ter feito 32 anos ontem, ao pé de ti pareço uma criança invejosa!
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merdas, .ix
i'm falling for the clumsy girl.
(live from bed and new xpto phone)
(live from bed and new xpto phone)
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Pensamentos aleatórios (Banho, duche, cozinha, etc) .iv
Que fácil é passar de fã a fãdasse!
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Vitor H Ferreira
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Que estupidez
Estava aqui a pensar numa daquelas máximas estúpidas minhas. No caso era "Às vezes tenho ciúmes de quem não tenho", mais uma daquelas coisas que na minha cabeça fazem sentido. De seguida penso no sentido que isso faz e deparo-me com outra frase que faz o mesmo sentido e é totalmente antagónica "Às vezes tenho ciúmes de quem tenho".
É isso mesmo que estupidez! Fico assim ao pé dela.
É isso mesmo que estupidez! Fico assim ao pé dela.
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Vitor H Ferreira
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Pensamentos aleatórios (Banho, duche, cozinha, etc) .iii
A humildade caracteriza-se não pelo que se faz e diz, antes pelo que se deixa de fazer e de dizer.
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Pensafusos conmentos (as usual), .vii
Disseram-me hoje que traço objectivos muito ambciosos para mim mesmo. Coisa positiva segundo quem mo disse, coisa positiva segundo quem o traçou. Tudo positivo portanto dirão alguns, não tão positivo diz quem o traçou porque a incapacidade de transmitir os porquês de tais ambiciosos objectivos foi notória, pois quem os traçou apenas espera saber o que se espera dele.
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Merdas, .iii
A culpa fode-me* todo, principalmente quando è assumida por alguém que a aplica segundo a teoria da "psicologia invertida". Ahahahaha
*Diverte-me imenso
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Ódios de estimação
Detesto "blury things"!
Ok! Not all "blury things"

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FODASSE PARA ISTO!
Detesto blury things or issues façam a merda do favor de serem assertivos. Como se não bastasse a minha ansiedade crónica ainda tenho de levar com estes brincalhões?
Ainda se não soubessem a vontade que tenho de participar no projecto em causa era uma coisa, agora sabendo perfeitamente pois já lhes foi transmitido por mim, continuam?
Ainda se não soubessem a vontade que tenho de participar no projecto em causa era uma coisa, agora sabendo perfeitamente pois já lhes foi transmitido por mim, continuam?
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Vitor H Ferreira
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Merdas, .ii
Ando com uma sensação estranha.
Há uns posts atrás perguntei-me se estaria de volta a Paris, apesar de detestar dar a conhecer, ainda que neste sítio, quase privado, coisas que ainda não aconteceram mas as quais gostaria que acontecessem. Isto porque invariavelmente a minha ansiosidade (e eu sou um gajo mesmo muito ansioso) passa para outras pessoas, normalmente amigas, e a sua ansiosidade adensa ainda mais a minha. Isto para falar do adensamento positivo. Existe também a preocupação de outros que não amigos, que adensam a minha ansiosidade negativamente. Neste caso sinto que do tipo deste último caso não existe.
Quando a oportunidade surgiu, os sinais de que iria acontecer eram fortes e esperava-os a curto prazo. Acontece que, como quase sempre na minha empresa, estes processos internacionais onde os interlocutores estão longe, há muita coisa a acontecer e o seguimento por parte dessas coisas é espaçado, a coisa tem vindo a alongar-se.
A sensação é estranha porque apesar de achar que a coisa provavelmente não irá para a frente, a possibilidade dela acontecer é ainda real e palpável. É estranha porque apesar de não andar muito ansioso sinto a ansiosidade diariamente mas de uma forma tranquilíssima pejada de confiança pois a acontecer sei que vou.
Agora se e quando é que me fode.
Há uns posts atrás perguntei-me se estaria de volta a Paris, apesar de detestar dar a conhecer, ainda que neste sítio, quase privado, coisas que ainda não aconteceram mas as quais gostaria que acontecessem. Isto porque invariavelmente a minha ansiosidade (e eu sou um gajo mesmo muito ansioso) passa para outras pessoas, normalmente amigas, e a sua ansiosidade adensa ainda mais a minha. Isto para falar do adensamento positivo. Existe também a preocupação de outros que não amigos, que adensam a minha ansiosidade negativamente. Neste caso sinto que do tipo deste último caso não existe.
Quando a oportunidade surgiu, os sinais de que iria acontecer eram fortes e esperava-os a curto prazo. Acontece que, como quase sempre na minha empresa, estes processos internacionais onde os interlocutores estão longe, há muita coisa a acontecer e o seguimento por parte dessas coisas é espaçado, a coisa tem vindo a alongar-se.
A sensação é estranha porque apesar de achar que a coisa provavelmente não irá para a frente, a possibilidade dela acontecer é ainda real e palpável. É estranha porque apesar de não andar muito ansioso sinto a ansiosidade diariamente mas de uma forma tranquilíssima pejada de confiança pois a acontecer sei que vou.
Agora se e quando é que me fode.
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Vitor H Ferreira
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Branco no preto, .iii
Uma nos queixos deixa o ouvido apurado e descobrem-se músicas fantásticas! Esta é uma delas...
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Vitor H Ferreira
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Palavras que adoro, .i
Alavancagem
*Roubei esta rubrica a uma mega amiga minha
E acho mesmo que finalmente chegou o ponto de alavancagem pelo qual tanto esperei e desejei. Para já é assim, veremos se as minhas previsões se tornam realidade.
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Vitor H Ferreira
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Twists and shifts, .já lhes perdi a conta
No post anterior falo de mudança. Mais uma. Mais uma iniciada por necessidade minha. Há poucas mudanças na minha vida que não o tenham sido assim. Uma delas deu origem ao re-re-início deste blog. Essa, triste, não foi desencadeada por mim, embora o devesse ter sido muito tempo atrás do que o foi. Wahtever...
Bem... Whatever não! Interessa até um bom bocado para a mudança que vai, novamente, ocorrer na minha vida. Como referi, perdi por antecipação. A pessoa que estava comigo antecipou-se e terminou o namoro nesse dia. Antecipou-se porque eu já tinha pensado nisso há muito tempo. Se faria sentido estar com uma pessoa, espectacular e hoje a minha melhor amiga, que na altura já o sabia não era a pessoa com quem queria passar o resto da minha vida. Mas pronto, sabem como é. Por vezes não queremos perder tudo o que já se construíu e tenta-se e continua-se, maioria das vezes, sem grande sentido. Foi o que aconteceu, continuei sem grande sentido ao passo que a outra pessoa, penso eu, terminou ao primeiro impulso. Ainda hoje não tenho essa certeza, mas também não importa muito. Terminou e terminou bem. Sem nada para esclarecer. E assim é que deve ser! Ficou a grande amizade.
Tem tudo a ver com a situação actual. Antecipação, esclarecimento das coisas, amizade e outras coisas mais.
Esta mudança é o resultado da minha antecipação para manter uma amizade que estava a começar a ficar ameaçada. Desta vez fui eu que me antecipei. Deve ser por ter aprendido com a situação anterior, por ter visto que não vale a pena protelar algo que está destinado a não continuar. Era visível que esse era o caso. As pessoas não mudam muito e quando assim é, quando duas pessoas que não mudam começam a embirrar, então o melhor é uma delas mudar. E mudar fisicamente porque, como referi, as pessoas não mudam. Sendo assim e tendo isso em conta opto por mudar, já que sítios há muitos e amigos muito poucos.
Opto por mudar também porque não gosto que me tratem mal. Eu trato mal muito poucas pessoas e as que trato mal não são as pessoas minhas amigas. Claro que isso poderá ocorrer pontualmente, mas isso faz parte do ser amigo. Pontualmente falhar como as notas de mil, não em situações extremas aí penso que nunca falhei com nenhum amigo meu. Estou sempre presente e confesso que durmo todas as noites com o telefone ligado no máximo para uma qualquer emergência que alguns deles possam ter. Estou sempre lá para eles. Bem... Retomando! Não gosto que me tratem ou falem mal. Fico nervoso, sensível, aflito e outras coisas más mais. Era o caso mais ou menos recorrente. Nada de grave, atente-se. Apenas palavras encadeadas da forma errada, em momentos errados, em dias errados, com conteúdo duvidoso em termos de moral para o proferir. Enfim uma série de coisas que não estavam correctas.
Opto por mudar porque não gosto de ameaças. Muito menos escritas. Sob ameaça reajo. Felizmente é muito rara a vez que me encontro sob ameaça. Raríssima mesmo. Evito ser ameaçado, não sou conflituoso. Eu quero é paz. Cresci a ver conflitos infundados entre pessoas que se gostavam. Aprendi a não o fazer, não tem sentido nenhum. Neste caso, a ameaça estava presente. Escrita ainda por cima. Detesto ameaças escritas, muito menos entre pessoas que moram juntas. Bem, uma das duas optou por falar de assuntos reslacionados com x coisa por escrito, unilateralmente tomou essa decisão e a verdade seja dita, executou-a. Há que dar mérito a essa congruência.
Não pode é ficar escandalizada por ter tomado a decisão de mudar por escrito também. Parece-me aceitável. Tanto assim é que o fiz e mantenho. Tomei a decisão e comuniquei-a por escrito. Como tinha a ver com x coisa, que outrem decidiu abordar sempre por escrito, continua a parecer-me bem que também tenha comunicado a decisão por escrito. Outrem assim não o pensa.
Até há pouco, continuava com uma ligeira impressão que o não deveria ter feito. Acontece que tentei passar das palavras escritas para as palavras faladas e recebi do outro lado mais um pouco de maltrato. Bem, não gostei na mesma porque já refri que não gosto de ser maltratado, mas foi um momento bom. Foi um momento a partir do qual me estou a cagar para o que penso ou o que deixo de pensar.
As pessoas têm também de pensar nas suas atitudes, o reflexo que elas poderão produzir nos outros, os efeitos que têm e a que atitudes levam e não pensar que tudo o que os outros fazem é errado e tudo o que eles fazem é justificado. Há que pensar amigos, pensar. Algo que faço demais bem sei. Todos mo dizem. Defeitos dirão uns, qualidade dirão outros. Defeito digo eu. Mas isso para a minha pessoa. Whatever... Tópico para outro post não para este.
O que me deixa preocupado é que a minha antecipação, por escrito, tomada para slavar uma amizade tenha produzido efeitos contrários. Pelo menos no imediato é assim que está a ser. A aoutra pessoa está determinada em não ser minha amiga. Considero que isso passará, espero verdadeiramente que sim. Continuarei com, pequenos, esforços para que tal aconteça. Vale-me a minha certeza de saber como é que estas coisas funcionam. O tempo é um grande aliado destas coisas.
No entanto, é estúpido que uma pessoa que se tem na mais alta conta de inteligência e saber estar e tudo e tudo e tudo não tenha tido a capacidade de encaixe que seria exigível a alguém de tal calibre e que se tem nessa conta e estejamesquinhamente, ok magoada por uma série de razões que não vou mencionar porque são do foro pessoal da pessoa, a bloquear a comunicação e a não querer fazer a 3ª coisa que falei no 3º parágrafo. Ou seja, esclarecer as coisas.
Pois bem minha grande amiga, e digo-o com todo o sentido do que quer dizer grande amiga. Como já te disse mais do que uma vez, tens de ter muito cuidado com a forma como te diriges às pessoas. É que sendo um grande amigo teu, e acredita que o meu telemóvel ficará ligado no máximo à noite para receber uma chamada de emergência tua e sair para onde for necessário fazer o que seja necessário por/para ti, posso mudar de casa e, espero eu, manter a nossa amizade. Outros amigos teus poderão não ter essa possibilidade e ter mesmo de mudar de amiga.
E essa ideia, aplicada a todo o mundo não a ti, entristece-me.
Um bem haja Dada!
Bem... Whatever não! Interessa até um bom bocado para a mudança que vai, novamente, ocorrer na minha vida. Como referi, perdi por antecipação. A pessoa que estava comigo antecipou-se e terminou o namoro nesse dia. Antecipou-se porque eu já tinha pensado nisso há muito tempo. Se faria sentido estar com uma pessoa, espectacular e hoje a minha melhor amiga, que na altura já o sabia não era a pessoa com quem queria passar o resto da minha vida. Mas pronto, sabem como é. Por vezes não queremos perder tudo o que já se construíu e tenta-se e continua-se, maioria das vezes, sem grande sentido. Foi o que aconteceu, continuei sem grande sentido ao passo que a outra pessoa, penso eu, terminou ao primeiro impulso. Ainda hoje não tenho essa certeza, mas também não importa muito. Terminou e terminou bem. Sem nada para esclarecer. E assim é que deve ser! Ficou a grande amizade.
Tem tudo a ver com a situação actual. Antecipação, esclarecimento das coisas, amizade e outras coisas mais.
Esta mudança é o resultado da minha antecipação para manter uma amizade que estava a começar a ficar ameaçada. Desta vez fui eu que me antecipei. Deve ser por ter aprendido com a situação anterior, por ter visto que não vale a pena protelar algo que está destinado a não continuar. Era visível que esse era o caso. As pessoas não mudam muito e quando assim é, quando duas pessoas que não mudam começam a embirrar, então o melhor é uma delas mudar. E mudar fisicamente porque, como referi, as pessoas não mudam. Sendo assim e tendo isso em conta opto por mudar, já que sítios há muitos e amigos muito poucos.
Opto por mudar também porque não gosto que me tratem mal. Eu trato mal muito poucas pessoas e as que trato mal não são as pessoas minhas amigas. Claro que isso poderá ocorrer pontualmente, mas isso faz parte do ser amigo. Pontualmente falhar como as notas de mil, não em situações extremas aí penso que nunca falhei com nenhum amigo meu. Estou sempre presente e confesso que durmo todas as noites com o telefone ligado no máximo para uma qualquer emergência que alguns deles possam ter. Estou sempre lá para eles. Bem... Retomando! Não gosto que me tratem ou falem mal. Fico nervoso, sensível, aflito e outras coisas más mais. Era o caso mais ou menos recorrente. Nada de grave, atente-se. Apenas palavras encadeadas da forma errada, em momentos errados, em dias errados, com conteúdo duvidoso em termos de moral para o proferir. Enfim uma série de coisas que não estavam correctas.
Opto por mudar porque não gosto de ameaças. Muito menos escritas. Sob ameaça reajo. Felizmente é muito rara a vez que me encontro sob ameaça. Raríssima mesmo. Evito ser ameaçado, não sou conflituoso. Eu quero é paz. Cresci a ver conflitos infundados entre pessoas que se gostavam. Aprendi a não o fazer, não tem sentido nenhum. Neste caso, a ameaça estava presente. Escrita ainda por cima. Detesto ameaças escritas, muito menos entre pessoas que moram juntas. Bem, uma das duas optou por falar de assuntos reslacionados com x coisa por escrito, unilateralmente tomou essa decisão e a verdade seja dita, executou-a. Há que dar mérito a essa congruência.
Não pode é ficar escandalizada por ter tomado a decisão de mudar por escrito também. Parece-me aceitável. Tanto assim é que o fiz e mantenho. Tomei a decisão e comuniquei-a por escrito. Como tinha a ver com x coisa, que outrem decidiu abordar sempre por escrito, continua a parecer-me bem que também tenha comunicado a decisão por escrito. Outrem assim não o pensa.
Até há pouco, continuava com uma ligeira impressão que o não deveria ter feito. Acontece que tentei passar das palavras escritas para as palavras faladas e recebi do outro lado mais um pouco de maltrato. Bem, não gostei na mesma porque já refri que não gosto de ser maltratado, mas foi um momento bom. Foi um momento a partir do qual me estou a cagar para o que penso ou o que deixo de pensar.
As pessoas têm também de pensar nas suas atitudes, o reflexo que elas poderão produzir nos outros, os efeitos que têm e a que atitudes levam e não pensar que tudo o que os outros fazem é errado e tudo o que eles fazem é justificado. Há que pensar amigos, pensar. Algo que faço demais bem sei. Todos mo dizem. Defeitos dirão uns, qualidade dirão outros. Defeito digo eu. Mas isso para a minha pessoa. Whatever... Tópico para outro post não para este.
O que me deixa preocupado é que a minha antecipação, por escrito, tomada para slavar uma amizade tenha produzido efeitos contrários. Pelo menos no imediato é assim que está a ser. A aoutra pessoa está determinada em não ser minha amiga. Considero que isso passará, espero verdadeiramente que sim. Continuarei com, pequenos, esforços para que tal aconteça. Vale-me a minha certeza de saber como é que estas coisas funcionam. O tempo é um grande aliado destas coisas.
No entanto, é estúpido que uma pessoa que se tem na mais alta conta de inteligência e saber estar e tudo e tudo e tudo não tenha tido a capacidade de encaixe que seria exigível a alguém de tal calibre e que se tem nessa conta e esteja
Pois bem minha grande amiga, e digo-o com todo o sentido do que quer dizer grande amiga. Como já te disse mais do que uma vez, tens de ter muito cuidado com a forma como te diriges às pessoas. É que sendo um grande amigo teu, e acredita que o meu telemóvel ficará ligado no máximo à noite para receber uma chamada de emergência tua e sair para onde for necessário fazer o que seja necessário por/para ti, posso mudar de casa e, espero eu, manter a nossa amizade. Outros amigos teus poderão não ter essa possibilidade e ter mesmo de mudar de amiga.
E essa ideia, aplicada a todo o mundo não a ti, entristece-me.
Um bem haja Dada!
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Vitor H Ferreira
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Weird, .ii
O que fazer quando duas pessoas não mudam?
Mudar!
Mudar!
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Heading back to Paris?
Gostaria tanto de embarcar neste projecto... Estou meio confiante e muito ansioso...
Valham os Bromalex!
Valham os Bromalex!
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Vitor H Ferreira
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Pequenos prazeres
Há algum tempo atrás, concordei com uma desconhecida com o quao bom é acordar com uma mensagem de manha. Ha alguns minutos atrás verifiquei o quao melhor foi acordar em Madrid com uma mensagem dessa desconhecida, que poderá nao o voltar a ser.
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Vitor H Ferreira
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P(eu)
Penso pouco em muita coisa, demasiado em pouca. Há pouco mais para pensar nela. Está a terminar de definir-se. Talvez por isso tenha começado a pensar mais em ti, hoje foi um dia desses por uma razao curriqueira, para mim, nao para os outro s que pensam be mais em ti.
Nao sei se nao penso mais em ti pois a tua beleza me faz ver com todas as cores a merda de mundo em que vivemos, talvez por ma teres passado, talvez por nao ma teres deixado absorver mais tempo, nao sei...
Sei que sou sem dúvida tu e como sempre aconteceu, poderei pensar pouco em ti, talvez pelos talvez que talvez julgue serem. Nao sei...
Sei que quando penso em ti, penso em mim, talvez goste talvez nao. Nao sei...
Hoje gostei!
Obrigado papá
Nao sei se nao penso mais em ti pois a tua beleza me faz ver com todas as cores a merda de mundo em que vivemos, talvez por ma teres passado, talvez por nao ma teres deixado absorver mais tempo, nao sei...
Sei que sou sem dúvida tu e como sempre aconteceu, poderei pensar pouco em ti, talvez pelos talvez que talvez julgue serem. Nao sei...
Sei que quando penso em ti, penso em mim, talvez goste talvez nao. Nao sei...
Hoje gostei!
Obrigado papá
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Pressure
Gosto de pressao, de estar sobre pressao. Pressao causada por coisas que a mereçam, pressao estupida nao. Nao é sobre eesta última que escrevo.
Gosto de pressao, desta vez estou sobre pressao e chegarei de cabeça limpa para a passar para o outro lado. Se desse lado estivesse, essa passagem seria denominada de enpowerment, do lado de onde estou, essa passagem chama-se ultimato.
Gosto de pressao, desta vez estou sobre pressao e chegarei de cabeça limpa para a passar para o outro lado. Se desse lado estivesse, essa passagem seria denominada de enpowerment, do lado de onde estou, essa passagem chama-se ultimato.
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Vitor H Ferreira
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Preto no Branco
Um bom ansiolítico resolve-me muitos problemas
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Vitor H Ferreira
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Au revoir
Fuck you mais as tuas palavras e articulações caras que apenas para ti, te fazem parecer erudita e com razão. As minhas palavras são menos caras mas com conteúdo. Continua a utilizar as tuas articulações caras pois a partir de agora as minhas articulações nem isso o serão.
Serão apenas um osso até elas!
Serão apenas um osso até elas!
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Weird
Porque razão sentimos que temos de mudar para continuar uma coisa?
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Vitor H Ferreira
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Pensafusos conmentos (as usual), .vi
Será que pensar demais é assim tão mau. Fodasse, não percebo porque razão é que invariavelmente me dizem que tenho de pensar menos, de tal forma que começo a enraizar isso e a tentar deixar de ser como sou. Merda para isto, será que não posso pensar demais em mim? Pensar que se calhar não é isto que quero ou pelo menos não como quero apesar de comparativamente com os outros estar fantasticamente bem? Porque raio é que tenho obrigatoriamente de me comparar com os demais? Eu estimo bem que como os outros estão se foda, eu quero é saber como estou e ponto final. Para tal preciso de pensar, e preciso de pensar em imensas merdas e mais merdas. Apesar deste aparente egocentrismo eu penso demais nos demais.
Se o que farei com esses pensamentos irá influenciar a minha vida sempre, devo pensar menos? Não percebo! Não percebo que me digam isso, não percebam que percebam isso! Não percebo que percebam isso e que não percebam quem não pensa. Não percebo nada disto. Percebo que tenho a percepção correcta de como estar.
Basicamente tenho de pensar o quanto penso e agir é um pouco mais. Agora não me peçam para não pensar que quem sofrerá são vocês.
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Vitor H Ferreira
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Um dos sítios de hoje
Phoenix - Lizstomania / One time too many - A Take Away Show from La Blogotheque on Vimeo.
Maravilha
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Merdas, .i
Gostava que a relação que tenho actualmente, fosse a relação do meu namoro e posterior continuação para a eternidade. Mas com sexo e uma casa melhor.
* Pessoa não obrigatoriamente a mesma
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Vitor H Ferreira
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Tu tu tu tu!
Sendo a pessoa mais racional que conheço sempre em constante tentativa de o não ser ou pelo menos amenizar o quanto deparo-me com o facto de este simples facto ser racionalizar ainda mais. Parece-me portanto que eu sou assim.
Mesmo sendo assim, dou por mim a pensar que uma relação à distância teria sido possível, seria possível. Como? Tenho-me perguntado ultimamente. Como é possível que esteja a pensar assim? Sinto-me apanhado contra a teia que eu teci e consumo-me.
Consumo-me por não a ver, por não a ter, por não a ver sorrir a não ser pixelizada em ondas hertzianas ali no canto esquerdo. Consumo-me por não ter acedido à tentativa de manter algo assim. Comsumiria-me ainda mais, seria ainda mais difícil e martirizante.
Apesar disso e de o quase sempre ter sabido seria incapaz de minar a sua felicidade e acima de tudo a sua liberdade. A liberdade que ela necessita para poder espalhar por onde passa as melhores coisas do mundo.
Adoro-te e pareço uma criança!
Mesmo sendo assim, dou por mim a pensar que uma relação à distância teria sido possível, seria possível. Como? Tenho-me perguntado ultimamente. Como é possível que esteja a pensar assim? Sinto-me apanhado contra a teia que eu teci e consumo-me.
Consumo-me por não a ver, por não a ter, por não a ver sorrir a não ser pixelizada em ondas hertzianas ali no canto esquerdo. Consumo-me por não ter acedido à tentativa de manter algo assim. Comsumiria-me ainda mais, seria ainda mais difícil e martirizante.
Apesar disso e de o quase sempre ter sabido seria incapaz de minar a sua felicidade e acima de tudo a sua liberdade. A liberdade que ela necessita para poder espalhar por onde passa as melhores coisas do mundo.
Adoro-te e pareço uma criança!
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Vitor H Ferreira
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Natal
E outro Natal passou. Este parecido com o anterior mas com algumas diferenças substanciais. Com o novo membro da Família, a Maria Francisco filha do meu irmão e da sua, ainda, namorada as duas famílias vão-se aproximando. Este ano foi o ano da Maria que entretanto é já pessoa e tudo o que é inerente a esse facto. As duas famílias encontraram-se este ano pelo primeira vez. Verdade seja dita que o núcleo já se funde ligeiramente mas o manto ainda não está totalmente integrado. No entanto existem similaridades visíveis a olho nú. Similaridades vulgarmente conhecidas por "loucura saudável". Somos parecidos. Gostei muito desse facto. Falta um pouco mais de convivência que acompanhe a evolução normalidade -> loucura que na minha opinião aproxima as pessoas. Veremos como evolui a coisa.
Foi outro Natal cheio de tradições. As minhas. As que gosto e as que têm de ser. Outras foram abandonadas. Também as minhas. As que por uma outra razão começam a deixar de fazer sentido. Por causa da acção algumas, por causa da pessoa outras.
Gosto do meu Natal apesar de, confesso, fazer pouco por ele. Talvez seja por saber que ele existirá na mesma, mesmo sem o meu contributo. Contributo esse que até hoje continua a ser, a minha presença. Egoísmo puro sei, mas sou assim. No entanto não sou um quadrado e lentamente tenho sentido que apenas isso não bastará. Este ano arredondei uma aresta e acho que mais rapidamente do que penso outras se seguirão. Gosto do meu Natal pela sua simplicidade e por verdadeiramente, pelo menos para mim, representar, em pequenas porções, o que é o espírito do Natal. Claro está que também está embuído do que, para mim, não é o espírito do Natal. No entanto em ainda mais pequenas porções o que, para mim, lhe confere um verdadeiro significado natalício.
Há quem diga, e concordo em parte, que não tenho espírito natalício. No entanto analisando todas as partes chego à conclusão que maioritariamente gosto do Ntal. Deixa-me sensível, vulnerável, sinto coisas que não sinto normalmente por coisas e pessoas. Talvez por isso mesmo me escude atrás da capa, que para quem me conhece é de plástico transparente. Este ano até comprei prendas.
Compto geral e para não alongar muito mais isto, gosto do Natal e dos princípios dele. Não gosto dos fins em geral.
Deste gostei, do meu, dos meus e para o ano espero que dos teus.
Foi outro Natal cheio de tradições. As minhas. As que gosto e as que têm de ser. Outras foram abandonadas. Também as minhas. As que por uma outra razão começam a deixar de fazer sentido. Por causa da acção algumas, por causa da pessoa outras.
Gosto do meu Natal apesar de, confesso, fazer pouco por ele. Talvez seja por saber que ele existirá na mesma, mesmo sem o meu contributo. Contributo esse que até hoje continua a ser, a minha presença. Egoísmo puro sei, mas sou assim. No entanto não sou um quadrado e lentamente tenho sentido que apenas isso não bastará. Este ano arredondei uma aresta e acho que mais rapidamente do que penso outras se seguirão. Gosto do meu Natal pela sua simplicidade e por verdadeiramente, pelo menos para mim, representar, em pequenas porções, o que é o espírito do Natal. Claro está que também está embuído do que, para mim, não é o espírito do Natal. No entanto em ainda mais pequenas porções o que, para mim, lhe confere um verdadeiro significado natalício.
Há quem diga, e concordo em parte, que não tenho espírito natalício. No entanto analisando todas as partes chego à conclusão que maioritariamente gosto do Ntal. Deixa-me sensível, vulnerável, sinto coisas que não sinto normalmente por coisas e pessoas. Talvez por isso mesmo me escude atrás da capa, que para quem me conhece é de plástico transparente. Este ano até comprei prendas.
Compto geral e para não alongar muito mais isto, gosto do Natal e dos princípios dele. Não gosto dos fins em geral.
Deste gostei, do meu, dos meus e para o ano espero que dos teus.
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Vitor H Ferreira
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Branco no Preto, .ii
Com uma nos queixos, debaixo do edredão de infância preparado para ver a bola.
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Vitor H Ferreira
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Re-re-re-start
E cá está de novo o renascimento deste já maduro blogue. Para já só a formalização deste novo re-re-re-nascer. Após mais algumas convulsões na minha vida culminando com mais uma mudança de poiso físico senti o chamamento deste sítio que tanto prazer me dá e que é já uma extensão de mim próprio.
Após as clássicas incursões pelas redes sociais em voga, normalmente e ainda bem, bastante atempadamente de forma a usufruir das ditas cujas antes da enchente e inerente descaracterização da coisa, chego à conclusão que é aqui que pertenço.
Para já é só mesmo isto!
Falta-me ainda uma secretária e uma cadeira e uma luz intimista no futuro escritório. Sítio para o cinzeiro já existe!
Após as clássicas incursões pelas redes sociais em voga, normalmente e ainda bem, bastante atempadamente de forma a usufruir das ditas cujas antes da enchente e inerente descaracterização da coisa, chego à conclusão que é aqui que pertenço.
Para já é só mesmo isto!
Falta-me ainda uma secretária e uma cadeira e uma luz intimista no futuro escritório. Sítio para o cinzeiro já existe!
EDIT 20:21 Tinha mesmo saudades disto
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Duro molusco
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Nhammi nhammi?
E enviam-me destas coisas no dia em que cai um avião vindo do Brasil, estando eu a dar formação a uma equipa brasileira, que chegou no dia anterior ao desastre e que tinha vôo marcado no avião da Air France que caíu.
E enviam-me destas coisas com datas de Agosto, onde ja tenho planeado há tanto tempo ir para a praia com as pessoas que me interessam.
E enviam-me destas coisas, a mim que ainda ando a perder completamente o medo de voar e de estar sozinho muito longe de casa.
Mas estou seriamente a ponderar! Até 2ª tenho de me decidir...
E enviam-me destas coisas com datas de Agosto, onde ja tenho planeado há tanto tempo ir para a praia com as pessoas que me interessam.
E enviam-me destas coisas, a mim que ainda ando a perder completamente o medo de voar e de estar sozinho muito longe de casa.
Mas estou seriamente a ponderar! Até 2ª tenho de me decidir...
Bonjour Vitor,
Cette semaine ce sera difficile de se téléphoner (je suis en Argentine et
tu es en formation).
On se téléphonera la semaine prochaine.
Si tu es disponible ces 4 semaines (tu n'as pas répondu à cette question),
nous avons pensé à l'organisation suivante :
S30 : aider (coaching sur Compas et sur le rôle du formateur externe) la
formatrice Brésil à Porto Real (Ana Celia Batista)
S31 : assister en fond de salle (et aider si besoin) à la formation des
fomateurs internes dispensée par la formatrice Brésil à Porto Real (Ana
Celia Batista)
S32 : aider (coaching sur Compas et sur le rôle du formateur externe) la
formatrice Argentine à Palomar - Buenos Aires (Manuela Palazuelos)
S33 : assister en fond de salle (et aider si besoin) à la formation des
fomateurs internes ou des techniciens préventif dispensée par la formatrice
Argentine à Palomar - Buenos Aires (Manuela Palazuelos)
Cordialement,
Nadège Baldach
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Duro molusco
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Somos aquela coisa impossível de pronunciar para 7 milhões* Campeões
* Tetra
E agora adorava sair por aí por Viseu a apitar para a rotunda. Mas há centenas por aqui. Fico aqui em casa (kind of) com um sorriso nos lábios e uma alegria imensa.
E agora adorava sair por aí por Viseu a apitar para a rotunda. Mas há centenas por aqui. Fico aqui em casa (kind of) com um sorriso nos lábios e uma alegria imensa.
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Duro molusco
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Viva a informação e a capacidade de a obter
Bom instalado aqui em Viseu, num hotel potente que não vou mencionar, sinto-me mais ou menos em casa já. Depois de Poissy e Paris, eis que agora a parte final do projecto é passada em Mangualde durante as horas de trabalho e em Viseu depois disso. Ora como aqui vou ficar 3 meses e meio, e até tenho aqui um cantinho bom e confortável onde posso navegar na internet, acho que posso desta vez perder algum tempo com o meu querido blog.
Já queria ter começado à mais tempo a mandar uns bitaites daqui para aqui, mas durante a primeira semana o caudal de trabalho foi tal que nem vontade tinha, chegando mesmo um dia a adormecer às 11:30 da noite, algo que não me acontecia há muito mas mesmo muito tempo, não me lembro mesmo de tal acontecer.
Não tinha vontade é como quem diz. Porque uns minutinhos na internet e a navegar são absolutamente imprescindíveis em qualquer dia meu. E os meus dias há já 10, 11 anos que são diariamente povoados pela internet. Numa primeira fase com um cabo telefónico de 30 metros que ligava a tomada telefónica do salão da minha mãe no rés do chão ao meu quarto dentro de casa no 1º andar, e que a impedia de receber telefonemas de clientes etc, passando depois já em Lisboa, a cabo. E a partir daí foi sempre a subir ou a manter. Não interessa.
O que interessa é que diariamente há já muitos anos, ela me acompanha diariamente e se não a uso é porque não quero ou porque não posso. No entanto qualquer uma destas é sempre por opção. Acontece que aqui no hotel que não mencionei, não existe internet debanda larga disponível como seria de esperar de um sítio como este. Não! Nos quartos apenas existe internet sem fios da PT Wi-Fi. Ora muito bem, o sinal é bom e coisa, mas a questão é mesmo outra.
Acontece que as zonas wireless da PT Wi-Fi, que são centenas espalhadas por esse país fora, podem ser utilizadas mediante a compra de vouhers wireless de diferentes tempos de utilização. Vouchers de 1 hora ou de 2 horas, um voucher de 1 dia e um voucher de 1 semana. Custando respectivamente 2, 3, 20 e 50 Euros. Ora estes valores já não são simpáticos, mas menos simpáticos ficam quando o tempo de utilização é contínuo. Ou seja, a partir do momento que aligação é efectuada, naveguemos ou não o tempo começa a contar e pumbas. Ou se se está ligado e se usufrui ou então os minutos contam na mesma sem olhar a tempo de utilização.
Isto é um serviço absolutamente 4º mundista! É uma vergonha absoluta e total que este serviço exista nos dias de hoje. Nem sei se é legal fazer tal coisa. Quando li, a 1ª vez fiquei na dúvida e então comprei um voucher de 2 horas que confirmaram o que me pareceu ter lido.
Ontem resolvi, fazer daquelas chamadas de merda para os operadores das linhas de apoio, que não têm culpa absolutamente nenhuma dos serviços de merda que quem lhes dá emprego nos oferece. No entanto decidi telefonar para lhe fazer a pergunta a ele. Aparece um jovem timído coma voz meio a tremer, não sei se por causa da minha voz grossa ou pela articulação correcta e bem definida das minhas questões. Pensei, "És mesmo tu que vais apanhar comigo!".
E assim foi, desabafei uma pouco e disse que estava a telefonar para desabafar e também para saber se existiriam alternativas para tal merdoso serviço. Ao fim de 3 ou 4 alternativas eis que lhe sai um "Se for cliente MEO pode inserir o username e a password que tem acesso ilimitado à internet e um plafond de 2GB mensal". "Mãe!!!!! Preciso do teu user e passa do MEO!!!!!". "O quê filho?" Ehehehehehe, depois lá lhe expliquei e acabei por usar o da minha prima Ana.
Claro que até ter conseguido navegar à vontade ainda tive de passar por linhas técnicas e redireccionamentos e números errados para as 1000 e 1 linhas diferentes de apoio da PT. O que interessa é que consegui e cá estou eu com uma net razoável média boa, a navegar sem stresses.
Agora ficam estas duas questões, a que coloquei mais acima acerca da legalidade deste serviço, se é que se lhe pode chamar serviço da PT Wi-Fi e a mais importante, se estes serviços alternativos, e estes sim são serviços, existem não deveriam ser comunicados ou anunciados na sua, no mínimo dos mínimos, página da Internet que aparece invariavelmente para pormos o username e password do Voucher?
Obrigado gajo da voz timída!
Já queria ter começado à mais tempo a mandar uns bitaites daqui para aqui, mas durante a primeira semana o caudal de trabalho foi tal que nem vontade tinha, chegando mesmo um dia a adormecer às 11:30 da noite, algo que não me acontecia há muito mas mesmo muito tempo, não me lembro mesmo de tal acontecer.
Não tinha vontade é como quem diz. Porque uns minutinhos na internet e a navegar são absolutamente imprescindíveis em qualquer dia meu. E os meus dias há já 10, 11 anos que são diariamente povoados pela internet. Numa primeira fase com um cabo telefónico de 30 metros que ligava a tomada telefónica do salão da minha mãe no rés do chão ao meu quarto dentro de casa no 1º andar, e que a impedia de receber telefonemas de clientes etc, passando depois já em Lisboa, a cabo. E a partir daí foi sempre a subir ou a manter. Não interessa.
O que interessa é que diariamente há já muitos anos, ela me acompanha diariamente e se não a uso é porque não quero ou porque não posso. No entanto qualquer uma destas é sempre por opção. Acontece que aqui no hotel que não mencionei, não existe internet debanda larga disponível como seria de esperar de um sítio como este. Não! Nos quartos apenas existe internet sem fios da PT Wi-Fi. Ora muito bem, o sinal é bom e coisa, mas a questão é mesmo outra.
Acontece que as zonas wireless da PT Wi-Fi, que são centenas espalhadas por esse país fora, podem ser utilizadas mediante a compra de vouhers wireless de diferentes tempos de utilização. Vouchers de 1 hora ou de 2 horas, um voucher de 1 dia e um voucher de 1 semana. Custando respectivamente 2, 3, 20 e 50 Euros. Ora estes valores já não são simpáticos, mas menos simpáticos ficam quando o tempo de utilização é contínuo. Ou seja, a partir do momento que aligação é efectuada, naveguemos ou não o tempo começa a contar e pumbas. Ou se se está ligado e se usufrui ou então os minutos contam na mesma sem olhar a tempo de utilização.
Isto é um serviço absolutamente 4º mundista! É uma vergonha absoluta e total que este serviço exista nos dias de hoje. Nem sei se é legal fazer tal coisa. Quando li, a 1ª vez fiquei na dúvida e então comprei um voucher de 2 horas que confirmaram o que me pareceu ter lido.
Ontem resolvi, fazer daquelas chamadas de merda para os operadores das linhas de apoio, que não têm culpa absolutamente nenhuma dos serviços de merda que quem lhes dá emprego nos oferece. No entanto decidi telefonar para lhe fazer a pergunta a ele. Aparece um jovem timído coma voz meio a tremer, não sei se por causa da minha voz grossa ou pela articulação correcta e bem definida das minhas questões. Pensei, "És mesmo tu que vais apanhar comigo!".
E assim foi, desabafei uma pouco e disse que estava a telefonar para desabafar e também para saber se existiriam alternativas para tal merdoso serviço. Ao fim de 3 ou 4 alternativas eis que lhe sai um "Se for cliente MEO pode inserir o username e a password que tem acesso ilimitado à internet e um plafond de 2GB mensal". "Mãe!!!!! Preciso do teu user e passa do MEO!!!!!". "O quê filho?" Ehehehehehe, depois lá lhe expliquei e acabei por usar o da minha prima Ana.
Claro que até ter conseguido navegar à vontade ainda tive de passar por linhas técnicas e redireccionamentos e números errados para as 1000 e 1 linhas diferentes de apoio da PT. O que interessa é que consegui e cá estou eu com uma net razoável média boa, a navegar sem stresses.
Agora ficam estas duas questões, a que coloquei mais acima acerca da legalidade deste serviço, se é que se lhe pode chamar serviço da PT Wi-Fi e a mais importante, se estes serviços alternativos, e estes sim são serviços, existem não deveriam ser comunicados ou anunciados na sua, no mínimo dos mínimos, página da Internet que aparece invariavelmente para pormos o username e password do Voucher?
Obrigado gajo da voz timída!
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Duro molusco
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Still here
Olá caros leitores, que como já referi anteriormente deverão ser um ou dois, e da familia! Eehhehe.
Cá estou eu de novo! Bem vistas as coisas, nunca desapareci. Mas ultimamente, quer devido à(s) localização(ões) geográfica(s) onde me encontrava e que por saber que iria ser curto o tempo de estadia nas mesmas, optei por aproveitar o tempo de outras formas, vulgo curtir quando o trabalho me deixava, sim porque esta missão não está a ser bem igual à anterior, onde basicamente foi um Erasmus em Paris com condições brutais.
Desta vez as condições são as mesmas, talvez um pouquinho melhores, mas o trabalho esse não me larga. Trabalho que nem um desalmado de há um mês e meio para cá! Mas o que tem de ser tem de ser.
E para já, agora sentado um pouco. Descansado como não estava já há muito aproveito para mandar esta posta de pesaca e espero sinceramente que o meu tempo, o meu bem mais precioso, volte lentamente a ser restaurado e atingir os níveis que acho aceitáveis, para contar uma série de peripécias e coisas que me aconteceram e que gostei bastante. Sim porque depois do martírio Poissy, a minha vida transformou-se totalmente transformando-se numa vida muito mas muito gratificante, á margem claro está da quantidade estúpida de trabalho.
Muitas fotos, música e histórias estão para vir!
Boa noite e bom fim de semana.
P.S.: Claro que também escrevo neste dia que ADORO. O 25 de Abril deverá ser sempre e para sempre O Dia! E por isso mesmo, hoje e para sempre VIVA ABRIL!
Cá estou eu de novo! Bem vistas as coisas, nunca desapareci. Mas ultimamente, quer devido à(s) localização(ões) geográfica(s) onde me encontrava e que por saber que iria ser curto o tempo de estadia nas mesmas, optei por aproveitar o tempo de outras formas, vulgo curtir quando o trabalho me deixava, sim porque esta missão não está a ser bem igual à anterior, onde basicamente foi um Erasmus em Paris com condições brutais.
Desta vez as condições são as mesmas, talvez um pouquinho melhores, mas o trabalho esse não me larga. Trabalho que nem um desalmado de há um mês e meio para cá! Mas o que tem de ser tem de ser.
E para já, agora sentado um pouco. Descansado como não estava já há muito aproveito para mandar esta posta de pesaca e espero sinceramente que o meu tempo, o meu bem mais precioso, volte lentamente a ser restaurado e atingir os níveis que acho aceitáveis, para contar uma série de peripécias e coisas que me aconteceram e que gostei bastante. Sim porque depois do martírio Poissy, a minha vida transformou-se totalmente transformando-se numa vida muito mas muito gratificante, á margem claro está da quantidade estúpida de trabalho.
Muitas fotos, música e histórias estão para vir!
Boa noite e bom fim de semana.
P.S.: Claro que também escrevo neste dia que ADORO. O 25 de Abril deverá ser sempre e para sempre O Dia! E por isso mesmo, hoje e para sempre VIVA ABRIL!
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Duro molusco
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E porque estou em convalesnça e nem tudo é mau
Adoro dias longos, diferentes, extensos com multiplicidade de coisas, estímulos, sítios, pessoas e outras coisas mais.
Adorei a minha 6ª feira, esta que passou. Tudo correu bem, foi um dia feliz. Recebi a confirmação de mudança de sítio para Montrouge, recebi uma notícia de que o Andres um amigo meu de Barcelona comquem passei aqui 3 meses o ano passado está cá agora 3 semanas também num projecto. Parecia uma criança nessa 6ª feira. Adorei todos os minutos dela. E descrevo-a aqui muito rapidamente, poderá parecer cansativa mas foi dos melhores dias dos últimos tempos.
Acordar pela última vez em Poissy -> Fazer a mala -> Ir para o projecto em Poissy -> Trabalhar -> Almoçar em Poissy -> Trabalhar -> Arrancar parao Transilien Poissy - Gare St Lazare -> Apanhar a linha 13 do metro que me deixou em Pernety -> Taxi para Orly -> Avião -> Lisboa -> Taxi para casa -> Lavar a cara e os dentes e mudar de roupa -> Portas de Santo Antão ter com a minha colega de casa, mãe dela e alguns colegas -> Bebr um aimperial e uma ginja -> Estacionar no Lounge e subir a bica -Z Ir ter coma sôtora e respectivos amigos -> beber umas bjecas -> Desceer ao Lounge -> Ficar la com outra colega -> Ir alone depois ao Incógnito -> Bacalhoeiro dançar até terminar.
Adoro estes dias.
Amannhã conto esa 2ª! Parecida! Fazem-em viver estes dias. Fazem-me sentir vivo! Gosto
Adorei a minha 6ª feira, esta que passou. Tudo correu bem, foi um dia feliz. Recebi a confirmação de mudança de sítio para Montrouge, recebi uma notícia de que o Andres um amigo meu de Barcelona comquem passei aqui 3 meses o ano passado está cá agora 3 semanas também num projecto. Parecia uma criança nessa 6ª feira. Adorei todos os minutos dela. E descrevo-a aqui muito rapidamente, poderá parecer cansativa mas foi dos melhores dias dos últimos tempos.
Acordar pela última vez em Poissy -> Fazer a mala -> Ir para o projecto em Poissy -> Trabalhar -> Almoçar em Poissy -> Trabalhar -> Arrancar parao Transilien Poissy - Gare St Lazare -> Apanhar a linha 13 do metro que me deixou em Pernety -> Taxi para Orly -> Avião -> Lisboa -> Taxi para casa -> Lavar a cara e os dentes e mudar de roupa -> Portas de Santo Antão ter com a minha colega de casa, mãe dela e alguns colegas -> Bebr um aimperial e uma ginja -> Estacionar no Lounge e subir a bica -Z Ir ter coma sôtora e respectivos amigos -> beber umas bjecas -> Desceer ao Lounge -> Ficar la com outra colega -> Ir alone depois ao Incógnito -> Bacalhoeiro dançar até terminar.
Adoro estes dias.
Amannhã conto esa 2ª! Parecida! Fazem-em viver estes dias. Fazem-me sentir vivo! Gosto
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Duro molusco
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Pensafusos conmentos (as usual), .v
Após uma semana e meia aqui por terras francesas a trabalhar e ser formado como o Formateur Exteriour pour Mangualde, açgo que muito gozo me está a dar, não "aplicacionalmente" já que os procesos estão desenvolvidos, significando que não estou a desenvolver nada, estou antes a receber formação nos processos que irão ser implementados na unidade portuguesa, a preparar os conteúdos da formação e aprender a gerir precisamente isso. Dimensionar salas, dimensionar sets de dados mediante instalações e número de utilizadores. Confesso que ainda hoje estou a juntar as peças deste assignment que, repito, muito gosto me está a dar.
Seja pela equipa simpatiquissima que me está a acompanhar seja pela quantidade de informaçõ que estou a receber e tenho de processar, seja pela proactividade que tenho de ter, seja pela novidade de tal projecto, o que indicia como apregoo sepre aos meus colegas, amigos e outros a diversidade de oportunidades que a minha empresa, a CSC permite na sua multiplicidade de áreas, inerente a coorporação de tal dimensão.
Estou incorporado numa equipa de cerca de 20 e poucas pessoas que não são funcionais SAP, significando que não desenvolveram nada dos processos a serem implementados. É antes uma equipa de tal dimensão apenas e só de gestão do projecto. E por aqui se pode teruma ideiaa da dimensão, do planeamento e do cuidado de planeamento que tem de se ter para conseguir "industrializar" o processo de implementar processos, como um colega que conheci aqui me referiu, o Damien. Pessoa 5 estrelas que entretanto saíu para outro projecto.
Ora toda esta introdução sobre projectos, processos e gestão leva-me precisamente ao pensafuso conmento (as usual), .v que é o efeito que o desespero despoleta na capacidade das pessoas de pensarem como deveriam ter pensado antes dele ter acontecido.
Como sabem, embarquei neste projecto / aventura sozinho. Mais uma prova de que sou capaz, de que quero e de que vou ser capaz de o ultrapassar com distinção, espero e sei. Embarquei sabendo de antemão que as condicionantes não seriam as melhores, tirando, e confeso sem vergonha, a parte financeira. No entanto desde o primeiro dia que cheguei, que aliei esta vantagem às descritas nos parágrafos acima. Confesso também que sabia que iria acontecer mais ou menos isso. Pois sou um apaixonado por aprender e mesmo que a matéria não seja ou da minha área ou do meu interesse ou de outras coisas mais que até agora me desmotivariam, hojeem dia já não sou assim. Gosto de aprender, de ouvir, de aprender tudo o mais que possa. Assimilo bem e tudo. Até me considero um gajo esperto.
O que sempre soube foi que a componente solidão deslocada iria ser parte presente neste projecto. Soube-o e aceitei-o, repito, primeiramente pela faceta fincanceira e depois já de cá estar pela faceta de aprendizagem.
A solidão é fodida! Aquela solidão solidão, solidão total ainda que disfarçada pelas novas tecnologias de informação que permitem contacto diario e constante mas que se necessário materializar-se em algo fisico no imediato não é possível. Então defini a solidão solidão dos nossos tempos da seguinte forma:
"Solidão, é estar sozinho num sítio onde não conheces ninguém, nada nem nenhum caminho e caso necessário alguma destas coisas não tens a mínima hipótese de o conseguir."
Ora este pensamento, para mim, é já claustrofóbico só de pensar nele rodeado de tudo o que nele falta, quanto mais pensar nele quando tudo nele é. Ora os primeiros dias foram a chegada, que parecendo que não desviam os teus pensamentos para outras coisas, a viagem, o cansaço, a novidade das coisas etc e tal, mas que passado algum tempo te assaltam no teu quarto de hotel. Não foram precisos muitos dias até existir "aquele" dia de solidão. "Aquele" onde o pensamento claustrofóbico mencionado antes te assalta e por muito que tentes distrair a cabecinha para outras coisas, tal não és capaz.
Confesso que desesperei, não ao ponto de telefonar para o 112 (número dos 27 da emergência médica) mas ao ponto de não me terconseguido abstrair deste pensamento até ter desmaiado de cansaço. Foi desespero controlado mas desespero, e quero aqui deixar umas palavras de agradecimento a algumas pessoas. Umas recorrentemente presentes quando necesito delas e me compreendem porque me conhecem, ansioso, stressado, vivo, citadino etc e tal, vulgo família e deixo aqui um particular obrigado à minha mamã. Veljina incansável até chegar a casa onde finalmente pode descansar e que por norma temos conversas mais ou menos frequentes de 4 ou 5 minutos ao telefone. Quer por que sinto que ela está cansada e despacho-a para ela ir descansar quebem merece, quer porquerer mesmo despachar sabendo que tudo iria demorar 5 minutos porque depois iria pensar e fazer o que disse em cima, mas que desta vez não o fiz. Senti-a cansada e ela também se sentia, mas abri o coração para ela como faço regularmente e ela compreendeu e continuoua falar comigo mais de 30 minutos até sentir na minha voz algum descanso e reconforto. Obriagdo mamã, e sei que sabes que sei que também tu te deves sentir assim de vez em quando e prometo que mais vezes agora te chatearei mais vezes e não aferirei que estás cansada de mais para estar ao telefone e apressareo a conversa para que vás descansar. Vou de vez em quando demorar mais, porque sei que também tu precisas quer de mim quer do que eu digo.
Outro agradecimento para um sôtora recente que muito prazer me dá conversar com. Gosto das nossas conversas, são diversas ecléticas, de rir, de chorar, abertas, fechas e outras coisas mais. Fazem-me bem as suas "consultas", sinto que estoua ser ouvido e que até posso esteriorizar os meus, muitos sentimentos. Bicho sensível com a capacidade extrema de o não mostrar ou de esperar que as pequeninas coisas que faço quando asism estou passem para quem ouve ou ve ou le ou outras coisas mais. Sinto que com ela é assim, gosto mesmo de perder horas e pele nos dedos a até alguns arrepios sinceros de sensibilidade que não passam para as letras mas que os passo hoje porque sim. Porque stou em reabilitação depois do desespero. Obrigado sôtora recente.
Obrigado a estas pessoas por me terem ajudado a passar a 4 feira terrível, a tal do desespero a tal que me fez ver que em desespero as pessoas ou pelo menos eu tomo ou tomei as atitudes e decisões que em perfeita consciência deveria ter tido, antes dele. Será que é preciso desesperar para tomar as atitudes que deveriam ter sido tomadas anteriormente. Desta vez foi assim, da próxima não o será. Acho que aprendi uma lição, mais uma das muitas que gosto de aprender, como refeir em cima. Gosto de aprender, nem que seja assim da maneiramis desgastante. Envelheci um pouquinho nesse dia. Sozinho, alone, eu, sozinho, ali sozinho.
Mudei de sítio porque sim, porque era o suposto. Porque era assim que deveria ter sidom porque era assim que o queria, porque é assim que deve ser. Porque é assim que se dve agir quando se tem o conhecimento e os argumentos para tal. Aprendi e agora descontraio aqui neste sítio que me parece mais casa, tem mais coisas, no fundo quase as mesmas mas tem aquilo que preciso para não sentir a total solidão. Um pouquinho,mesmo muito puquinho de familiaridade com alguma coisa, que por muito pouco ou quasenada que seja é bem mais do que tive nessa 4ª feira.
Hoje digo-o com vontade. Não estou feliz mas estou bem, bem onde estou e acima de tudo bem comigo por ter desesperado da forma correcta. Transformando-o em aprendizagem e numa melhoria das condições para mim.
Boa noite aqui de um Paris mais próximo para quem mencionei, para quem não mencionei e para quem não preciso de mencionar.
Beijinhos e abraços
Seja pela equipa simpatiquissima que me está a acompanhar seja pela quantidade de informaçõ que estou a receber e tenho de processar, seja pela proactividade que tenho de ter, seja pela novidade de tal projecto, o que indicia como apregoo sepre aos meus colegas, amigos e outros a diversidade de oportunidades que a minha empresa, a CSC permite na sua multiplicidade de áreas, inerente a coorporação de tal dimensão.
Estou incorporado numa equipa de cerca de 20 e poucas pessoas que não são funcionais SAP, significando que não desenvolveram nada dos processos a serem implementados. É antes uma equipa de tal dimensão apenas e só de gestão do projecto. E por aqui se pode teruma ideiaa da dimensão, do planeamento e do cuidado de planeamento que tem de se ter para conseguir "industrializar" o processo de implementar processos, como um colega que conheci aqui me referiu, o Damien. Pessoa 5 estrelas que entretanto saíu para outro projecto.
Ora toda esta introdução sobre projectos, processos e gestão leva-me precisamente ao pensafuso conmento (as usual), .v que é o efeito que o desespero despoleta na capacidade das pessoas de pensarem como deveriam ter pensado antes dele ter acontecido.
Como sabem, embarquei neste projecto / aventura sozinho. Mais uma prova de que sou capaz, de que quero e de que vou ser capaz de o ultrapassar com distinção, espero e sei. Embarquei sabendo de antemão que as condicionantes não seriam as melhores, tirando, e confeso sem vergonha, a parte financeira. No entanto desde o primeiro dia que cheguei, que aliei esta vantagem às descritas nos parágrafos acima. Confesso também que sabia que iria acontecer mais ou menos isso. Pois sou um apaixonado por aprender e mesmo que a matéria não seja ou da minha área ou do meu interesse ou de outras coisas mais que até agora me desmotivariam, hojeem dia já não sou assim. Gosto de aprender, de ouvir, de aprender tudo o mais que possa. Assimilo bem e tudo. Até me considero um gajo esperto.
O que sempre soube foi que a componente solidão deslocada iria ser parte presente neste projecto. Soube-o e aceitei-o, repito, primeiramente pela faceta fincanceira e depois já de cá estar pela faceta de aprendizagem.
A solidão é fodida! Aquela solidão solidão, solidão total ainda que disfarçada pelas novas tecnologias de informação que permitem contacto diario e constante mas que se necessário materializar-se em algo fisico no imediato não é possível. Então defini a solidão solidão dos nossos tempos da seguinte forma:
"Solidão, é estar sozinho num sítio onde não conheces ninguém, nada nem nenhum caminho e caso necessário alguma destas coisas não tens a mínima hipótese de o conseguir."
Ora este pensamento, para mim, é já claustrofóbico só de pensar nele rodeado de tudo o que nele falta, quanto mais pensar nele quando tudo nele é. Ora os primeiros dias foram a chegada, que parecendo que não desviam os teus pensamentos para outras coisas, a viagem, o cansaço, a novidade das coisas etc e tal, mas que passado algum tempo te assaltam no teu quarto de hotel. Não foram precisos muitos dias até existir "aquele" dia de solidão. "Aquele" onde o pensamento claustrofóbico mencionado antes te assalta e por muito que tentes distrair a cabecinha para outras coisas, tal não és capaz.
Confesso que desesperei, não ao ponto de telefonar para o 112 (número dos 27 da emergência médica) mas ao ponto de não me terconseguido abstrair deste pensamento até ter desmaiado de cansaço. Foi desespero controlado mas desespero, e quero aqui deixar umas palavras de agradecimento a algumas pessoas. Umas recorrentemente presentes quando necesito delas e me compreendem porque me conhecem, ansioso, stressado, vivo, citadino etc e tal, vulgo família e deixo aqui um particular obrigado à minha mamã. Veljina incansável até chegar a casa onde finalmente pode descansar e que por norma temos conversas mais ou menos frequentes de 4 ou 5 minutos ao telefone. Quer por que sinto que ela está cansada e despacho-a para ela ir descansar quebem merece, quer porquerer mesmo despachar sabendo que tudo iria demorar 5 minutos porque depois iria pensar e fazer o que disse em cima, mas que desta vez não o fiz. Senti-a cansada e ela também se sentia, mas abri o coração para ela como faço regularmente e ela compreendeu e continuoua falar comigo mais de 30 minutos até sentir na minha voz algum descanso e reconforto. Obriagdo mamã, e sei que sabes que sei que também tu te deves sentir assim de vez em quando e prometo que mais vezes agora te chatearei mais vezes e não aferirei que estás cansada de mais para estar ao telefone e apressareo a conversa para que vás descansar. Vou de vez em quando demorar mais, porque sei que também tu precisas quer de mim quer do que eu digo.
Outro agradecimento para um sôtora recente que muito prazer me dá conversar com. Gosto das nossas conversas, são diversas ecléticas, de rir, de chorar, abertas, fechas e outras coisas mais. Fazem-me bem as suas "consultas", sinto que estoua ser ouvido e que até posso esteriorizar os meus, muitos sentimentos. Bicho sensível com a capacidade extrema de o não mostrar ou de esperar que as pequeninas coisas que faço quando asism estou passem para quem ouve ou ve ou le ou outras coisas mais. Sinto que com ela é assim, gosto mesmo de perder horas e pele nos dedos a até alguns arrepios sinceros de sensibilidade que não passam para as letras mas que os passo hoje porque sim. Porque stou em reabilitação depois do desespero. Obrigado sôtora recente.
Obrigado a estas pessoas por me terem ajudado a passar a 4 feira terrível, a tal do desespero a tal que me fez ver que em desespero as pessoas ou pelo menos eu tomo ou tomei as atitudes e decisões que em perfeita consciência deveria ter tido, antes dele. Será que é preciso desesperar para tomar as atitudes que deveriam ter sido tomadas anteriormente. Desta vez foi assim, da próxima não o será. Acho que aprendi uma lição, mais uma das muitas que gosto de aprender, como refeir em cima. Gosto de aprender, nem que seja assim da maneiramis desgastante. Envelheci um pouquinho nesse dia. Sozinho, alone, eu, sozinho, ali sozinho.
Mudei de sítio porque sim, porque era o suposto. Porque era assim que deveria ter sidom porque era assim que o queria, porque é assim que deve ser. Porque é assim que se dve agir quando se tem o conhecimento e os argumentos para tal. Aprendi e agora descontraio aqui neste sítio que me parece mais casa, tem mais coisas, no fundo quase as mesmas mas tem aquilo que preciso para não sentir a total solidão. Um pouquinho,mesmo muito puquinho de familiaridade com alguma coisa, que por muito pouco ou quasenada que seja é bem mais do que tive nessa 4ª feira.
Hoje digo-o com vontade. Não estou feliz mas estou bem, bem onde estou e acima de tudo bem comigo por ter desesperado da forma correcta. Transformando-o em aprendizagem e numa melhoria das condições para mim.
Boa noite aqui de um Paris mais próximo para quem mencionei, para quem não mencionei e para quem não preciso de mencionar.
Beijinhos e abraços
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Notas soltas de um solitário por estes dias
Em Poissy estão 3 graus!
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Duro molusco
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O poder da adaptação humana*
Já é demasiado tarde e estou demasiado cansado para escrever o que me vai na mente.Vou deixar isso para amanhã, apenas digo que a solidão é fodida mas que a capacidade de adaptação humana é fantástica e supera de longe esta "fodidão".
Se gostaria de estar em Paris em vez de Poissy? Sim gostaria, mas assim quando lá vou o prazer é imensamente maior (e são apenas 20 minutos de comboio até ao centro, á gare de St Lazare para ser mais preciso, quem quiser visitar-me até dia 17 de Abril está convidado! É só arrancar meus macambúzios e macambúzias ehehehe)
Uma musiquinha para abrir apetites de quem gostaria de visitar
Ficam aqui umas fotografiazinhas by Me para aguçar ainda mais os apetites!
Beijinhos e abraços
*Ou como algum alcoól também ajuda :)
Se gostaria de estar em Paris em vez de Poissy? Sim gostaria, mas assim quando lá vou o prazer é imensamente maior (e são apenas 20 minutos de comboio até ao centro, á gare de St Lazare para ser mais preciso, quem quiser visitar-me até dia 17 de Abril está convidado! É só arrancar meus macambúzios e macambúzias ehehehe)
Uma musiquinha para abrir apetites de quem gostaria de visitar
Frank Sinatra - I Love Paris
Ficam aqui umas fotografiazinhas by Me para aguçar ainda mais os apetites!
Beijinhos e abraços
*Ou como algum alcoól também ajuda :)
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Here we go again
Há uns dias escrevi aqui que iria de novo para Paris, entretanto o processo alongou-se e as burocracias inerentes a estas coisas também. Finalmente obtive a confirmação/requisição para me apresentar lá na 4ª feira (hoje) sabendo isso 3ª feira (ontem) por volta das 14:00! Pânico, stress, conversas, mails, negociações e outras coisas mais. Consegui protelar mais um dia a ida.
Já está, consegui um dia a mais para pôr as coisas em ordem, lavar coisas por camisas para passar etc e tal. Sempre me dá um dia pararelaxar, porque a rapidez exigida não pode ser assim. Consultores são carne, mas atenção!!!!
Não é bem Paris desta vez onde vou ficar, é Poissy um terra a mais ou menos meia hora de comboio de Paris. Não é mau, mas podia ser melhor. Vamos ver. Entretanto se alguém conhecer alguém que more por ali perto ou mais ou menos (algo impossível) diga-me. Mas pronto não custa nada tentar!
Estou mesmo a ver que ainda vou ver Tony Carreira! eheehhehe
Mas aos fins de semana vou mover-me para A cidade! Ai... Paris que saudades!

Já está, consegui um dia a mais para pôr as coisas em ordem, lavar coisas por camisas para passar etc e tal. Sempre me dá um dia pararelaxar, porque a rapidez exigida não pode ser assim. Consultores são carne, mas atenção!!!!
Não é bem Paris desta vez onde vou ficar, é Poissy um terra a mais ou menos meia hora de comboio de Paris. Não é mau, mas podia ser melhor. Vamos ver. Entretanto se alguém conhecer alguém que more por ali perto ou mais ou menos (algo impossível) diga-me. Mas pronto não custa nada tentar!
Estou mesmo a ver que ainda vou ver Tony Carreira! eheehhehe
Mas aos fins de semana vou mover-me para A cidade! Ai... Paris que saudades!

Fotografia by Me
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Em cheio no ponto sensível
Someone: olás
Me: Olá
Someone: estas ocupado ou podes falar?
Me: posso falar
Someone: pq é q nunca dizes nada?
Someone: desde o 1º mes do diogo q te convidei, disseste q vinhas, n apareceste e pronto, nao dizes nada
Me: Tenho andado egoísta!
Me: Desculpa
Me: Meio stressado
Me: Não gosto de estar ao pé de vocês assim
Someone: o que significa "tenho andado egoista"?
Me: (vocês = pessoas)
Me: Tenho andado preguiçoso
Me: Enfim
Me: Uma série de coisas
Me: Preciso de estímulos
Me: Que me estimulem também
Someone: tens andado sozinho?
Someone: n acredito
Someone: ha quase 2 meses q andas sozinho?
Someone: nao fazes nada com ninguem?
Me: Nada disso
Me: Mas tenho tido o tempo ocupado
Me: E preciso que me estimulem
Me: Someone: que me telefonem e convidem
Me: senão não me lembro, não me recordo, não me movo, etç
Me: É a crise!
Me: :)
Someone: ah q engraçado
Someone: eu telefonei-te e convidei-te, disseste q vinhas e n apareceste
Someone: deixaste de gostar da minha companhia
Me: lol
Me: que ideia Someone!
Someone: tens alguma desculpa para isto?
Me: Não tenho que ter desculpa nenhuma para isso
Me: vou fumar
Me: bjs
Someone: bem, q simpatia
Someone: adeus
É por isto que não me abro mais vezes com pessoas!
É por isto que não gosto destes meios de conversação! Não sei se o "tens alguma desculpa para isto" tinha uma cara simpática ou sorriso bonito a dizê-lo. Não me pareceu! Doeu-me!
Disparei...
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Tv, .i
Sou meio maluco por cozinha, gosto de cozinhar. Relaxa-me andar pela cozinha a fazer as coisas, aperitivo no copo, cigarros à mistura e cozinhar. Gosto de o fazer sozinho, ou no mínimo dos mínimos descansado, sem muitas misturas à mistura. Assim gosto e normalmente faço-o quando estou sozinho. Consigo cozinhar durante uma hora e meia, mais ou menos é indiferente apenas para mim. Junto dois dos maiores prazeres que tenho por casa. Cozinhar e comer.
Isto para dizer que este Jamie Oliver parte-me todo. Consegue pôr-me a salivar bem mais do que quando cozinho e espero ansiosamente pelos meus pratos.
Isto para dizer que este Jamie Oliver parte-me todo. Consegue pôr-me a salivar bem mais do que quando cozinho e espero ansiosamente pelos meus pratos.
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Pensafusos conmentos (as usual), .iv
Gostaria de ser mais inconsciente e não ter a percepção certa das coisas. De conseguir dissociar as repercussões de actos tomados das suas consequências. Fazer apenas e pensar depois. Gostaria e por vezes isso acontece. No entanto a periodicidade disso não é quase periodicidade. Acontece que mesmo que não queira dou por mim a pensar no que aconteceria se. E se na maioria das vezes penso nisso de forma a aferir as consequências, que tal acto ou tais actos, teriam em mim outras dou por mim a pensar nas consequências que esse mesmo acto ou esses mesmo actos teriam na outra pessoa ou pessoas.
É-me muito dificil contrariar esta minha característica, defeito ou feitio ou qualiadade, tento conscientemente não o fazer, mas o facto é que não sou capaz. Ou então bebo muito e mesmo assim continuo quase sempre em controlo do que faço. Costumo dizer a muita gente que gostaria de por vezes perder o controlo, fazer coisas descontroladas sem pensar, no entanto não o consigo. Consigo aproximar-me do descontrolo que gostaria mas não o consigo alcançar.
Quando falo em descontrolo não é apenas no sentido físico de dançar no chão ou desenfradamente no meio duma pista ou outras coisas físicas mais. Quando falo em descontrolo a minha ideia é mais direccionada para actos que deveria fazer para com outras pessoas. Deixar-me ir, principalmente dizer o que me apetece e fazer o que me apetece no momento e em algumas vezes o que apetece à outra pessoa ou pessoas.
Como referi, por vezes ponho-me a pensar sobre se esta característica é boa ou má ou mais ou menos e chego sempre à conclusão que, no que às consequências para mim diz respeito, é má e boa no que às consequências para as outras diz respeito. Normalmente fico fodido com esta conclusão porque não sou nem quero ser nenhuma Madre Teresa de Calcutá ou um outro qualquer lutador pelo direito dos oprimidos. Facto é que acabo por pensar mais nas outras pessoas do que elas próprias.
No entanto, o facto de pensar nas outras pessoas, não invalida que principalmente penso nas conequências que tais actos terão sobre mim. Fico chateado é que quando consigo ultrapassar esta barreira e ser "doido" e perder o controlo e parar de aferir as consequências para mim, logo logo entra o pensamento na outra pessoa ou pessoas. Ora isto é um exercício cansativo, como já devem ter reparado.
Tal quantidade de pensamentos deixa-me louco já que quem sou eu para "controlar" ou pensar nas consequências para as outras pessoas se estas não o fazem? E muitas das vezes conscientemente. Mas porque razão me calhou esta característica de pensador, será que é a minha vocação? A vocação da vida que todos procuramos e que também eu ainda não encontrei? Será que a minha vocação é fazer voluntariado, criar uma ONG ou algo assim do género e entregar a minha vida aos outros. Não me parece rigorosamente nada que seja isso.
Ora assim sendo, vou tentar deixar de pensar tanto. Se bem que como digo isso seja difícil pois perder o controlo, significa mais ou menos deixar de pensar e o exercício de pensar em perder o controlo e perder o controlo é incompatível pois a 1ª significa pensar.
Penso que passe por fazer o que me apetece no momento e ponto final. Deixar as cocnclusões do que acontecerá para depois, logo se verá. Se isso significar perder pessoas, que signifique. Se isso significar andar às cabeçadas depois, que signifique. Se isso significar uma série de outras coisas que signifique. Pois se é a outra pessoa ou pessoas a não quererem pensar nisso eu não o farei mais.
Pensamento este advém de ter acordado de há uns tempos para cá com a ideia de que perco oportunidades de fazer coisas que me apetecem por causa do anteriormente descrito. Coisas que muito gosto me dariam, que muito gosto me proporcionariam e, até quem sabe, se repetiriam. Não sei se se passaria assim.
É precisamente esse "não saber" que me deixa louco. A sensação de "não saber se" porque não se fez porque se pensou demasiado deixa-me maluco. Mas pior fico ainda quando, fico com a perfeita noção do "saber que". Saber que por não ter perdido o controlo no momento provavelmente a coisa não vai acontecer nunca mais.
É-me muito dificil contrariar esta minha característica, defeito ou feitio ou qualiadade, tento conscientemente não o fazer, mas o facto é que não sou capaz. Ou então bebo muito e mesmo assim continuo quase sempre em controlo do que faço. Costumo dizer a muita gente que gostaria de por vezes perder o controlo, fazer coisas descontroladas sem pensar, no entanto não o consigo. Consigo aproximar-me do descontrolo que gostaria mas não o consigo alcançar.
Quando falo em descontrolo não é apenas no sentido físico de dançar no chão ou desenfradamente no meio duma pista ou outras coisas físicas mais. Quando falo em descontrolo a minha ideia é mais direccionada para actos que deveria fazer para com outras pessoas. Deixar-me ir, principalmente dizer o que me apetece e fazer o que me apetece no momento e em algumas vezes o que apetece à outra pessoa ou pessoas.
Como referi, por vezes ponho-me a pensar sobre se esta característica é boa ou má ou mais ou menos e chego sempre à conclusão que, no que às consequências para mim diz respeito, é má e boa no que às consequências para as outras diz respeito. Normalmente fico fodido com esta conclusão porque não sou nem quero ser nenhuma Madre Teresa de Calcutá ou um outro qualquer lutador pelo direito dos oprimidos. Facto é que acabo por pensar mais nas outras pessoas do que elas próprias.
No entanto, o facto de pensar nas outras pessoas, não invalida que principalmente penso nas conequências que tais actos terão sobre mim. Fico chateado é que quando consigo ultrapassar esta barreira e ser "doido" e perder o controlo e parar de aferir as consequências para mim, logo logo entra o pensamento na outra pessoa ou pessoas. Ora isto é um exercício cansativo, como já devem ter reparado.
Tal quantidade de pensamentos deixa-me louco já que quem sou eu para "controlar" ou pensar nas consequências para as outras pessoas se estas não o fazem? E muitas das vezes conscientemente. Mas porque razão me calhou esta característica de pensador, será que é a minha vocação? A vocação da vida que todos procuramos e que também eu ainda não encontrei? Será que a minha vocação é fazer voluntariado, criar uma ONG ou algo assim do género e entregar a minha vida aos outros. Não me parece rigorosamente nada que seja isso.
Ora assim sendo, vou tentar deixar de pensar tanto. Se bem que como digo isso seja difícil pois perder o controlo, significa mais ou menos deixar de pensar e o exercício de pensar em perder o controlo e perder o controlo é incompatível pois a 1ª significa pensar.
Penso que passe por fazer o que me apetece no momento e ponto final. Deixar as cocnclusões do que acontecerá para depois, logo se verá. Se isso significar perder pessoas, que signifique. Se isso significar andar às cabeçadas depois, que signifique. Se isso significar uma série de outras coisas que signifique. Pois se é a outra pessoa ou pessoas a não quererem pensar nisso eu não o farei mais.
Pensamento este advém de ter acordado de há uns tempos para cá com a ideia de que perco oportunidades de fazer coisas que me apetecem por causa do anteriormente descrito. Coisas que muito gosto me dariam, que muito gosto me proporcionariam e, até quem sabe, se repetiriam. Não sei se se passaria assim.
É precisamente esse "não saber" que me deixa louco. A sensação de "não saber se" porque não se fez porque se pensou demasiado deixa-me maluco. Mas pior fico ainda quando, fico com a perfeita noção do "saber que". Saber que por não ter perdido o controlo no momento provavelmente a coisa não vai acontecer nunca mais.
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Merdas sem jeito nenhum que faço recorrentemente, .i
Porque razão é que continuo sentado à secretária no PC, quando estou cansadíssimo, dói-me o pescoço, falta-me actualizar cerca de 3000 horas de sono, tenho o quarto limpíssimo e a cama com lençóis acabdos de serem postos a cheirar ainda ao detergente que a mãe usa em Ourém e que me acompanhou durante toda a minha vida?
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A sacar, .iv
Hoje em conversa com uma colega minha falava-se de filmes, dos que fui buscar a este estorninho, adormecido entretanto, deste e deste que vi recentemente, de outros que ela viu e outros que nenhum dos dois viu. Falou-se de filmes tristes, lembrei-me imediatamante do melhor filme que alguma vez vi.
O filme é o Requiem for a dream, em Português "A vida não é um sonho", (até o sítio oficial é difícil, não tenham medo de ir carregando). O título em Português, por uma vez reflecte fantasticamente o filme. É isso mesmo, a vida não é um sonho. Filme pesado, triste, crú, duro, denso, realista.
Vejam com calma, parem se quiserem e respirem, não esperem nada, vejam apenas, não façam prognósticos, vejam apenas, não esperem nada de novo. Vejam apenas.
E se no final quiserem respirar um pouco ouçam a banda sonora do filme, composta por Clint Mansel e Kronos Quartet e deliciem-se com algumas pérolas que por lá existem. Em particular este Lux Aeterna que é das melhores faixas de bandas sonoras que alguma vez ouvi e à qual recorro de vez em quando.
Podem escutar a peça parcialmente neste trailer que alguém, e muito bem, fez . Ficam com uma ideia do poder do filme e da banda sonora.
Enjoy (Or not)
O filme é o Requiem for a dream, em Português "A vida não é um sonho", (até o sítio oficial é difícil, não tenham medo de ir carregando). O título em Português, por uma vez reflecte fantasticamente o filme. É isso mesmo, a vida não é um sonho. Filme pesado, triste, crú, duro, denso, realista.
Vejam com calma, parem se quiserem e respirem, não esperem nada, vejam apenas, não façam prognósticos, vejam apenas, não esperem nada de novo. Vejam apenas.
E se no final quiserem respirar um pouco ouçam a banda sonora do filme, composta por Clint Mansel e Kronos Quartet e deliciem-se com algumas pérolas que por lá existem. Em particular este Lux Aeterna que é das melhores faixas de bandas sonoras que alguma vez ouvi e à qual recorro de vez em quando.
Podem escutar a peça parcialmente neste trailer que alguém, e muito bem, fez . Ficam com uma ideia do poder do filme e da banda sonora.
Enjoy (Or not)
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Duro molusco
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Au revoir, .ii
E lá vai ele mais um mês para Paris, em príncipio! Depois é que vem o menos bom, mas o seu a seu tempo!
Se não fosse por causa deum dois jantar jantares estaria impecavelmente bem disposto com a notícia!
Se não fosse por causa de
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